Agregador de notícias

Lage destaca um título conquistado com juventude e estabilidade

TSF - Desporto - Dom, 19/05/2019 - 12:16
Treinador dos encarnados reconheceu a importância da subida de jogadores e equipa técnica da equipa B até ao plantel principal.

As escolhas do Jogo Jogado. Veja e vote no melhor golo do Benfica

TSF - Desporto - Dom, 19/05/2019 - 11:11
Dos mais de 90 golos marcados pelo Benfica esta época, João Rosado, Luís Freitas Lobo e Mário Fernando escolheram os cinco melhores. Agora é a sua vez de votar e escolher o melhor dos melhores. O golo vencedor é divulgado na terça-feira, 21 de maio.

A emoção do relato dos golos que tornaram o Benfica campeão nacional

TSF - Desporto - Dom, 19/05/2019 - 03:41
Foram quatro os golos que garantiram a Taça ao Benfica, marcados por Seferovic (bis), João Félix e Rafa. Do lado do Santa Clara, César reduziu a desvantagem, quase no fim.

Águias voaram longe e levaram festejos para fora de portas

TSF - Desporto - Dom, 19/05/2019 - 01:38
Em Maputo, em vários municípios de Luanda, em Paris e Cabo Verde, o título do Benfica foi festejado em cafés, restaurantes e nas ruas.

A festa do título tem capital mas invade todo o país. As imagens dos festejos

TSF - Desporto - Dom, 19/05/2019 - 01:36
De norte a sul, sem esquecer as ilhas, os adeptos encarnados saíram à rua para festejar a vitória do campeonato. Chaves, Ponta Delgada, Funchal, Porto, Évora, Braga, Portimão, Covilhã, Viseu e Coimbra provaram que a festa não se faz só no Marquês.

Como um acórdão desvirtua o esforço de centenas sub-16 da oval lusa

Fair Play - Dom, 19/05/2019 - 01:08

No dia 17 de Maio de 2019 a Federação Portuguesa de Rugby, na sua pessoa do Conselho de Justiça, revogou uma das últimas decisões e despachos da Comissão de Gestão Provisória em relação ao encontro entre o SL Benfica e CR Setúbal do Grupo “B” do Campeonato Nacional de Sub-16, forçando a toda uma repetição de uma série da competição.

Comecemos então por descontextualizar um ponto do acórdão relativo ao tal jogo de sub-16 antes de saltarmos para a reflexão, críticas e “dramas”,

“Depois, também não pode deixar de ser sublinhado que estamos perante uma competição secundária de um escalão de formação, onde o principal objectivo é manter em atividade, até o mais tarde possível, os jovens atletas.”

É um chavão que podia ajudar a definir a postura da maioria dos grandes decisores do rugby português em relação à formação e desenvolvimento, quando não está a decorrer a luta por títulos europeus ou a conquista de medalhas, mostrando bem os “ideais” (e não confundir com ideias) de quem tem efectivamente o poder de julgar, decidir e fazer.

EMBRÓGLIO ADMINISTRATIVO COM CONSIDERAÇÕES DE JUÍZO

De um momento para o outro, o novo Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Rugby tomou a decisão de reverter (mais) uma decisão da Comissão de Gestão Provisória que governou os destinos da modalidade durante os últimos 10 meses, esta referente à 2ª Divisão do escalão de sub-16, num jogo entre SL Benfica e CR Setúbal. Para quem desconhece a os factos, explicamos que em Fevereiro deste ano deu-se o tal malfadado encontro onde não constava qualquer juiz de jogo oficial (como tantos outros), tendo se arranjado um árbitro da bancada para arbitrar.

No final dos 60 minutos, SL Benfica apresentou nos seus apontamentos uma igualdade a 38 pontos… porém, os sadinos aludiram que o jogo tinha terminado com a vitória do Setúbal por 38 pontos a 36, o que mudaria por completo a classificação final deste grupo da fase de apuramento da competição “B” do escalão. E o árbitro? O árbitro-convidado não se preocupou a anotar os resultados, até porque não era a sua obrigação naquele momento, tendo sido só um recurso final para uma situação escusada e que foi “fabricada” pela própria Comissão de Gestão.

Seguiram-se semanas de debate e rebate, com a Comissão de Gestão a ter que tomar uma decisão, que até num primeiro instante foi decidido em concordância com todas as partes envolvidas e restantes clubes do grupo. Estranhamente, e como consta no acórdão, a própria comissão terá mudado a sua decisão final que beneficiou a passagem das águias à fase seguinte, ficando por terra o Setúbal.

O agora acórdão do novo Conselho de Justiça (podem consultar todo o acórdão aqui: acórdão sub16), tornado agora oficial pela Federação Portuguesa de Rugby, reverte toda a decisão com uma série de considerações estranhas, que vão desde denegrir a Comissão de Gestão anterior (desnecessário) a usar das frases e expressões mais invulgares possíveis (igualmente desnecessário), como

“E nem se diga, “atirando o barro à parede”, como pareceu fazer a Comissão de Gestão, que as Fichas estavam assinadas pelo árbitro e pelos respectivos Directores das equipas, porquanto o árbitro declarou expressamente no respectivo Boletim que não apontara os pontos, deixando tal desiderato aos clubes intervenientes.”

Ou a tal frase inicial invocada, arremessada para o meio de uma reflexão larga que acaba por reverter parte da competição dos sub-16, forçando a não só que se realize toda a 2ª fase de apuramento de subida do Grupo “B” como ao impedimento de se jogarem as meias-finais da Taça de Portugal do escalão (e repetição dos vários encontros), quando estamos a aproximar-nos do mês de Junho.

A PIRÂMIDE INVERTIDA DO RUGBY PORTUGUÊS

Mas o que fica claro é que existem competições primárias e secundárias na opinião dos actuais membros do Conselho de Justiça, evocando que nesta idade o importante é manterem a actividade, como se tratasse de um hobby ou de uma prática em que estes atletas não investem 10 a 12 horas do seu tempo semanal (e estamos a falar dos mínimos) para se desenvolverem como jogadores e cidadãos.

Infelizmente, esta opinião não se fica pelo Conselho de Justiça actual, uma vez que a Comissão de Gestão teve exactamente a mesma ideia quando decidiu isentar a FPR da responsabilidade de designar e alocar árbitros a estas competições a partir de Fevereiro de 2019. A preocupação está e estará sempre nos séniores, na Selecção A, numa inversão total daquilo que devia ser a pirâmide de preocupações por parte dos dirigentes do rugby português.

Recapitulando, o problema começou na falta de árbitros; o problema adensou-se quando foi tomada uma decisão que agradava uma minoria (e dificilmente haveria alguma que fosse de encontro aos desejos e desígnios de todos); e o problema triplicou de dimensão quando a decisão tácita do Conselho de Justiça passa por repetir toda a 2ª fase com a integração do Setúbal, uma decisão necessária perante os argumentos e atitudes da antiga Comissão de Gestão; mas e afinal de onde adveio todo este problema?

Do assumir e olhar para o escalão sub-16 como se fosse um pormenor do calendário anual do rugby nacional, não tendo expressão na vida da oval lusa.

Mais uma vez, surge um problema legal da FPR porque os factos não foram bem apurados e a forma errada de como se tomou uma decisão vai acabar por desconsiderar todos os resultados somados entre Março e Maio de 2019.

Lembrar ainda que em Abril abriu-se a “caixa de pandora” da reintrodução do Clube Rugby do Técnico no CN2, que depois de ter sido ajuizado a exclusão deste emblema deste campeonato por ter colocado um jogador suspenso dentro das quatro-linhas afinal, conseguiram reverter graças a erros processuais. Incrivelmente os engenheiros admitiram a sua culpabilidade nessa acção, numa clara demonstração da ausência total de cultura desportiva e uma falta de noção de civilidade que começa a ser inerente ao rugby português. São portanto dois erros de juízo do anterior Conselho Disciplina e Comissão de Gestão, que forçaram a acção imediata do Conselho de Justiça, nos termos de remover uma equipa de uma competição.

Retornando ao tema “quente”, como explicar aos encarregados da educação de um atleta de formação do rugby português de que jogam numa competição secundária, sem árbitro (o que significa sem condições mínimas de segurança), com constantes problemas de oficialização de resultados, onde não há qualquer informação relativa aos seus jogos e resultados na comunicação da Federação Portuguesa de Rugby e que é visto por quem dirige como um esforço para “manter a actividade”?

Será que o investimento que os mais de 30 clubes fazem no escalão de sub-16 pode ser só visto como uma perda de dinheiro numa competição secundária com o objectivo de manter em actividade, até o mais tarde possível, os jovens atletas? Porquê fazer aquela consideração no acórdão quando não é só vista como desnecessária mas descaracterizada do teor de todo o texto?

Até quando os sub-8/10/12/14/16/18 serão tratados como parentes pobres da modalidade, servindo só para aliciar possíveis investidores e instituições públicas a apoiar o rugby? Até que ponto a conversa de voltar ao Mundial ou ao Circuito de 7’s da HSBC é mais importante do que a cativação e manutenção de jovens atletas que são o verdadeiro “sangue” que bombeia o rugby nacional?

Estamos em meados de Maio, o grupo “B” dos sub-16 vai voltar à estaca-zero (aparentemente) e o CN2 ainda está a alguns jogos longe do seu fim… até quando os casos polémicos e de profunda desconsideração para com os valores e espírito da modalidade vão continuar a acontecer?

“O manter actividade” (Foto: Luís Cabelo Fotografia)

The post Como um acórdão desvirtua o esforço de centenas sub-16 da oval lusa appeared first on Fair Play.

Confrontos entre polícia e adeptos junto à Luz. Há pelo menos 20 detidos

TSF - Desporto - Dom, 19/05/2019 - 00:45
Desacatos entre adeptos e forças de segurança ocorreram junto à rotunda Cosme Damião.

Lage destaca um título conquistado com juventude e estabilidade

TSF - Desporto - Dom, 19/05/2019 - 00:05
Treinador dos encarnados reconheceu a importância da subida de jogadores e equipa técnica da equipa B até ao plantel principal.

Luís Filipe Vieira promete duplicar prémio pela conquista do título

TSF - Desporto - Sáb, 18/05/2019 - 23:06
O presidente do Benfica foi balneário no final do jogo com o Santa Clara, da 34.ª e última jornada da I Liga, que o Benfica venceu por 4-1.

Dezenas de milhares de adeptos já aguardam no Marquês de Pombal

Diário de Notícias - Desporto - Sáb, 18/05/2019 - 22:39

Dezenas de milhares de adeptos do Benfica já encheram a Praça Marquês de Pombal, em Lisboa, e viram hoje pelos ecrãs gigantes a entrega da taça de campeão da I Liga de futebol no Estádio da Luz.

Num momento em que todo o plantel se encontra ainda no recinto ‘encarnado’, onde venceu hoje o Santa Clara, por 4-1, em jogo da 34.ª e última jornada, e assim selou a conquista do 37º título nacional, milhares já fazem a festa da vitória no campeonato, mesmo que a chegada dos jogadores deva acontecer mais ao fim da noite.

No Estádio da Luz todos os elementos da equipa desfilaram para os aplausos e no Marquês de Pombal, o principal palco da festa para os adeptos, a euforia era total e todos os jogadores foram ovacionados, com especial destaque para o treinador Bruno Lage, o jovem avançado João Félix, o médio Pizzi e o capitão de equipa, Jardel, que depois levantou a taça e gerou o momento de maior ‘loucura’ entre os ‘encarnados’.

A Praça Marquês de Pombal tem também já toda a estrutura instalada com três ecrãs gigantes e um palco preparado para a chegada dos jogadores. Há também um forte contingente policial da Polícia de Segurança Pública (PSP) espalhado pela rotunda do e pelas várias avenidas que dão acesso ao epicentro da festa, nas quais o trânsito está já completamente cortado.

O Benfica terminou o campeonato com 87 pontos, mais dois do que o rival FC Porto, e alcançou assim o 37.º campeonato nacional do seu palmarés.

O golaço de André Almeida e mais 102 tiros certeiros. Veja os golos do título do Benfica

TSF - Desporto - Sáb, 18/05/2019 - 22:36
A época do Benfica foi pródiga em goleadas, mas sabe quem marcou o 37.º golo do 37.º campeonato das Águias? E como foi golo de André Almeida ao Braga? Veja, ou reveja, aqui 103 golos da caminhada até ao título.

"Seria muitíssimo difícil ganhar este campeonato." Conceição já aponta à Taça

TSF - Desporto - Sáb, 18/05/2019 - 22:25
Treinador dos dragões lamentou a expulsão de Corona perto do final da partida e lamentou que os mais de 170 pontos em duas epócas não tenham sido suficientes para conquistar o bicampeonato.

Uma época em imagens: do Benfica de Vitória ao triunfo de Lage

TSF - Desporto - Sáb, 18/05/2019 - 22:12
Os momentos-chave de todos os jogos do campeão nacional na Primeira Liga em fotografia. De um ciclo de derrotas às soluções de Bruno Lage, com uma aposta a surgir a meio da época: João Félix.

Jardel levanta 37.º troféu ‘encarnado’

Diário de Notícias - Desporto - Sáb, 18/05/2019 - 22:05

O capitão do Benfica Jardel ergueu o 37.º troféu de campeão de futebol no centro do relvado do Estádio da Luz, em Lisboa, após recebê-la das mãos dos antigos futebolistas do clube Luisão e Shéu.

A taça referente à edição 2018/19 da I Liga portuguesa de futebol foi entregue pelo presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, Pedro Proença, ao presidente do clube, Luís Filipe Vieira, que a partilhou com Luisão e Shéu.

Depois de Jardel erguer o troféu, este passou pelas mãos dos restantes elementos do plantel, que continuaram os festejos no relvado ‘encarnado’, celebrando com os cerca de 60 mil espectadores presentes no recinto.

O Benfica assegurou hoje o seu 37.º título de campeão português de futebol, ao golear em casa o Santa Clara por 4-1, em jogo da 34.ª e última jornada da competição, que terminou com 87 pontos, mais dois do que o FC Porto.

Cinco títulos em seis anos. Um recorde que o Benfica não batia desde os anos 70

TSF - Desporto - Sáb, 18/05/2019 - 22:04
Depois do inédito 'tetra', entre 2013/14 e 2016/17, e de ter falhado o 'penta', em 2017/18, o Benfica selou este sábado o quinto título em seis anos, registo que não conseguia desde os anos 70 do século passado.

"Sentimos que o valor estava cá porque esta equipa já tinha vencido anteriormente"

TSF - Desporto - Sáb, 18/05/2019 - 21:59
Bruno Lage relembra o valor da equipa cujo controlo assumiu em janeiro, defendendo que sempre o reconheceu.

Presidente do Benfica promete duplicar prémio pela conquista do título

Diário de Notícias - Desporto - Sáb, 18/05/2019 - 21:54

O presidente do Benfica anunciou hoje que o prémio pela conquista do título português de futebol será duplicado, afirmando que foi um homem “com uns tomates muito grandes” para tomar algumas decisões ao longo da época.

“Todos sabem o que se passou ao longo da época, somos todos campeões, mas existem coisas que é importante reforçar. Fomos uma verdadeira família, mesmo nas horas adversas, com decisões muito difíceis”, disse Luís Filipe Vieira, em declarações transmitidas pela Benfica TV.

O presidente do Benfica foi balneário no final do jogo com o Santa Clara, da 34.ª e última jornada da I Liga, que o Benfica venceu por 4-1, e não esqueceu os momentos difíceis que a equipa teve de enfrentar ao longo da época.

“Nas alturas mais adversas, fui um gajo com uns tomates muito grandes para tomar decisões. Não nos desunimos, reforçámos laços e conquistámos este título, que é de todos nós, em especial deste senhor [o treinador Bruno Lage]”, frisou.

Luís Filipe Vieira disse que, com a entrada de Bruno Lage para o comando técnico da equipa, substituindo Rui Vitória, os laços dentro do grupo ainda se reforçaram mais.

“Um obrigado a todos vós, estou superfeliz e os adeptos estão superfelizes”, afirmou, antes de anunciar que o prémio a distribuir ao plantel pela conquista do título será duplicado, o que foi festejado pelos jogadores.

O Benfica venceu hoje o Santa Clara por 4-1, em jogo da 34.ª e última jornada da I Liga portuguesa de futebol, disputado no Estádio da Luz, em Lisboa, garantindo o seu 37.º título de campeão nacional.

Dez quilos de ouro e prata. Os segredos da taça que este ano é do Benfica

TSF - Desporto - Sáb, 18/05/2019 - 21:47
A taça que acabou de ser conquistada pelo Benfica foi feita em Gondomar. Conheça os segredos do troféu que vai ser levantado na Luz.

Luz festeja ‘reconquista’ e já pede o 38.º título de campeão

Diário de Notícias - Desporto - Sáb, 18/05/2019 - 21:43

Os mais de 64.000 adeptos que encheram hoje o Estádio da Luz tiveram uma tarde de futebol para mais tarde recordar, com a vitória por 4-1 sobre o Santa Clara a valer o 37.º título de campeão nacional.

Ainda o jogo de todas as decisões não tinha começado e o ambiente já era de festa, tendo a equipa liderada por Bruno Lage sido recebida por milhares de bandeiras vermelhas e brancas, acompanhadas por uma coreografia que desenhava um “37” gigante na bancada que fica de frente para o túnel de entrada dos jogadores no relvado.

Os cânticos ininterruptos pediam um golo das ‘águias’ e o goleador suíço Seferovic, decidido em ser o melhor ‘artilheiro’ do campeonato - objetivo que alcançou -, fez a vontade da massa adepta ao quarto de hora de jogo, numa rotação espetacular, após passe primoroso de Samaris.

A Luz explodiu de alegria e o 2-0 de João Félix, alguns minutos depois, deu novo impulso ao público, que gritava a plenos pulmões “ninguém para o Benfica”, entusiasmado com a dinâmica ofensiva dos ‘encarnados’.

Mas foi o terceiro golo, da autoria do supersónico Rafa, ainda antes do intervalo, que acabou com quaisquer dúvidas que persistissem na mente dos adeptos. “O campeão voltou”, ouviu-se na Luz até chegar o intervalo.

Durante o tempo de descanso, estava reservada uma surpresa para o público da Luz, que teve a oportunidade de aplaudir a equipa feminina de futebol do Benfica, que poucas horas antes conquistou a Taça de Portugal frente ao Valadares Gaia e que teve a oportunidade de sentir o ‘calor’ dos benfiquistas.

As ‘meninas da Luz’ sentiram o reconhecimento dos adeptos e deixaram o relvado novamente para os rapazes, que entraram no segundo tempo a todo o gás, mantendo o frenético ritmo de jogo, com ataques constantes à baliza do Santa Clara, que também ia tendo as suas oportunidades.

Certo é que Seferovic bisou aos 56 minutos e na Luz, com os 4-0 no marcador, já não havia dúvidas: o Benfica ia ser campeão pela 37.ª vez.

Logo a seguir, surgiu na zona da claque No Name Boys uma faixa a pedir o 38.º campeonato, mostrando que as expectativas para a próxima época são tão elevadas como sempre têm sido desde a fundação do clube, em 1904.

Nem o golo do Santa Clara, marcado perto da hora de jogo pelo central brasileiro César, arrefeceu os ânimos dos 64.064 espetadores que encheram a Luz, até porque o ex-benfiquista fez questão de não festejar, honrando o seu passado ligado às ‘águias’.

Pouco depois, nova explosão de alegria no estádio, desta feita com o golo do Sporting no Dragão, que dificultava ainda mais a já quase impossível missão do FC Porto.

O ‘craque’ brasileiro Jonas também recebeu uma sonora ovação quando entrou para o lugar da nova ‘joia da coroa’, João Félix, o menino que joga como os grandes e que já conquistou o coração dos benfiquistas.

Samaris, que renovou recentemente contrato com os ‘encarnados’, também foi ovacionado de pé quando cedeu a vez ao ‘renascido’ Taarabt, que termina a época como campeão depois de um longo calvário com a águia ao peito.

Estava na hora da onda vermelha explodir de vez, com as bancadas a homenagearem os seus heróis, que até ao apito final ainda ameaçaram marcar por diversas vezes, com Jonas a assumir o protagonismo, como é seu hábito.

A verdade é que a bola não entrou novamente, mas a vitória robusta estava consumada, os três pontos garantidos, e a tão ambicionada ‘reconquista’ alcançada. E a Luz aplaudiu os seus novos campeões.

Páginas