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O Estrela quer voltar a brilhar na I Liga. É o regresso do futebol sénior à Amadora

TSF - Desporto - Qua, 12/09/2018 - 20:31
São todos amadores, treinam em apenas meio campo, muitas vezes à meia-luz e ainda sem equipamento. Este é o novo Estrela da Amadora, que ainda assim quer chegar à I Liga.

Marítimo deseja felicidades ao novo presidente do Sporting

Diário de Notícias - Desporto - Qua, 12/09/2018 - 20:24

O Marítimo divulgou hoje que enviou uma missiva a Frederico Varandas, a desejar as “maiores felicidades” ao novo presidente do Sporting, com o desejo de “estreitar relações” entre os dois clubes da I Liga portuguesa de futebol.

“O Club Sport Marítimo da Madeira, por intermédio do seu presidente, Carlos Pereira, felicitou o novo presidente do Sporting C.P., eleito no último sábado”, começou por referir o comunicado do emblema insular.

De seguida, foi revelada a missiva escrita por Carlos Pereira, dirigida a Frederico Varandas: “Em nome do Club Sport Marítimo desejamos as maiores felicidades, quer pessoais, quer profissionais, no exercício do seu mandato. Espero que ao longo destes anos possamos estreitar as nossas relações, quer a nível profissional, quer a nível pessoal”.

O Marítimo mede forças com o Sporting em Alvalade por duas vezes em setembro, a primeira das quais no domingo, para a ronda inaugural do Grupo D da Taça da Liga, e depois a 29, para a sexta jornada da I Liga.

"Vou dar o meu máximo pelo Portimonense." Jackson Martinez regressa a Portugal

TSF - Desporto - Qua, 12/09/2018 - 20:01
Antigo jogador do FC Porto foi apresentado pelo emblema de Portimão esta quarta-feira e promete dar o seu melhor.

Cristiano Ronaldo está a “sentir-se bem” junto da família ‘bianconera’

Diário de Notícias - Desporto - Qua, 12/09/2018 - 19:34

Após a paragem forçada nos campeonatos para os respectivos jogos das selecções, encontros aos quais Cristiano Ronaldo pediu dispensa a Fernando Santos no sentido de não sofrer qualquer interrupção no seu processo de adaptação à Juventus, o ‘astro’ madeirense mostra-se feliz junto dos seus novos companheiros de equipa, aos quais se dirigiu, há umas semanas, como “uma família”.

Agora, na sua conta pessoal de Instagram, CR7 mostrou o seu contentamento por fazer parte deste grupo. “A sentir-me bem! Vamos lá”, escreveu o avançado português, que se fez acompanhar na fotografia pelas estrelas ‘bianconeras’.

Já ontem, o capitão da selecção portuguesa de futebol havia deixado uma outra mensagem na mesma rede social dando conta do seu regresso aos treinos, depois de passar alguns dias no Mar Mediterrâneo, juntamente com Georgina Rodríguez e ‘Cristianinho’.

“Como dizem os meus parceiros, de volta à realidade. Trabalho feito”, pode ler-se na mensagem publicada pelo camisola 7.

México 1970: o tricampeonato mundial de futebol e o João “Sem Medo”

Fair Play - Qua, 12/09/2018 - 19:01

1970. O Brasil ‘vivia’ um regime de excepção, em que vigorava o “AI-5” (Acto Institucional Número Cinco), emitido em Dezembro de 1968, com terríveis consequências no que diz respeito à liberdade para a sociedade brasileira. Todos aqueles que manifestavam-se publicamente contrários ao governo eram considerados subversivos e, consequentemente, perseguidos. Vigorava a censura e em alguns casos, o toque de recolher. 

Neste contexto a selecção do Brasil classifica-se no ano anterior para o nono campeonato mundial de futebol, a ser realizado no México. O treinador era João Saldanha. Sua carreira como futebolista fora curta e por isso dedicou-se ao jornalismo antes de tornar-se treinador, em 1957, com o Botafogo de Futebol e Regatas. Os adeptos brasileiros ainda estavam desconfiados e céticos com a equipa nacional, sobretudo após o péssimo desempenho no mundial de 1966. Mesmo sob rígido controle do governo e sabendo da sua militância no comunismo, mas com boa aprovação popular, no final de 1968 a CBD (Confederação Brasileira de Desportos) o nomeou como mister, tendo conduzido o Escrete para a Copa de 70 em campanha com 100% de aproveitamento. 

No fim de 1969, com o assassinato do seu amigo Carlos Marighella, militante do PCB (Partido Comunista Brasileiro), João Saldanha começou a divulgar para a imprensa internacional sobre a ausência de Direitos Humanos no Brasil, quando das digressões da selecção canarinha para amigáveis de preparação. Por isso, ganhou do popular cronista Nelson Rodrigues, a alcunha de “João Sem Medo”. O movimento de Saldanha fez com que o governo brasileiro buscasse tirá-lo do comando do Escrete. Era preciso mais um mínimo deslize.

 

No início de 1970, quando perguntado sobre o que achava de o Presidente do Brasil (Genral Emílio Garrastazu Médici) haver sugerido a convocatória de Dario (popularmente conhecido como “Dadá Maravilha”) para o mundial do México, Saldanha – que não tinha planos de convocar o avançado do Atlético Mineiro – responde: “Ele [o presidente] escala o Ministério e eu escalo a selecção”. Semanas depois desta resposta, era o mister demitido do seu posto. Em seu lugar, a CBD (sob liderança de João Havelange, que anos mais tarde seria o presidente da FIFA) nomeou Mário Jorge Lobo Zagallo. Tudo isso a poucos meses antes do mundial do México.

Depois de tudo isso, Dario foi sim à Copa, convocado por Zagallo. Entretanto sequer disputou um jogo. O Brasil venceu o torneio (tema do próximo texto), Saldanha manteve discurso crítico contra o regime em vigor no Brasil à época, e seguiu seu trabalho como jornalista desportivo. Faleceu em 1990 durante a cobertura do mundial de futebol da Itália, enquanto era comentador de uma emissora de televisão.

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Augusto Baganha e João Paulo Rebelo vão ser ouvidos em Comissão Parlamentar

TSF - Desporto - Qua, 12/09/2018 - 18:43
Em causa está o afastamento do ex-presidente do Instituto Português do Desporto e Juventude, na sequência de um processo que levou à interdição do Estádio da Luz por um jogo.

Augusto Baganha mantém críticas e questiona postura do Benfica sobre as claques

TSF - Desporto - Qua, 12/09/2018 - 17:44
O antigo presidente do Instituto Português do Desporto e Juventude manifestou-se "injustiçado" quanto ao seu afastamento do cargo.

Grande Prémio do Corpo de Bombeiros Sapadores do Funchal decorre este domingo

Diário de Notícias - Desporto - Qua, 12/09/2018 - 17:15

O vereador João Pedro Vieira, que tem o pelouro do Desporto na Câmara Municipal do Funchal, apresentou esta manhã, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, o Grande Prémio do Corpo de Bombeiros Sapadores do Funchal, que decorre este domingo, dia 16 de Setembro.

Estiveram igualmente presentes na ocasião o Presidente da Associação de Atletismo da Madeira, Policarpo Gouveia, o Comandante dos Bombeiros Sapadores do Funchal, José Minas, e o bombeiro Carlos Fernandes, que é o organizador da prova.

João Pedro Vieira enalteceu esta que é “uma iniciativa muito especial, porque serve um propósito muito maior do que a corrida em si, que é todos nós, quer aqueles que vão participar, quer todas as entidades públicas e privadas que se associam a este evento, reconhecermos o papel que esta corporação tem para o nosso Município e para as nossas vidas.”

O vereador, que também tutela a Protecção Civil Municipal, considera que “este é mais um exemplo do que os nossos bombeiros são capazes de fazer, não só em situações de aflição, mas também em termos de organização e de competição, sendo que estes desempenham normalmente um papel fundamental nas diferentes provas desportivas do concelho, com a sua presença e apoio técnico. Desta vez, estarão de ambos os lados da prova e os funchalenses lá estarão para apoiá-los.”

A prova, que está inserida na edição 2018 da Semana da Mobilidade do Funchal, terá partida pelas 9h, destinando-se aos escalões de juniores, seniores e veteranos, e tem uma extensão aproximada de 10.200 metros.

A partida é junto ao Quartel dos Bombeiros Sapadores do Funchal (ao lado do Edifício 2000), ao passo que a meta está instalada junto à Câmara Municipal do Funchal, com entrega de prémios prevista para as 10h30.

Carlos Tévez recorda os tempos no Manchester United e apelida Ronaldo de “maluco”

Diário de Notícias - Desporto - Qua, 12/09/2018 - 16:55

Carlos Tévez, ex-companheiro de equipa de Cristiano Ronaldo e compatriota de Lionel Messi na selecção, analisou as características de ambos os jogadores com quem teve a oportunidade de trabalhar ao longo da sua carreira. Por um lado, o avançado de 34 anos evidenciou o talento natural da ‘Pulga’, ao passo que destacou a dedicação diária de CR7. As declarações surgiram a propósito de uma homenagem a Riquelme.

Agora, ao serviço do Boca Juniors, clube que o lançou para a ribalta do futebol, Tévez recordou a feição dos dois atletas que dominaram o desporto ‘rei’ durante a última década, tendo apelidado o ‘astro’ madeirense de “maluco” pela dedicação evidenciada nos treinos do Manchester United, durante as épocas 2007/2008 e 2008/2009, altura em que ambos se cruzaram nos ‘red devils’.

“Nunca vi o Messi no ginásio, nem o via a fazer exercícios de recepção de bola. O Messi fá-lo de forma natural. Vá, antes não marcava livres e agora mete a bola no ângulo... Isso foi porque treinou”, constatou Tévez, recordando posteriormente um episódio recorrente aquando da sua passagem pelo Manchester United.

“O que se passa com o Ronaldo, e todas as mulheres podem ver isso, é que ele passa o dia no ginásio. Nós treinávamos às 9 da manhã, chegávamos às 8 e já lá estava aquele maluco. Chegavas às 7h30 e ele já lá estava. E pensavas, caraças, quando é que não está a trabalhar? Uma vez fui às 6 da manhã e ele já estava lá... Mas, como?”, questionou o jogador do Boca Juniors.

Os 4 alicerces para a nova casa do leão

Fair Play - Qua, 12/09/2018 - 16:50

Com a eleição dos novos corpos sociais o Sporting cruzou a linha de fronteira para um tempo novo. Independentemente do que venha a suceder no futuro, é quase garantido que a nova liderança trará uma postura e actuações diferentes das dos seus antecessores imediatos. Isso percebe-se-imediatamente nas primeiras tomadas de posição públicas do novo presidente, Frederico Varandas e o quanto contrastam com as do seu antecessor.

Elegemos quatro pontos que nos parecem serão fundamentais para os primeiros tempos da gestão de Frederico Varandas e respectiva equipa:

Relações Internas

O lema de candidatura escolhido pelo novel presidente foi precisamente a união interna. Que ela é desejável e necessária ninguém duvida, como se chegará a ela é que já é mais difícil de prever. O final caótico da anterior liderança deixou marcas profundas no clube ainda não totalmente quantificadas, mas particularmente visíveis numa facção ruidosa e que não está disposta a conceder um mero segundo de graça à nova equipa dirigente, recorrendo para isso a todo o tipo de boatos difundidos a partir das redes sociais.

Para todos, dirigentes incluídos, há noção cristalina de que a actual gestão tem vários dossiers complicados em aberto que requerem decisões rápidas e eficazes. A forma como eles forem sendo encerrados será decisiva para a consolidação da imagem da actual direcção.

O elevado interesse com que os Sportinguistas acompanham o seu clube e a forma como o veneram ficou mais uma vez provada no recente acto eleitoral. Daí que o cumprimento de algumas promessas eleitorais da lista vencedora merecerá também amplo escrutínio. Se a reordenação de toda a formação representa muito maior complexidade do que simplesmente reorganizar a Academia e cujos resultados vão requerer alguns ciclos, há outras promessas que não necessitarão de tanto tempo para se iniciar a efectivação e notar a diferença.

Entre essas estão a implementação do modelo para o futebol, onde ganha particular relevância o interesse pelo nome escolhido para o Head-Scout, bem como dos técnicos que o acompanharão. A constituição da Unidade de Performance e os nomes que acompanharão o seu director e simultaneamente director clínico, João Pedro Araújo. O posicionamento do clube relativamente aos jogadores que rescindiram e que, não tendo regressado, mantêm contencioso com o clube, a procura de novas receitas e a criação de valor com a potenciação do “ecossistema Sporting” suscitarão também interesse e merecerá acompanhamento.

Dossier Financeiro

É nos assuntos financeiros onde a actuação dos novos corpos sociais será mais visível e onde são requeridos resultados praticamente imediatos. À cabeça o revolving do anterior empréstimo obrigacionista, com o objectivo de remunerar o anterior já em atraso, bem como permitir a conclusão da reestruturação financeira que levará a um haircut da divida de quase 70%, em condições particularmente vantajosas e imperdíveis. Terá obrigatoriamente que deixar clarificadas todas as questões levantadas durante a campanha sobre a real situação financeira actual.

Resultados desportivos

Aqui pode estar um presente envenenado. Sousa Cintra entregou a Frederico Varandas a equipa de futebol no comando partilhado do campeonato. Algo que não é passível de ser melhorável. Mas pode piorar, sem que a direcção da SAD possa fazer muito para alterar o rumo dos acontecimentos, pelo menos até Dezembro. Falta saber até quando poderá ser disfarçada a forma deficiente como a época foi preparada nos mais diversos níveis, por força do período conturbado que o clube atravessou.

Aliás, o que provoca perplexidade em quem observa o clube é a forma como este se levantou desde o profundo abalo que a invasão da Academia, passando pela destituição dos órgãos sociais até às eleições que provocou.

Felizmente as chamadas modalidades conseguiram manter uma linha de continuidade nos seus plantéis e órgãos directivos que lhes permite manter a competitividade ao mesmo nível. Mas, desta vez pelas melhores razões, o presente não tem menos veneno. É que os títulos conseguidos em quase todas elas servirão de fasquia para a avaliação de desempenho.

Relações institucionais

Não é um dossier tão urgente ou decisivo como os anteriores mas é uma evidência que o Sporting tem de ter uma estratégia clara relativamente às relações com os órgãos tutelares (FPF, Liga, IPDJ,) bem como com os seus concorrentes e rivais. O Sporting não pode estar fora da definição da agenda, dos regulamentos e ordenação do futebol português. Um capitulo que vai ter de começar a ser reescrito, tal a forma como foram paulatinamente fechadas as portas aos mais basilares entendimentos e cavadas as respectivas trincheiras.

As reacções à presença de representantes do Sporting nos camarotes presidenciais no recente derby é apenas um breve introito de uma intrincada teia de posições e interesses quase nunca convergentes. Ainda sem saber o que representa para si o Cashball, o Sporting vive sufocado por dois rivais dispostos a tudo, como se prova pelo Apito Dourado e o mais recente E-Toupeira.

No ambiente pantanoso e subjugado aos mais diversos interesses, a ausência de qualquer presença relevante nos órgãos decisores funciona como um contravapor para as ambições de revitalização do clube. Porque por não há organização, programas ou modelos, mesmo que brilhantes que resultem quando os bons resultados desportivos não acontecem.

Passagem de testemunho (Foto: Lusa)

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FIFA 19 vs PES 2019 – Quem conquistará o trono em 2019?

Fair Play - Qua, 12/09/2018 - 16:17

Nos últimos anos temos assistido a um total e completo domínio por parte da EA Sports no que concerne aos simuladores de Futebol. O FIFA tem-se apresentado de forma consistente como o jogo mais coeso, divertido e acessível a todos os públicos, transformando-se num campeão de vendas e relegando o jogo da Konami para segundo plano. Por outro lado, o PES continua muito preso a uma estética “nipónica”, com animações de jogadores algo grosseiras, gráficos com menor qualidade do que os do seu competidor direto e um menor número de licenças.

O grande game changer surgiu na forma de um modo online, o FIFA Ultimate Team. Um modo viciante e verdadeiramente desafiante, conseguiu chamar a atenção de todos os jogadores regulares de videojogos de futebol e criar toda uma sub-cultura que levou ao surgimento de YouTubers, websites dedicados a fenómenos de mercado e análise e previsão de cartas melhoradas. O PES chegou tarde a este fenómeno e a criação do MyClub não foi suficiente para ombrear com o enorme e eficaz Ultimate Team.

Mas a Konami tem vindo a investir na criação de um jogo que consiga atrair novos jogadores para além dos saudosistas do PES 6 e parece que este ano marca o maior ponto de aproximação nos últimos 5 anos. Abaixo, uma pequena análise das novidades de ambos os jogos.

PES 2019

Percebendo que o monopólio do “divertimento” está do lado da EA Sports e do seu título, a Konami compreendeu que o caminho seria criar um jogo que simulasse, de uma forma mais assertiva e realista, o Futebol Moderno.

Para tal, a Konami reforçou os gráficos do seu jogo, com um maior ênfase na iluminação e num sistema que simulasse de forma mais real as mudanças de luminosidade diárias. O sistema Enlighten possui a capacidade de simular luz indireta, uma verdadeira evolução relativamente aos sistemas de iluminação utilizados por este tipo de jogos. Adicionalmente, os gráficos foram melhorados de forma a poderem ser vistos no formato 4K e HDR, demonstrando a vontade dos produtores em criar um jogo visualmente apelativo, para além do reforço na componente da mecânica.

Um jogo visualmente mais realista (Fonte: Konami)

De forma a reforçar a componente de realismo do jogo, os produtores adicionaram mais animações de movimento, uma maior personalidade a cada jogador, que se aproximam do jogador real e criam diferenciação entre os “bonecos”, mais movimentos técnicos, um sistema de Resistência dos jogadores que afeta de forma contundente a performance dos jogadores à medida que o jogo se aproxima do final, e alterações ao nível do controlo tática das equipas, com Substituições Rápidas e Táticas pré-definidas e acessíveis durante o jogo.

Uma tentativa de aproximação ao rival (Fonte: Konami)

Reforçaram também o número de licenças disponíveis, comprando um grande número de Ligas periféricas (incluindo a Ligue 1 e a nossa Liga NOS) e aproveitaram a moda do FIFA 19 de criar Icons para comprar os direitos de imagem de antigas glórias do Futebol e adicionar novas Lendas, como David Beckham. Adicionalmente, a Master League foi atualizada com a International Champions Cup, o MyClub foi reforçado com inúmeras lendas, um sistema de cartas foi implementado (aproximando-se do Ultimate Team) e alteraram o sistema de compra e venda de cartas.

FIFA 19

Por sua vez, a EA Sports já atingiu um patamar bastante calmo e estável no panorama dos videojogos, pelo que o seu trabalho consiste apenas e só na manutenção do trabalho que já fizeram anteriormente e o lançamento de pequenas mudanças que fazem com que o jogo aparente ser distinto do anterior.

A verdade é que a jogabilidade do FIFA se afasta bastante daquilo que é a realidade, pelo que este ano foram adicionados os sistemas Active Touch, que alteram a forma como o jogador se aproxima e recebe a bola, aumentando a fluidez dos movimentos, as Batalhas 50/50 entre jogadores foram alteradas, de forma a responder de uma forma mais eficaz e realista aos atributos dos jogadores, esperando que os métodos de segurar apenas num botão até ganhar a bola deixem de ser eficazes, e o sistema Timed Finishing, que vem dificultar o momento da finalização numa primeira instância, mas fornecer maior controlo ao jogador no momento do remate.

Os novos modos do Kick-off (Fonte: Eurogamer)

No entanto, os modos de jogo, à excepção do Kick-off, não sofreram alterações. O Modo Carreira continua a necessitar de uma remodelação que teima em não chegar, o Modo My Player continua datado e o The Journey continua a seguir os mesmos moldes, mudando apenas o clube que Alex Hunter representa e as competições em que participa. A compra da licença da UEFA Champions League permite jogar a competição de início a fim de forma realista e as House Rules do Kick-off permitem trazer um maior sentimento de anarquia e relembrar até o velhinho FIFA Street. Quanto ao Ultimate Team, a grande mudança passa pela criação dos Division Rivals que vêm substituir as obsoletas Online Seasons e trazer mais justiça a esta competição. As táticas foram também alteradas, com o sistema de Dynamic Tactics a fornecer mais opções para personalizar o plantel antes e durante o jogo.

Sem grandes mudanças desde o ano passado (Fonte: EA Sports)

Que jogo comprar então? Depende do que o leitor pretende obter de um jogo. Se o realismo tático e a aproximação ao estilo de jogo real é algo que é valorizado, então o PES 2019 apresenta-se como a melhor opção, com um jogo no PES a fazer lembrar as batalhas táticas da atualidade, com os movimentos a apresentarem lógica dentro do contexto do jogo, um ritmo de jogo mais lento e um sistema de passe e de movimentação que se aproxima do “peso” da realidade. No entanto, a falta de licenças e as animações dos jogadores podem retirar alguma da imersão à experiência. Por outro lado, o FIFA 19 é de longe um jogo mais divertido e com maior sentimento de progressão. A anarquia tática e a maior velocidade tornam o jogo mais divertido e o Ultimate Team é claramente um modelo que diferencia o título da EA Sports. Maior diversão, mas à custa de realismo. Seja como for, é de facto um ano brilhante para os simuladores de Futebol!

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Espanha quer organizar um europeu e um mundial e conta com Portugal

TSF - Desporto - Qua, 12/09/2018 - 15:44
A ideia foi debatida esta quarta-feira numa reunião entre o Governo espanhol, a federação espanhola de futebol e a FIFA.

13ª etapa de MotoGP – GP de San Marino

Fair Play - Qua, 12/09/2018 - 15:35

Moto3

Na categoria mais baixa Jorge Martin foi o mais rápido dos treinos livres, aproveitando a segunda sessão com pista seca.

O espanhol repetiu o feito na sessão de qualificação, conquistando a pole position, a sua 17ª na categoria e deixando os adversários a mais de 3 décimas.

Gabriel Rodrigo e Aron Canet fecharam a primeira linha da grelha de partida.

Na corrida a luta pela vitória foi intensa de princípio ao fim e foram muitos os pilotos que a protagonizaram.

Mas esta viria a ficar marcada pela recuperação de Lorenzo Dalla Porta e da disputa pela vitória com Jorge Martin nas últimas duas voltas.

Dalla Porta acabou por levar a melhor, com Jorge Martin a cruzar a meta 58 milésimas depois.

Em terceiro lugar ficou Fabio Di Giannantonio que também rodou sempre na frente da corrida.

Moto2

Na classe intermédia, o português, Miguel Oliveira conseguiu estabelecer o melhor tempo dos treinos livres na terceira sessão, batendo o tempo da segunda sessão realizada por Marcel Schrotter.

Na qualificação foi o líder do campeonato, Francesco Bagnaia a conquistar a pole position, ele que já tinha demonstrado consistência ao longo dos treinos livres.

A corrida foi dominada por Bagnaia que provou estar melhor e facilmente se descolou da concorrência, vencendo a corrida.

Mais atrás vinham Miguel Oliveira e Marcel Schrotter que até à última curva lutaram pelo segundo lugar, mas o alemão saiu largo e não teve sucesso na tentativa de ultrapassagem interior.

Bagnaia aumentou para 9 pontos a vantagem da liderança sobre Oliveira.

MotoGP

Na categoria principal o melhor dos treinos livres foi Andrea Dovizioso, numa nova demonstração de boa forma por parte das Ducatis!

Na qualificação foi o seu colega de equipa, Jorge Lorenzo a levar a melhor e a conquistar a pole.

Jack Miller e Maverick Vinales foram seguno e terceiro, respetivamente.

Na corrida Dovizioso deu uma lição de pilotagem e deixou Marc Marquez para trás, vencendo pela 11ª na carreira uma corrida da categoria máxima.

Marc Marquez ficou em segundo e Cal Crutchlow fechou o pódio.

Marquez leva já uma vantagem de 67 pontos em relação ao segundo lugar do campeonato, que é agora Andrea Dovizioso.

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Aí temos o Parma de volta aos grandes palcos, resistirá às adversidades?

Fair Play - Qua, 12/09/2018 - 14:45

Os clubes com história que vão tendo problemas do foro desportivo, financeiro ou administrativo vão sendo cada vez mais, o que tem provocado a extinção ou refundação de algumas equipas que já deram muito à Europa do futebol por simplesmente não terem condições para continuar ou porque precisam de um novo começo.

Quando tal acontece, a solução de alguns deles passa pela refundação do clube, que representando, na sua essência, tudo aquilo que o seu antigo era, acaba por ser o começo de um novo ciclo. O exemplo disso mesmo é o Parma, que já se denominou se diversas formas e que, em 2015, foi obrigado a declarar falência e a cair da primeira para a quarta divisão italiana, jogando nos campeonatos amadores.

A gloriosa história do Parma, e não num passado inteiramente longínquo

Hoje Parma Calcio 1913, com um novo emblema e com novos objetivos, a verdade é que vemos que a equipa do velhinho Ennio Tardini está de volta à Série A, protagonizando três subidas consecutivas em três anos, algo que só pode deixar felizes os adeptos mais atentos do futebol italiano. A sua ascensão no final dos anos 80 e início dos anos 90 levou a que o clube ganhasse muitos ávidos seguidores, e veja-se o palmarés do clube entre 1992 e 2002, que, inclusivamente, lhe trouxe os seus oito títulos verdadeiramente relevantes:

  • Vencedor da Taça de Itália em três ocasiões (1991/1992; 1998/1999; 2001/2002);
  • Vencedor da Taça UEFA em duas ocasiões (1994/1995; 1998/1999);
  • Vencedor da Taça das Taças (1992/1993);
  • Vencedor da Supertaça Italiana (1999/2000);
  • Vencedor da Supertaça Europeia (1992/1993).

Por aqui se vê o percurso impressionante de um clube em apenas dez anos, e tal transportou-se até ao fim da última década, em que o clube, não mais ganhando títulos, continuou a ser um clube respeitado, por onde muitas figuras de proa do futebol europeu passaram, como Buffon, Cannavaro, Thuram, Hernán Crespo (hoje vice presidente), Antonio Cassano ou o nosso bem português Fernando Couto.

A crise instalou-se, chegaram mudanças

Quando a crise então se abateu sobre o clube em 2015, com mais de 200 milhões de dívidas e o (não) encontro de um novo investidor, o clube ficou condenado, mas talvez possa ter sido o melhor que lhe poderia ter acontecido, em detrimento de uma morte lenta e que não mais permitiria ao clube reerguer-se.

Três anos findados, o clube está onde merece, e as mudanças têm-se notado. Primeiro que tudo, o clube é agora propriedade de Jiang Lizhang, chinês que veio conseguir aliviar a vertente financeira do clube e que lhe permite ter outros argumentos nesse prisma. Depois, convém dizer que não está lá o seu eterno capitão, o central italiano Alessandro Lucarelli, que tem mesmo de ser considerado como a alma do projeto e de um clube que mergulhou em crise. Desde 2013 até à época que agora terminou, esta autêntica lenda capitaneou a equipa nos piores anos da sua história, e, quando tudo rebentou em 2015, podia ter concluído a sua carreira de imediato ou continuado entre os grandes de Itália. No entanto, de imediato, Lucarelli se autopropôs a guiar a equipa de volta à Série A, e a verdade é que o conseguiu, pendurando assim as botas aos 40 anos.

Por aqui se percebe a paixão de Lucarelli pelo seu clube do coração, prometeu e cumpriu (Foto: Trivela) Uma das figuras do clube trouxe um desafio adicional à tarefa do clube esta época

No entanto, nem tudo é um mar de rosas para o clube, visto que, ainda que o principal objetivo tenha sido cumprido (regresso à Série A), a sua permanência foi desde logo posta em causa devido a um caso de corrupção protagonizada pelo seu avançado Emanuele Calaiò, que enviou mensagens que indiciavam a jogadores adversários para “relaxarem” em jogos decisivos que poderiam reconduzir o Parma à Série A. Tal resultou na suspensão de uma das figuras da equipa de dois anos, no pagamento de 20 mil euros e ainda em cinco pontos negativos aquando do início do campeonato.

Ora, para uma época que já não se previa propriamente fácil, a verdade é que a tarefa está ainda mais dificultada, e se, no fim da época, o Parma resistir, será uma autêntica epopeia que começou há alguns anos e que acaba com um verdadeiro final feliz. O clube só pode ter objetivos modestos para esta temporada, visto que não tem também um plantel de “encher o olho”, que os olhos de todos estão em si para perceber se o caso da temporada passada foi apenas um percalço e se os mesmos erros cometidos não voltam a acontecer. Assim, é preciso dar um passo seguro de cada vez.

Assim, e analisando o início de época do Parma, percebemos que não é propriamente brilhante, sem vitórias e com apenas um empate em quatro jogos (frente à Udinese). Pior que isso, é a precoce eliminação frente ao Pisa no seu estádio. Por outro lado, o último jogo que o clube fez, com uma derrota por 2-1 frente à Juventus, deu algumas boas indicações que podem agora revelar-se de forma mais acentuada após a paragem para as seleções, que permite aos reforços entrosarem-se mais com a equipa e o ganho de rotinas de jogo.

As principais figuras da equipa

O jogo com a Juventus foi marcado pela estreia a titular de Gervinho logo com um golo. O extremo costa marfinense, hoje com 31 anos, será, em teoria, a principal figura da equipa, mas terá de se habituar a jogar a um nível mais baixo, moderando a sua conduta e ganhando índices físicos mais condizentes com aquele de uma grande liga europeia.

Veremos em que forma teremos Gervinho nesta época, é um jogador que tem tudo para ser a estrela da equipa (Foto: StadioTardini)

Outros nomes importantes da equipa são Luigi Sepe, guardião emprestado pelo Nápoles, Roberto Inglese e Jonathan Biabiany no ataque, Luca Rigoni e Alberto Grassi (este por enquanto lesionado) no meio campo e o português Bruno Alves na defesa, que é o capitão da equipa, substituindo o já mencionado Alessandro Lucarelli nessa missão.

São alguns nomes interessantes, alguns a curto prazo, como o português, visto que existe bastante experiência no plantel. Por outro lado, existe também uma mescla de jogadores bastante jovens que estão emprestados e que será curioso perceber até que ponto o Parma poderá continuar a contar com eles para além desta temporada que recentemente teve arranque.

Da equipa que transita para esta época destacamos Jacopo Dezi, centrocampista transalpino que tem boa capacidade de aparecer a finalizar e que consegue colocar os seus colegas em boa posição de o fazer. Hoje com 26 anos, este é um jogador que, em tempos, já foi promissor, sendo um antigo internacional sub 21. Não tendo alcançado o nível que se esperava, é um futebolista que se adapta a uma equipa do nível do Parma e que vai bem a tempo de dar um novo impulso à sua carreira.

No comando técnico está um alemão com pleno conhecimento do futebol italiano

No comando técnico da equipa segue Roberto D’Aversa, técnico de 43 anos que, desde Dezembro de 2016, guia os destinos da equipa, com reconhecido sucesso, alcançando as duas últimas subidas de divisão. É um treinador que tem muito conhecimento de como o futebol italiano funciona, nas mais diversas divisões. Jogou em clubes como a Sampdoria, Siena, Monza, Ternana, Treviso, Messina, Triestina e terminando pelo Virtus Lanciano em 2013, entre outros, tendo sido um verdadeiro turista dentro do país da bota. Ao todo, o técnico atuou por 14 clubes diferentes em Itália no curso da sua carreira de 19 anos, o que talvez lhe tenha permitido estudar as diferentes realidades que existem no país.

Roberto D’Aversa tem a confiança da direção e dos adeptos, veremos como a sua equipa se comporta agora, com novas responsabilidades (Foto: Stadium Astro)

A equipa desdobra-se num 4-3-3 teoricamente ofensivo, com alas que gostam de encarar o adversário e médios que gostam de chegar perto do avançado. Ainda assim, esta ideia de jogo, com os jogadores que D’Aversa tem, terá de ser aprimorada, pois a equipa tem sido algo vulnerável defensivamente, com seis golos sofridos em quatro jogos. A equipa tem potencial, joga numa tática que lhe permite disputar os jogos olhos nos olhos com o adversário, mas num campeonato tão competitivo como o italiano, com cada vez mais surpresas e equipas grandes a ficarem cada vez mais reforçadas, a equipa Gialloblù terá de se adaptar às necessidades que as ligas inferiores não trazem.

Mais que isso, terá de fazê-lo rápido de modo a conseguir recuperar o terreno perdido na secretaria e nestes primeiros jogos da época. A equipa tem certamente potencial para conseguir alcançar o seu objetivo, mas será preciso mais algum tempo para perceber até que ponto será mesmo realista afirmar que o Parma se conseguirá manter na Série A, algo que apenas se poderá concretizar com o destaque que os seus reforços se podem trazer e se os jogadores que já estavam no plantel elevam o seu nível.

Assim, resta a pergunta: teremos em maio um Parma inteiramente consolidado na Série A? Esperemos que o nosso português Bruno Alves consiga guiar este barco a bom porto.

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Socca, o primeiro mundial de futebol amador em Portugal

TSF - Desporto - Qua, 12/09/2018 - 14:19
No final de setembro, a Praça do Comércio em Lisboa recebe um mini estádio para acolher um torneio inédito de futebol.

Nuestro pésame por el adiós de ENRIQUE BARBA

Real Federación Española de Natación - Qua, 12/09/2018 - 13:27
La Real Federación Española de Natación quiere expresar su dolor y su pésame por el fallecimiento de Enrique Barba Iglesias. Este joven jugador del Real Canoe NC debutó hace un par de meses con apenas 15 años en la máxima categoría con el club madrileño. Lo hizo dos años después de que le detectaran un tumor contra el que ha estado luchando todo este tiempo hasta el final.
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Portugal vence Bulgária no pólo aquático

Diário de Notícias - Desporto - Qua, 12/09/2018 - 13:17

A selecção portuguesa feminina de pólo aquático venceu hoje a Bulgária, por 11-8, no Complexo de Piscinas do Funchal, na Penteada.

A selecção das quinas disputa os últimos quatro lugares do Europeu, entre o 13.º e o 16.º lugar, conjuntamente com a Bulgária, Eslováquia e Roménia.

Je 06/09 - 11:03:00 - Championnats du Monde Junior 2018 (Eilat, Israël)

Fédération Française de Natation - Qua, 12/09/2018 - 11:46
EAU - Jean-Baptiste CLUSMAN (US Saint-André - Pôle Espoirs Rouen) décroche le titre mondial sur 7,5 km (Juniors 2). Son compagnon d'entrainement Aubin COCCORDANO termine 4e, chez les filles Ilona MAILLE (ES Massy) prend la 10e place. Résultats des nageurs français sur le 5 km (Juniors 1) : Madelon CATTEAU (Dauphins TOEC) 7e chez les filles, Leo OUABDESSELAM (AAS Sarcelles Nat. 95) 10e et Enzo TEULE (CNO Saint-Germain-en-Laye) 21e chez les garçons.
Categorias: Natação Mundial

The Harrisons of Huntington Beach: A Battlin’ Water Polo Family

Swimming World - Qua, 12/09/2018 - 07:42

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By Michael Randazzo, Swimming World Contributor PRINCETON, NJ. The Harrison family is an inspirational story because of their collective devotion to water polo as well as a tradition of military

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Categorias: Natação Mundial

O apogeu de Novak Djokovic

Fair Play - Qua, 12/09/2018 - 03:12

Diz o adágio que a festa não se faz quando a temporada começa mas sim quando acaba. Que o diga Novak Djokovic, que este domingo conquistou pela terceira vez o US Open. Depois de uma longa paragem por lesão, que arrancou em Wimbledon, 2017, o sérvio regressou oficialmente à competição no Australian Open. Foi em Janeiro deste ano. Caiu na terceira ronda perante Chung Hyeon. Seguiu-se nova operação e Djokovic regressou mais cedo do que se pensava, para jogar Indian Wells e o Miami Open. Outra vez, caiu nas primeiras rondas. Seguiram-se muitas interrogações, até para o sérvio. Por esta altura, Roger Federer, vencedor do Australian Open, passeava a sua classe e aumentava a sua lenda. Ao mesmo tempo, Rafael Nadal continuava afinar a sua máquina, regressando ao seu melhor. Até vencer Roland Garros.

É por isso que a vitória de Novak Djokovic no US Open é, acima de tudo, a vitória da persistência. É, por assim dizer, o apogeu num ano com muitos baixos, no arranque da época, e grandes picos, no final. É também a consolidação do título em Wimbledon e da vitória recente em Cincinnati.

E o triunfo (6-3, 7-6 e 6-3) em Nova Iorque chegou curiosamente sobre outro jogador que entre 2014 e 2016 atravessou também o calvário de uma lesão no pulso: Juan Martin Del Potro. O argentino, que cedeu o terceiro lugar do ranking a Djokovic, chegou a questionar o seu futuro no ténis. O ano de 2018 está, no entanto, a mostrar que valeu a pena chegar até aqui. O campeão do US Open de 2009 não voltou a repetir o feito, contudo, tem-se mantido entre o top-5, conquistando os títulos de Acapulco e Indian Wells. Este domingo, não resistiu a um Djokovic que fez jus ao seu melhor período de número 1 mundial. Nolan encostou Del Potro às cordas, soube explorar a esquerda do argentino, conseguindo ainda anular o seu serviço. E com tranquilidade foi construindo a sua vantagem.

Este foi o 14º Grand Slam para o sévio, que iguala Pete Sampras. Melhor, só Rafa Nadal (17) e Roger Federer (20).

Quando passei pela cirurgia, senti o que Juan Martin (Del Potro) passou quando esteve fora. Quando ficas fora, tentas fazer as coisas darem certo, mas elas não acontecem. Foram tempos difíceis, mas aprendemos com as dificuldades, com os tempos de dúvida.

Novak Djokovic, após a vitória sobre  Del Potro, que confimou o título do US Open

Para chegar à final, Del Potro deixou para trás, nas meias-finais, nada menos que Rafael Nadal. O espanhol acabou por sair lesionado, mas garantiu a continuidade na liderança mundial. Uma dor no joelho direito precipitou a desistência do maiorquino quando perdia por 2-0 em set: 7-6 e 6-2.

Tal como no Australian Open, Nadal saiu lesionado. Uma situação à qual não será alheia o grande esforço feito nos quartos de final contra Dominic Thiem, naquele que foi um dos grandes jogos do ano. O autríaco confirmou diante o espanhol que subiu o seu ténis a outro patamar e que, em breve, repetirá o feito de Paris, onde atingiu a sua primeira final de Grand Slam. Foram mais de 5 horas de jogo, com a vitória a sorrir ao número 1 mundial pelos parciais: 0-6, 6-4, 7-5, 6-7 e 7-6. Tal como ocorrera em Roland Garros.

João Sousa histórico. Federer, que futuro? João Sousa perdeu pela quarta vez para Djokovic, mas fez história para Portugal. Foto: Record

Não será atrevimento dizer que o US Open de 2018 confirmou a reabilitação de jogadores tidos como proscritos. Tal como Djokovic e Del Potro, também Kei Nishikori tem tido um ano difícil. Depois de uma paragem de 5 meses, o japonês regressou à competição, em Fevereiro, em Nova Iorque. Foi, gradualmente, aumentando a sua competitividade até alcançar os quartos de final em Wimbledon. Agora, no US Open, só caiu nas meias-finais contra Novak Djokovic: 6-3, 6-4 e 6-2. O nipónico, finalista vencido em 2014, só pode sentir-se feliz com a sua prestação este ano.

Menos feliz estará Roger Federer. O suíço, que começou o ano a ganhar em Austrália e a recuperar a liderança mundial, foi surpreendido por John Millman: 3-6, 7-5, 7-6 e 7-6. O australiano, 55 do mundo, soube tirar proveito daquele que terá sido um jogos menos conseguidos da carreira do helvético. Federer teve nada menos do que 76 erros não forçados, errando ainda 70% no primeiro serviço. A final de Wimbledon e Cincinnati já tinham demonstrado um Federer abaixo da sua real capacidade. Aos 36 anos, e com uma participação reduzia em torneios – recorde-se que falhou toda a temporada de terra batida, incluindo Roland Garros – há quem questione o futuro de Federer.

Roger Federer deve jogar mais torneios ou considerar retirar-se

Pat Cash, ex-tenista australiano, vencedor de Wimbledon em 1987

Mas se há jogador que já desafiou a história e as probabilidades, é Federer. Matts Willander, ex-tenista e comentador, refere que o suíço deverá jogar até não conseguir ganhar mais jogos. E isso, apesar de tudo, parece estar longe de acontecer. Agora, ameaçado no ranking por Djokovic, Federer é ainda número dois mundial.

E por falar em história, João Sousa escreveu mais uma página dourada para o ténis luso. Ao atingir os oitavos de final, o Conquistador tornou-se o primeiro português a alcançar esse patamar em um Grand Slam. “Resultados como este ajudam a que a modalidade se torne maior no nosso país”, admitiu Sousa, que arrecadou 230 mil euros de prize money. Os 180 pontos averbados no US Open permitiram-lhe subir 19 lugares na hierarquia, regressando ao top-50. É agora 49º.

Por tudo isto (mas não só) a edição deste ano do US Open deixará saudade. Consagra campeões como Djokovic ou Del Potro, relança Nishikori, eleva Thiem a outro nível e vê Portugal entrar nas história dos Major. Mas também lança dúvidas sobre o futuro de Federer e Nadal. Apesar de campeoníssimos, até quando terão fulgor físico para se manter na disputa de Major? Pode Djokovic, agora numa nova fase, ultrapassar Sampras, ou Nadal e aproximar-se de Federer? E a nova geração? Thiem e Isner, nos quartos de final, foram os melhores, mas continuam longe das lendas que ainda predominam no circuito. A John Millman coube a surpresa, que também caiu nos quartos de final. O momento Andy Warholiano que, com 29 anos, dificilmente se repetirá. O que não nos importamos que se repita são torneios jogados a este nível.

Foi assim que Novak Djokovic venceu pela terceira vez o US Open

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