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94 canoístas de 18 clubes na etapa do Campeonato Nacional de Canoagem Mar, entre Machico e o Funchal

Diário de Notícias - Desporto - Seg, 17/09/2018 - 13:41

Realiza-se no próximo sábado, dia 22, a VI etapa do Campeonato Nacional de Canoagem Mar, a disputar-se entre Machico e o Funchal.

Nesta competição nacional estão inscritas 72 tripulações num total de 94 canoístas em representação de 18 equipas. 13 destes clubes são clubes continentais e dos Açores.

A competição a ser dirimida ao longo de 19,3 km, tem largada, da baía de Machico, prevista para as 10h30, ficando a meta instalada no Funchal, com chegada em São Lázaro.

Ao início da tarde, no Salão Nobre dos Paços do Concelho de Machico, decorreu a apresentação desta prova nacional.

Viriato Timóteo, da Associação Regional de Canoagem da Madeira, aproveitou para destacar, entre os canoístas inscritos, a presença de dois atletas espanhóis, entre os quais, o olímpico Carlos Perez. Referência especial também para os cinco canoístas internacionais portugueses que vão competir nesta etapa que antevê “bastante disputada”.

Integrado no programa deste evento, na sexta e no domingo irão realizar-se outras duas provas: uma no Seixal, o Madeira Surfski Lifesaving, outra no Funchal, o Madeira Ocean Race.

No sábado, antes da prova rainha, haverá uma regata destinada às escolas de canoagem.

Na apresentação deste Campeonato Nacional de Canoagem Mar VI, o responsável regional pela modalidade destacou o apoio preponderante das câmaras de Machico e do Funchal, da Direcção Regional de Juventude e Desporto e da Transinsular, entidades decisivas na exequibilidade do evento.

Griezmann diz que já consegue sentar-se "à mesma mesa que Messi e Ronaldo"

TSF - Desporto - Seg, 17/09/2018 - 13:19
O jogador francês afirmou que já tem condições de se "sentar à mesa com Messi e Ronaldo", lamentando que a FIFA tenha ignorado a seleção campeã mundial na nomeação para melhor futebolista do ano.

NCHSAA 1A/2A State Champion Lyndsey Reeve Sends Verbal to Penn

Swimming World - Seg, 17/09/2018 - 13:00

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NEW COMMIT: Emerald Isle, N.C. native Lyndsey Reeve has announced her verbal commitment to the University of Pennsylvania beginning in the fall of 2019. She will join Anna Feng as a member of the class of

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Categorias: Natação Mundial

Quem foi/é o melhor lutador de MMA de sempre do Mundo?

Fair Play - Seg, 17/09/2018 - 12:59

Há dias venho pensando quem seria o ícone das Artes Marciais Mistas. Entre tantos nomes que me vieram à cabeça, tive dificuldades em focar em 1 único lutador.

Na história do MMA!

Tivemos alguns candidatos ao posto de melhor das épocas. Podemos rapidamente citar alguns nomes como o do Kazushi Sakuraba. O Japonês fez lutas memoráveis pelo Pride Fighting Championships e praticamente fundou o UFC. Sakuraba é conhecido pela sua maestria no Wrestling Japonês, Grappling e Submission, além de ser chamado como Gracie Hunter, por ser o lutador que mais derrotou integrantes da Família Gracie, desenvolvedores do jiu-jitsu brasileiro.

Fonte: Barstool Sports

Com Royce Gracie por exemplo, tem a incrível marca da luta mais longa do vale-tudo moderno, quando no ano de 2000, após seis rounds de quinze minutos, Sakuraba cansou o seu oponente e a equipe de Royce jogou a toalha.

Um pouco mais novo, mas com muita notoriedade no desporte, podemos citar o ainda lutador russo, Fedor Emelianenko, Fedor é considerado por alguns o melhor das Artes Mistas. Lutadores como Caín Velásquez, Georges St. Pierre e José Aldo já confirmaram em entrevistas que concordam com essa afirmação. Emelianenko começou sua história em meados dos anos 2000, fazendo do Pride seu parque de diversões. Ele ficou praticamente uma década invicto e tem o mestre do MMA brasileiro Rodrigo Minotauro como seu maior ”Freguês” no desporte.

Fonte: MMa Mania

Com certeza, eu poderia passar o dia escrevendo sobre esses dois lutadores, ícones do MMA em seus países e que carregam milhares de fãs pelo mundo, mas acabei focando em um lutador brasileiro. Em grande dúvida, já que o Brasil é um celeiro de bons lutadores, tanto da nova quanto da velha geração, atletas que fizeram parte do começo do Pride, outros que desenvolveram o jiu-jitsu, dos Pesos-leves aos Pesos-pesados, de Wanderlei Silva a Vitor Belfort

Conversa de bar tem resultado…

Conversando com um amigo, também brasileiro e lutador Conrado Gavião, chegamos a uma conclusão. Quem moveu mais fãs para o desporto?

Quem quebrou recordes e foi o sujeito a ser batido durante anos por essa nova geração?

Caros amigos, irei brevemente falar sobre uma lenda, que ainda não aposentou-se formalmente, mas acredito estar muito próximo.

Fonte: mmafighting

Anderson Silva, também conhecido com The Spider, nasceu em 1975 e é ex-Campeão Peso Médio do UFC. Lutador de voz fina, muitas vezes até engraçada, dentro do octógono Anderson não dava margens para sorrisos. Pelo contrário, irreverente, era ele quem dava risada dos adversários, uma de suas artimanhas para desestabilizar o rival ainda em combate.

Quando tudo começou!

A base da arte marcial de Anderson começou muito cedo, quando logo aos cinco anos deu inicio às aulas de Taekwondo. Já faixa preta, especializou-se no Muay Thai e no Jiu-jitsu, tornando-se faixa preta e mestre em tudo que aprendeu. O lutador, que nasceu em Curitiba (capital do Paraná), viajou para a maior cidade brasileira, São Paulo, para tentar uma vaga em um time. No entanto, não se tratava de um time de lutas, e sim um time de futebol! O treinador logo reparou que seu forte era outro e o colocou para treinar na equipe de Boxe do clube.

Com uma rápida ascensão e com o surgimento de patrocinadores, Silva logo resolveu seguir a carreira do MMA. De 2000 a 2006, colecionou vitórias em diversas organizações que lutou como, Pride, Cage Rage, Meca e Shooto.

Fonte: pinterest

Em 2006, ele apareceu para o mundo quando entrou para time do, até então em crescimento, UFC. No mesmo ano, ”The Spider” consagrou-se campeão e detentor do cinturão que iria defender por mais de 11 lutas e um pouco mais de 7 anos, sempre invicto e quase sempre derrubando seus adversários sem pena. O crescimento da organização durante esse período foi evidente, muitos lutadores passaram a querer fazer parte dos cards, os eventos eram transmitidos mundialmente, fãs de todos os lados pagando pelas transmissões do PPV.

Anderson era quase sempre o centro das atenções, até que o reinado veio ao fim. Em 2013, Spider realizou uma luta com o então inexpressivo Chris Weidman, com quem nem queria lutar. Em entrevistas, Silva chegou inclusive a menosprezar o americano. Naquela noite, Anderson foi finalizado com um soco, chegando a anunciar aposentadoria, mas duas semanas depois, a revanche era marcada para o fim do mesmo ano.

Fonte: Sportv

Dana White, que já declarou ter Anderson Silva como o maior de todos os tempos, anunciou a revanche como a luta da história do UFC.

O trem descarrilhado.

Nada mais parecia dar certo para Spider que, na revanche, incrivelmente quebrou a perna ao tentar um chute baixo muito comum do Muay Thai. Assim, o lutador ficou sem o cinturão e sem luz no fim do túnel, já que daí em diante, nada mais fez sentido em sua carreira. Seus retornos foram marcados por doping, derrotas e apenas uma única vitória.

Aguardando o fim da punição por conta do doping, Anderson dedica-se a carreira de ator e tenta ”casar” uma luta histórica no boxe com seu maior ídolo, Roy Jones Jr.

Hoje aos 43 anos, Anderson Silva é muito contestado pelos lutadores, principalmente pelos que já foram suas vitimas. Teria ele, chegado aonde chegou fazendo uso de esteroides anabolizantes? Infelizmente, Silva não é o primeiro e nem será o último desportista que espera chegar ao fundo do poço, para finalizar sua carreira. Provavelmente, se tivesse feito isso em seu auge ou após as derrotas contra o americano Chris Weidman, hoje teríamos uma lenda incontestável.

Fonte: Goiás News

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Voleibolista brasileiro do CV Teruel Vinícius Noronha encontrado morto

Diário de Notícias - Desporto - Seg, 17/09/2018 - 12:55

O voleibolista brasileiro Vinícius da Silva Noronha, que representava o CV Teruel e foi considerado o melhor líbero da Superliga espanhola de 2017/18, foi hoje encontrado morto em casa, revelou o presidente do clube, Carlos Ranera.

Vinícius Noronha, de 26 anos, devia ter integrado a concentração para a deslocação do CV Teruel a Alcaniz, para a realização de um jogo de pré-temporada, e quando o clube procurou saber a razão da ausência encontrou o jogador morto em casa.

“Não sabemos mais nada. Ele [Vinícius Noronha] foi encontrado morto na cama e a morte deve ter ocorrido durante a noite”, explicou o presidente Carlos Ranera, acrescentando que só a autópsia poderá esclarecer o que aconteceu.

Carlos Ranera recordou ainda que Vinícius da Silva Noronha, no CV Teruel desde 2015/16, tinha realizado e passado com sucesso e sem que nada de anormal tenha sido detetado todos os testes físicos realizados no início da época.

Entretanto, fontes da delegação do governo em Aragão revelaram à agência EFE que a autópsia ao jogador será feita na terça-feira no Hospital San Jose, em Teruel.

Serena Williams fala pela primeira vez sobre polémica com árbitro português

TSF - Desporto - Seg, 17/09/2018 - 12:46
Em entrevista a um programa australiano, a tenista insiste que foi vítima de sexismo e nega ter feito batota durante a final do US Open.

Zlatan Ibrahimovic aponta o golo 500 da carreira em ‘modo taekwondo’ veja o vídeo

Diário de Notícias - Desporto - Seg, 17/09/2018 - 11:18

Zlatan Ibrahimovic, avançado sueco de 36 anos que actua ao serviço dos LA Galaxy, nos EUA, apontou no passado fim-de-semana um tento que já percorre o Mundo.

Em modo ‘taekwondo’ e de costas para a baliza, Zlatan fez o impossível e apontou, de forma categórica, o seu 500.º golo da carreira.

O tento não valeu de muito dado que os LA Galaxy acabaram por perder, frente ao Toronto FC, por 5-3.

Ronaldo estreia o marcador pela Juventus e faz as delícias da imprensa italiana

TSF - Desporto - Seg, 17/09/2018 - 10:30
Ao quarto jogo na Série A italiana, o capitão da seleção portuguesa abriu o livro no jogo da Juventus frente ao Sassuolo, e marcou os dois golos que deram a vitória à "vecchia signora". Foi a estreia de Ronaldo a marcar com a camisola do clube de Turim.

Jornais desportivos italianos rejubilam com golos de Cristiano Ronaldo

Diário de Notícias - Desporto - Seg, 17/09/2018 - 10:10

Cristiano Ronaldo está em grande destaque nos jornais desportivos italianos, depois de ter marcado dois golos que ditaram a vitória da Juventus frente ao Sassuolo.

“Estou aqui!” titula o TuttoSport que faz menção à estreia nos golos do avançado madeirense no campeonato italiano. La Gazzeta dello Sport apresenta “CR2” na capa para dizer que Cristiano coloca a Juve a voar. O Corriere dello Sport, por seu turno escreve “Finalmente Champeons: Ronaldo satisfaz sua fome de golos com uma dupla vitória que consolida a liderança da Juve. E agora voltou a obsessão”.

Cristiano Ronaldo tardava em mostrar os seus dotes de goleador na Juventus, mas ontem estreou-se a marcar, bisando no triunfo 2-1 sobre o Sassuolo na quarta jornada da Liga italiana de futebol.

O português marcou primeiro aos 50, aproveitando um erro da defesa que deixou a bola à sua mercê na pequena área, e aos 65 em contra-ataque, rematando cruzado após passe de Emre Can.

Babacar ainda reduziu aos 90+1, insuficiente para travar o pleno de quatro triunfos da ‘vecchia signora’, que contou também com João Cancelo no ‘onze’, e que comanda isolada com 12 pontos, mais três do que o Nápoles, que no sábado tinha vencido a Fiorentina por 1-0.

Despite Rules Revolution in Water Polo, One Constant Remains: Hungary Wins!

Swimming World - Seg, 17/09/2018 - 07:25

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By Michael Randazzo, Swimming World Contributor BERLIN, Germany. The rules revolution in international water polo claimed its first of hopefully many successes: behemoths Croatia and Serbia did not make the

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Categorias: Natação Mundial

Virginia Tech Hokies Receive In-State Verbal From Will Koeppen

Swimming World - Seg, 17/09/2018 - 02:18

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NEW COMMIT: McLean, Va. native Will Koeppen will make the move to Blacksburg in the fall of 2019 with his recent verbal commitment to Virginia Tech. Koeppen does his club swimming with Machine

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Categorias: Natação Mundial

Lewis Hamilton vence em Singapura e alarga vantagem no Mundial

Diário de Notícias - Desporto - Seg, 17/09/2018 - 02:07

O britânico Lewis Hamilton (Mercedes) venceu ontem o Grande Prémio de Singapura de Fórmula 1 e alargou para 40 pontos a vantagem no campeonato sobre Sebastian Vettel (Ferrari).

A seis corridas do final do campeonato, o piloto britânico deu um passo importante rumo ao título, até porque esta era uma pista que, em teoria, favorecia a Ferrari.

Contudo, o campeão em título tratou de aplicar uma prática diferente logo desde o arranque, só perdendo a liderança quando parou nas boxes para trocar de pneus, à 16.ª volta.

Daí em diante só sentiu alguma pressão do segundo classificado, Max Verstappen (Red Bull) na volta 38, quando foi preciso dobrar pilotos atrasados.

No final, Lewis Hamilton admitiu que, nessa altura, sentiu “o coração na boca por momentos”. “Não me deixaram passar. Julgo que o Max [Verstappen] teve mais sorte com o local da pista onde apanhou tráfego”, explicou.

O campeão em título considerou que esta “foi uma corrida dura”.

“Pareceu-me a mais longa da minha carreira. Ainda bem que já acabou”, comentou, no final de um Grande Prémio em que terminou com o tempo de 1:51.11,611 horas, com 8,961 segundos de vantagem para o holandês Max Verstappen. Esta foi a quarta vitória do piloto da Mercedes no circuito asiático, 69.ª da carreira.

O alemão Sebastian Vettel (Ferrari) fechou os lugares do pódio, já a 39,945 segundos, depois de uma estratégia errada na escolha de pneus.

A equipa italiana optou por parar logo à 15.ª volta, para colocar pneus macios no carro de Vettel, que nunca mais teve ritmo para acompanhar o duo da frente.

“Não fomos rápidos o suficiente, não tivemos ritmo. Tentámos ser rápidos no início, mas não deu resultado. A partir daí fiz uma corrida diferente da deles, com outros pneus. Se parasse, perderia muito tempo nas boxes”, explicou.

A corrida ficou ainda marcada pelo incidente entre Sergio Perez e Esteban Ocon, ambos da Racing Point Force India, que terminou com Ocon a embater no muro e a obrigar à entrada do ‘safety car’ em pista.

A próxima prova, o Grande Prémio da Rússia, disputa-se em 30 de setembro.

Quickly-Improving Taylor Steele Gives Verbal to South Carolina

Swimming World - Seg, 17/09/2018 - 01:03

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NEW COMMIT: Myrtle Beach, S.C. breaststroker Taylor Steele has announced her verbal commitment to stay in-state and swim for South Carolina in the fall of 2019. She will join Emily Horomanski as members of the

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Categorias: Natação Mundial

O grito dos Springboks em terra de “kiwis”- Rugby Championship 2018

Fair Play - Seg, 17/09/2018 - 00:22
GOLPE SUL-AFRICANO DURO, IMPREVISÍVEL… MAS MERECIDO?

Estocada, não final mas a necessária para o reerguer dos Springboks, que foram até Wellington derrotar os bicampeões do Mundo e do Rugby Championship por 36-34. Mas realmente até que ponto uma vitória pode mudar o rumo negativo dos acontecimentos do rugby sul-africano?

Auxiliará, em parte, a confiança de e em Rassie Erasmus que após o jogo com a Austrália (derrota num encontro pobre e com vários erros de parte a parte) foi algo criticado pelas escolhas que optou por. Agora, fez o improvável, o inimaginável até para alguns, com uma vitória fenomenal em terras neozelandesas que será relembrado como umjogo para mais tarde recordar.

Para os sul-africanos o será porque foi a vitória contra o tal improvável, depois de mais 20 minutos a defender dentro dos seus últimos 30 metros, com avalanches e ensaios dos All Blacks que não foram suficientes para mudar o destino final do jogo; e para os neozelandeses que terá de servir de tábua de aprendizagem não só pelos erros caricatos como pelos “soluços” de liderança em momentos cruciais.

Olhemos, por um momento, para as estatísticas:

All Blacks: 33 defesas batidos, 9 quebras de linha, 3 penalidades, 633 metros conquistados, 205 corridas com bola, 75% de posse de bola, 79% de território, 3 minutos nos 22 adversários e realizaram 46 placagens, para falharem 10

Springboks: 10 defesas batidos, 8 quebras de linha, 10 penalidades, 245 metros conquistados, 59 corridas com bola, 25% de posse de bola, 21% território, 1,26 minutos nos 22 adversários realizou 226 placagens, falhando 33

Ou seja, a equipa que mais fez para ganhar em termos de conquista de território, domínio dos vários parâmetros de jogo, mais engenho na hora de tirar o placador da frente e até mais tempo de ocupação nos 22 adversários saiu derrotada. Contudo, há um factor decisivo para reflectir: tanto tempo dentro dos 22 e tanta posse de bola não significaram ensaios e pontos no placard.

Como isso aconteceu? Por um lado, os jogadores de Steve Hansen cometeram erros decisivos no controlo da oval (o tal handling), com 7 perdas de bola para a frente nos últimos 5-10 metros da defesa sul-africana, alguns de forma inacreditável como aconteceu comTuipulotu ou Ioane. Maus passes e más decisões mancharam o ataque mais vibrante e agressivo dos All Blacks em alturas decisivas do jogo.

Todavia, o outro lado foi fundamental: a defesa da África do Sul. E esta defesa não se fica só pelas constantes placagens nos últimos metros, principalmente em cima da área de ensaio onde não só existiu o aspecto de enviar o adversário para trás (nem Whitelock ou Ardie Savea fugiram a estes viranços) como também de não fazer faltas na linha de defesa (zero penalidades por fora-de-jogo)… mas como dizíamos não se ficou só por isso como também pela defesa activa e de reacção ao ataque neozelandês em jogo aberto.

Ou seja, as interceptações aos passes mal “inventados” por Jordie Barrett e Anton Lienert-Brown. O nº15 dos All Blacks demonstrou que está muito longe do nível a que se exige nesta selecção, com claras “culpas” no ensaio de Dyantyi (andou por trás, invés de surgir rapidamente na linha) para depois ainda piorar a imagem com aquele passe mal concebido a partir de um alinhamento.

Invenção ao máximo deu o ensaio da reviravolta sul-africana. Já o de Lienert-Brown foi um misto de inteligência de Cheslin Kolbe (quando lançado ninguém o pára) e de pouca clarividência do centro que numa situação de dois para um, atira um passe para as mãos do ponta suplente.

Um misto de erros estonteantes e imprivisiveis (novamente esta palavra fica bem associada ao que se passou em Wellington) “queimaram” a estratégia dos All Blacks que andaram sempre atrás do prejuízo durante 60 minutos. A África do Sul mal atacou, demonstrando que não tem bons processos ou dinâmicas ofensivas consistentes, optando por se entregar à placagem, contra-ruck e reacção rápida.

Os boks foram solidários na linha, nunca abriram espaço, acreditaram sempre no compromisso de equipa e endureceram perante uma equipa que confia excessivamente que consegue ir buscar a vitória nas combinações e movimentações e não em pontapés.

Foi extraordinário ver Pieter-Steph du Toit (24 placagens), Warren Whiteley (20 placagens), Franco Mostert (24 placagens) ou Siya Kolisi (18 placagens)  a desdobrarem-se e a irem buscar os seus adversários constantemente em todo o comprimento do jogo.

Beauden Barrett falhou também dois pontapés de conversão frontais e, em parte, tem culpa no resultado final. Todavia, como Ryan Crotty, Samuel Whitelock, Scott Barrett, Jack Goodhue, Ben Smith foi dos melhores em campo no que toca ao jogo jogado… faltou que os asas Sam Cane e Liam Squire participassem mais no jogo (estiveram completamente ausentes durante grande parte do encontro), que Rieko Ioane explodisse na linha nas jogadas através de alinhamentos ou de um Anton Lienert-Brown mais forte na leitura ofensiva.

Rassie Erasmus devolveu “dentes” aos Springboks com um contra-ataque mortal, uma genialidade em saber lutar na linha de defesa e uma paciência só à altura das grandes selecções mundiais. Conseguirá Steve Hansen responder daqui a umas semanas ou os All Blacks vão tropeçar mais do que se espera?

LEDESMA UNE, DELGUY DESLUMBRA E E FOLAU ENGASGA

Começamos pelo fim… Israel Folau esqueceu-se que o rugby é um jogo de equipa e que o excesso de protagonismo pode não só tirar um ensaio ou até uma vitória, como pode ditar o fim de uma série de processos numa selecção, pois Michael Cheika está neste momento sob grande pressão.

Um passe que não saiu, um ensaio que se perdeu e uma derrota que atirou a Austrália para o último do grupo a duas jornadas do fim, para além de caírem para um histórico 7º lugar no ranking da World Rugby. Os Pumas mereceram a vitória pela defesa que apresentaram na segunda parte e pela genialidade no ataque esboçada nos primeiros 40 minutos.

A Argentina foi novamente uma selecção “predadora” no breakdown, com oito turnovers de raça que puseram Kurtley Beale desesperado por bolas mais rápidas a partir do ruck… nem o incrível Will Genia conseguiu dar velocidade depois de três ou quatro fases, encontrando diversos problemas na organização do ruck muito por culpa da falta de clareza na limpeza deste sector.

David Pocock tentou responder na mesma “moeda” e até salvou dois ensaios em cima da linha, só que não foi o suficiente para dar outra vida a uma Austrália partida a nível de processos ofensivos.

Kurtley Beale mexe bem no ataque, mas está longe de ser um organizador nato como o é Bernard Foley, ficando-se mais pela criação espontânea de dinamismos no ataque ou no esboçar de linhas mais “caóticas” mas difíceis de ler. Nesse sentido, ter Israel Folau e Marika Koroibete permite dar outra versatilidade a esse tipo de situações mais rápidas e instintivas e até se deram alguns lances mais fantásticos do encontro a partir dessas movimentações.

Mas faltou consistência, unidade e ligação entre alguns sectores dos Wallabies que ficaram assim ainda mais “reféns” de uma Argentina dura na hora de placar, que apresentou uma resposta defensiva sempre genial e inteligente para pôr termo à liberdade de Genia no jogo rápido.

Agustin Creevy aproxima-se da sua melhor forma, com turnovers rápidos para depois sair logo de seguida para o ataque, semeando o “pânico” na defesa dos Wallabies que não conseguem, de forma alguma, se encontrar.

Os Pumas têm identidade, sabem o que é união e de como se usa o colectivo para ganhar jogos… a Austrália por outro lado é francamente superior à África do Sul ou Argentina em qualidade geral do XV, todavia não sabem nem parecem querer saber do sentido de jogo em grupo, do trabalho em colectivo e de como é será o XV que os guiará às vitórias. O individualismo em excessivo é derrotável e a Argentina de Ledesma provou que é através de sinergias comuns que se pode atingir outro patamar.

A Argentina continua a fazer bom uso das movimentações do três-de-trás, com Boffelli, Delguy (está numa forma assombrosa este ano e o ensaio aos 36′ foi só uma pequena demonstração da sua qualidade) e Moyano a articularem-se bem. A somar a isto, há Nicolás Sánchez que vai também regressando ao seu melhor e já está a morder os calcanhares de Beauden Barrett na lista de melhores pontuadores.

Como reagirá a Austrália na África do Sul? E a Argentina consegue fazer o impossível contra os All Blacks?

EQUIPA DA SEMANA: Steven Kitshoff, Codie Taylor, Ben Franks, Franco Mostert, Samuel Whitelock, Pablo Matera, Pieter-Steph du Toit, Warren Whiteley, Will Genia, Nicolas Sanchez, Bautista Delguy, Jeronimo de la Fuente, Jack Goodhue, Ben Smith e Dylan Haylett-Petty

JOGADOR DA SEMANA: Bautista Delguy (Argentina)

PONTUADOR MÁXIMO: Nicolás Sánchez (Argentina) com 12 pontos

MELHOR ENSAIO: Israel Folau (Austrália)

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Áfrico pede desculpa a Wendel depois de uma agressão. Os jogadores trocaram camisolas

TSF - Desporto - Dom, 16/09/2018 - 23:46
Um gesto de fair-play no final do encontro entre o Sporting e o Marítimo.

Marcos Freitas e Fu Yu disputam Campeonato da Europa

Diário de Notícias - Desporto - Dom, 16/09/2018 - 23:18

A União Europeia de Ténis de Mesa (ETTU) realiza, entre os próximos dias 18 e 23 de Setembro, em Alicante (Espanha), o Campeonato de Europa Individual 2018.

As Selecções Nacionais de Portugal irão marcar presença neste grande evento, com destaque para a participação do atleta madeirense Marcos Freitas e de Fu Yu, aos que se juntam Diogo Carvalho, Diogo Chen, João Geraldo, Tiago Apolónia, Célia Silva, Leila Oliveira e Shao Jieni.

Os treinadores responsáveis serão Kong Guoping, Francisco Santos e Xie Juan. A comitiva integra o fisioterapeuta madeirense André Costa e José Bentes (Secretário Geral da FPTM).

Neste evento, que reúne os melhores atletas do velho continente, serão disputados os títulos europeus na vertente de singulares, pares e pares mistos, sendo que a competição inicia-se com a fase de grupos, a ser realizada a partir da próxima terça-feira (18 de setembro).

Para Marcos Freitas, esta participação acontece num bom momento de forma, depois de ter alcançado a final do Open Internacional da República Checa, no passado dia 26 de agosto. O atleta internacional madeirense é o atual n.º 4 do Ranking Europeu, sendo uma das figuras deste Europeu.

De referir que o olímpico madeirense participou no Campeonato da Europa Individual em 2016, onde alcançou os quartos de final, tendo apenas sido derrotado pelo francês Emmanuel Lebesson, adversário que se viria a sagrar Campeão Europeu.

Para a atleta Fu Yu, atual n.º 7 do Ranking Europeu, esta será mais uma importante participação internacional, representante que se tem vindo a exibir num nível superior, tanto a nível individual como em representação do seu clube.

Na última edição do evento, Fu Yu sagrou-se Vice-campeã Europeia, tendo apenas perdido, na final, com a atleta turca Hu Melek, deixando antever uma boa prestação nesta edição da competição. De referir que a atleta venceu recentemente a prova feminina do 22º Open Internacional da Madeira.

Na última edição, realizada em Budapeste em 2016, a Seleção Nacional havia conquistado uma medalha de ouro (João Monteiro em pares mistos, que este ano não poderá defender o título por estar lesionado), de prata (Fu Yu) e de bronze (João Geraldo e Tiago Apolónia em pares masculinos).

Varzim vence Belenenses com reviravolta e lidera grupo na Taça da Liga

TSF - Desporto - Dom, 16/09/2018 - 22:14
Os poveiros venceram o Belenenses por 2-1.

Veja aqui o resumo do encontro entre Sporting e Marítimo

Diário de Notícias - Desporto - Dom, 16/09/2018 - 22:08

O Sporting, detentor da Taça da Liga de futebol, iniciou hoje a defesa do troféu com uma vitória em casa sobre o Marítimo, por 3-1, em jogo da primeira jornada do Grupo D da terceira fase.

Raphinha inaugurou o marcador no Estádio José Alvalade, em Lisboa, aos 26 minutos, e o capitão Bruno Fernandes ampliou a vantagem, aos 54, de grande penalidade, antes de bisar, aos 63, momentos depois de Correa ter reduzido a diferença para os madeirenses, aos 61.

O Sporting assume a liderança do Grupo D, com três pontos, e fica a aguardar a conclusão da jornada, que se completa na segunda-feira com o embate entre o Estoril Praia, da II Liga, e o Feirense.

Os vencedores dos quatro grupos, disputados a uma volta, qualificam-se para fase final, que se realiza entre 22 e 26 de janeiro de 2019.

Marítimo perde frente ao Sporting para a Taça da Liga

Diário de Notícias - Desporto - Dom, 16/09/2018 - 21:57

O Marítimo perdeu esta noite, em Alvalade, por 3-1, frente ao Sporting, em jogo alusivo à 1.ª jornada do Grupo D da Taça da Liga.

A equipa orientada por José Peseiro chegou à vantagem à passagem do minuto 26, com um tento apontado pelo extremo brasileiro Raphinha, resultado com que as equipas recolheram aos balneários.

No segundo tempo, Bruno Fernandes, de grande penalidade (53’), aumentou a vantagem leonina, sendo que aos 61 minutos o argentino Jorge Correa reduziu para os insulares.

A resposta não tardou e dois minutos depois o médio Bruno Fernandes, que capitaneou a formação lisboeta, estabeleceu o resultado final.

Com esta vitória o Sporting lidera o Grupo D, com três pontos, enquanto os insulares ficam à espera do desfecho da partida entre Estoril e Feirense, agendada para amanhã, às 20h15, a fim de perceber que hipóteses têm ainda de passar às meias-finais da competição.

De referir que o encontro fica ainda marcado pela expulsão directa de Lucas Áfrico, após uma entrada muito feia a Wendel.

Rugby Lab 39# Recordar o Mundial com Nuno Mascarenhas e Duarte P. Gonçalves

Fair Play - Dom, 16/09/2018 - 21:55
O BRONZE QUE MERECIA TER SIDO OURO COM NUNO MASCARENHAS E DUARTE P. GONÇALVES

O Mundial de Rugby “B” de sub-20 já está para trás mas os feitos de Portugal não podem ser esquecidos até pela dimensão que têm atingido nos últimos anos. Nuno Mascarenhas e Duarte Pinto Gonçalves fazem parte desta geração que passou por grandes momentos.

O talonador do GDS Cascais e o ponta do CDUL participam no nosso podcast semanal que retorna com uma conversa sobre o grupo, o espírito de união, o trabalho árduo e o futuro numa modalidade amadora em Portugal.

Ouve, participa e deixa uma palavra aos internacionais sub-20 da Alcateia portuguesa!

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