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Euro’2020: Irlanda do Norte, Bélgica e Itália com o pleno de 12 pontos

Diário de Notícias - Desporto - Ter, 11/06/2019 - 23:12

Irlanda do Norte, Bélgica e Itália juntaram-se hoje a Espanha e Polónia como as únicas equipas com o pleno de 12 pontos em quatro jogos disputados no apuramento para o campeonato da Europa de 2020 de futebol.

A Alemanha ‘esmagou’ a Estónia (8-0) e tem os nove pontos correspondentes aos três encontros que disputou no grupo C, contudo, está a três da Irlanda do Norte, que ganhou 1-0 na Bielorrússia e tem 12: os germânicos visitam o surpreendente rival em 09 de setembro, três dias depois de receberem a Holanda.

A ‘laranja mecânica’, que no domingo perdeu a final da Liga das Nações para Portugal, por 1-0 no Estádio do Dragão, no Porto, soma apenas três pontos, mas tem somente dois encontros.

Dzeko, aos 32 minutos, encostou a bola para o 1-0 da Bósnia-Herzegovina em Itália, contudo, os transalpinos reagiriam com um grande remate de primeira -- e sem deixar cair -- de Insigne (49), seguido de remate em jeito de Marco Verratti (86).

A Itália é primeira do grupo J com 12 pontos, mais três do que a Finlândia e seis do que a Arménia, depois desta se impor por 3-2 em casa da Grécia, que segue com quatro.

Na ‘poule’ I, a Bélgica, líder do ranking da FIFA, bateu a Escócia por 3-0 -- Romelu Lukaku marcou aos 45+1 e 50 e De Bruyne aos 90+2 -- e comanda com 12 pontos, seguida da Rússia com nove, após se impor ao Chipre por 1-0, enquanto Cazaquistão e Escócia têm seis, todos com quatro encontros.

Dias depois de inesperada, mas merecida, derrota 2-0 na Turquia, a França goleou por 4-0 em Andorra e agora integra o trio no topo do grupo H, com os mesmos nove pontos em quatro jogos da Turquia e da Islândia, que venceu em casa (2-1) o duelo entre ambos.

O experiente defesa Ragnar Sigurðsson, aos 21 e 31 minutos, fez, de cabeça, os dois golos dos ilhéus, que viram o também defesa Dorukhan Toköz (40) reduzir do mesmo modo.

Na ‘poule’ E, Máté Pátkai encontrou aos 80 minutos uma bola solta na área e marcou o único golo do triunfo da Hungria por 1-0 sobre o País de Gales, que permite aos magiares serem primeiros com nove pontos, ao alcance da Eslováquia e da vice-campeã do Mundo Croácia, que têm seis, porém menos um jogo.

Portugal integra o grupo B no qual soma apenas dois pontos -- comprometedores empates caseiros com Ucrânia e Sérvia -, atrás da Ucrânia, que tem sete pontos, e do Luxemburgo com quatro, ambos em três partidas realizadas.

Ucrânia e Coreia do Sul vão disputar a final do mundial sub-20

TSF - Desporto - Ter, 11/06/2019 - 22:55
Ambas as equipas vão participar na final pela primeira vez.

Presidente da Liga de futebol solicita reunião de urgência à TAP

Diário de Notícias - Desporto - Ter, 11/06/2019 - 22:02

O presidente da Liga Portuguresa de Futebol Profissional (LPFP), Pedro Proença, solicitou à administração da TAP uma reunião com caráter de urgência devido à alteração das tarifas para Madeira e Açores.

“A Liga Portugal mostra-se preocupada com esta intenção, que coloca em causa a sustentabilidade de clubes do futebol profissional, sobretudo no que às ilhas diz respeito”, refere a nota da LPFP enviada à agência Lusa e que reage ao anúncio da transportadora aérea nacional em alterar as tarifas de desporto para os arquipélagos da Madeira e dos Açores.

Já durante o fim de semana, o Nacional, que esta temporada foi despromovido à II Liga, manifestou a sua preocupação pelo fim da tarifa desporto, afirmando mesmo que essa decisão da TAP colocava “em causa a participação nacional”.

Em resposta, a TAP, que no final de março eliminou a aludida tarifa, fixada em 280 euros, considera que o fim da “tarifa desporto”, aplicada às diversas modalidades desportivas para os arquipélagos da Madeira e dos Açores, é mais favorável agora do que no modelo anterior, alegando que em 60% dos casos vai ser possível viajar com uma tarifa mais baixa do que a até agora aplicada.

O Nacional contestou essa ideia e assegura que “o fim da tarifa do desporto deixa as equipas da Região Autónoma da Madeira reféns de uma política de preços abusiva e absurda”, frisando que “aproveita de forma inaceitável o modelo do subsídio de mobilidade em vigor para aumentar substancialmente os rendimentos da empresa e os prémios a distribuir por alguns dos seus colaboradores”.

O clube insular exemplifica: “As viagens da equipa sénior de futebol do CD Nacional para o estágio de preparação de pré-temporada a realizar no Continente, apesar de marcadas com mais de um mês de antecedência, vão custar mais 36% do que custariam se estivesse em vigor a tarifa do desporto.”

E acrescenta: “As alterações nos dias e horas de jogos são feitas com duas a três semanas de antecedência, facilmente se percebe que os tais 60% de que fala a companhia dificilmente serão atingidos. Bem pelo contrário.”

Gil Vicente “é o projecto mais difícil da minha carreira”

Diário de Notícias - Desporto - Ter, 11/06/2019 - 20:35

O treinador de futebol Vítor Oliveira disse hoje, em Matosinhos, que o Gil Vicente talvez seja “o projeto mais difícil” da sua carreira, pois vai começar “do zero e precisar, sensivelmente, de 20 jogadores”.

Vítor Oliveira falava à comunicação social no final da cerimónia pública em que foi agraciado pela autarquia local com a Medalha de Mérito Desportivo, uma distinção que o executivo municipal aprovou há uma semana, por unanimidade.

A presidente da Câmara matosinhense, Luísa Salgueiro, afirmou que o técnico sempre se manteve ligado ao concelho que o viu nascer há 65 anos, apesar de um percurso profissional de praticamente 35 anos como que o levou a trabalhar em diferentes pontos do país.

“É muito especial ser homenageado pela Câmara da minha terra e um motivo de orgulho. É um dia inesquecível”, disse Vítor Oliveira quando atendeu os jornalistas, ainda com a medalha presa à lapela direita do casaco que trazia vestido.

Questionado sobre se a homenagem vale mais do que uma subida de divisão, uma especialidade em que se notabilizou e que esta época conseguiu pela 11.ª primeira vez, agora ao serviço do Paços de Ferreira, o treinador retorquiu que “são coisas completamente diferentes”.

O treinador analisou depois o seu próximo projeto, o Gil Vicente, equipa que subiu diretamente do Campeonato de Portugal à I Liga, considerando-o “talvez o mais difícil” que lhe passou pelas mãos.

“O projeto do Gil Vicente vai começar do zero. Penso que é até inédito no futebol português, mas estamos a trabalhar, muito já, por forma a fazermos uma equipa que possa conseguir os nossos objetivos, que é, fundamentalmente, mantermo-nos na I Liga”, sublinhou.

O Gil Vicente, assinalou, “precisa sensivelmente de 20 jogadores”, algo que o técnico considera “praticamente inédito” em Portugal, mas que a credibilidade e o currículo do técnico poderão facilitar.

“Acredito que o meu nome poderá ajudar a que alguns jogadores possam aceitar esse desafio pesadíssimo que será manter o Gil Vicente na I Liga”, referiu Vítor Oliveira.

A tarefa não será fácil, porque “o mercado está caro neste momento, mas, daqui a três ou quatro semanas, irá estar substancialmente alterado”, pois, em sua opinião, “alguns jogadores começam a perder as primeiras possibilidades de ir para fora e de fazer grandes contratos e a cair na realidade”.

Nessa altura, o técnico acredita que “irão aparecer jogadores” para o desafiante projeto do clube de Barcelos, onde trabalhou nas épocas 2001/02 e 2002/03.

Vítor Oliveira explicou ainda que aquilo que o atraiu no Gil Vicente foi o “aliciante” de ser um projeto com um “grau de dificuldade elevado”, até porque, argumentou, “precisava de um desafio mais difícil” para se motivar.

O Gil Vicente, do Campeonato de Portugal, vai ser reintegrado na próxima época no principal escalão, em consequência do caso Mateus.

O clube de Barcelos foi despromovido à II Liga na época 2006/07, por alegada irregularidade na utilização de Mateus, avançado atualmente no Boavista, tendo a Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) anunciado a reintegração na I Liga em 12 de dezembro de 2017, na sequência de uma decisão do Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa, em 2016.

Benfica multado em 61 mil euros por críticas à arbitragem

TSF - Desporto - Ter, 11/06/2019 - 19:17
Conselho de Disciplina revela as edições a que a multa diz respeito.

Edgar Costa renova com o Marítimo

Diário de Notícias - Desporto - Ter, 11/06/2019 - 18:55

Depois de um período de indefinição, que se prendeu com alguns problemas de ordem disciplinar na ponta final da temporada, o Marítimo acordou a renovação do contrato com Edgar Costa por mais uma temporada, com mais uma de opção.

O acordo aconteceu na tarde desta segunda-feira, após uma reunião entre o jogador madeirense e Carlos Pereira, presidente da SAD maritimista.

“Sempre foi o meu objectivo continuar no Marítimo”, referiu o jogador ao site do Marítimo.

Feitas as contas, Ronaldo é o segundo desportista mais bem pago do mundo

TSF - Desporto - Ter, 11/06/2019 - 18:21
Na lista elaborada pela revista Forbes, jogador português só surge atrás de desportista, e logo o maior rival.

Três temporadas "brilhantes". Shakhtar Donetsk agradece a Paulo Fonseca

TSF - Desporto - Ter, 11/06/2019 - 18:14
Rinat Akhmetov, presidente do Shakhtar, agradeceu ao técnico português as "três épocas lindas e brilhantes", acrescentando que o treinador "permanecerá no coração dos adeptos".

Clubes italianos também não concordam com reformulação na Champions

TSF - Desporto - Ter, 11/06/2019 - 18:00
Tal como Inglaterra, França e Alemães, Itália também não é a favor das mexidas nas regras da liga milionária.

E de repente, o Judo teve honras de prime time…

Fair Play - Ter, 11/06/2019 - 17:50
Quando um atleta ganha protagonismo por uma situação insólita

O Grand Slam de Baku, uma das principais etapas do Circuito Mundial da Federação Internacional de Judo (IJF), que decorreu entre os dias 10 e 12 de Maio, ficou marcado pela situação insólita que envolveu o judoca Anri Egutidze. O Judo Português teve honras de prime time, em praticamente todos os canais generalistas, o que por um lado é muito positivo, pois dá destaque a uma modalidade frequentemente esquecida (como praticamente todas as modalidades desportivas à exceção do Futebol), mas por outro motivou um amplo debate, onde se incluíram especialistas de futebol, políticos, ex-políticos, especialistas de temas que vão desde a política geoestratégica mundial a análise da vida alheia.

Ora por muito insólito que tenha sido este episódio, torna-se pertinente dar uma explicação do ambiente que antecede estes combates, pois o desconhecimento é óbvio e, como diz o povo, “a ignorância é atrevida”.

O Circuito Mundial reúne os melhores atletas do Mundo num conjunto de etapas, divididas em seis Grand Slam (as mais importantes e que mais pontos atribuem aos atletas), dez Grand Prix (ocorrem em maior numero mas atribuem menos pontos) e um Masters (evento que reúne os 16 atletas mais bem classificados no ranking de cada categoria de peso), que permitem amealhar pontos, fundamentais para a classificação dos atletas no ranking mundial e, em paralelo, desde o final de Maio de 2018 e durante dois anos, o ranking que definirá os atletas que estarão presentes nos Jogos Olímpicos de Tóquio.

Anri Egutidze, nasceu na Geórgia, antiga Republica Soviética, um País com uma grande tradição nos desportos de combate e, atualmente, uma das grandes potências do Judo, especialmente no género masculino. Veio muito novo para Portugal onde, desde muito cedo, iniciou a sua prática no Sporting Clube de Portugal. Tem diversos títulos Nacionais individuais e de equipas, foi campeão da Europa de Clubes o ano passado (feito histórico para o Judo Português), ao serviço do Sporting Clube de Portugal, foi Vice-Campeão da Europa de Juniores em 2016 e já conta com diversas medalhas no Circuito Mundial, o que o coloca, atualmente, entre os atletas com mínimos para as Olimpíadas de Tóquio 2020.

Anri Egutidze (Foto: EJU) Realidade de um atleta de alto rendimento

Um atleta de alto rendimento é, na prática, um atleta profissional, que treina uma média de 5/6 horas por dia, divididas em 2 ou 3 sessões de treino, que incluem sessões técnicas, de preparação física e de combate, sem esquecer a fisioterapia (para debelar ou recuperar de lesões) ou apoio psicológico e de nutrição.

A maioria dos atletas que competem a este nível – e que fique claro que estamos a falar da elite, dos melhores dos melhores – são atletas de alto rendimento, com uma dedicação profissional, sujeitos a uma enorme pressão, que começa uns dias/semanas antes, com a perda de peso, um verdadeiro pesadelo dadas as privações a que são sujeitos para que possam entrar na categoria de peso em que estão inscritos, com trabalho para a recuperação de lesões (algumas crónicas), ou pelo menos para minimizar as mesmas, sujeitando-se a sessões intensivas de fisioterapia e tratamentos. Isto para não falar de toda a ansiedade pré-competição, desde o momento do sorteio, em que os atletas conhecem os seus adversários.

No dia da prova, os atletas, depois do aquecimento e sessão de fisioterapia/massagem, aguardam o seu combate na sala de aquecimento e são obrigados a cumprir escrupulosamente a chamada, observam os combates dos seus potenciais adversários, num clima de tensão, de muita ansiedade. Quando o atleta é chamado para o combate, é sujeito a uma verificação do equipamento, o fato de Judo (Judogui) é inspecionado criteriosamente (limpeza, medida), depois passa para uma zona de espera, onde recebe as ultimas instruções do seu treinador, e tenta manter a concentração, o foco, estando autorizado a recorrer, à tecnologia (auscultadores ou headphones ligados por tecnologia sem fio a um telefone ou smartphone) para escutar uma determinada banda ou ouvir musica que permita manter a concentração e abstrair o atleta do ambiente tenso que o rodeia, focando-se no que é verdadeiramente essencial, o próximo combate.

Anri, como todos os outros competidores, esteve sujeito a toda esta rotina e, por lapso, no momento em que se encaminhou para o tapete onde iria decorrer o seu combate, apenas retirou os auscultadores, ficando o telefone dentro do casaco do seu Judogui, de onde caiu ao fim de 13 segundos de combate. O Judo não permite ao atleta que combata com qualquer elemento estranho, que possa colocar em risco a integridade física dos atletas, por isso foi de imediato desqualificado pelo árbitro. Uma situação insólita, que deixou o atleta frustrado e inconsolável. Compreensivelmente, apesar de ter sido negligente, pois deveria ter garantido que estava tudo preparado e em conformidade.

O acontecimento rapidamente propagado, sinal dos tempos modernos – pelas redes sociais, foi objeto de notícia em praticamente todos os órgãos de informação, tendo sido tema de debate em diversos painéis de comentadores.

Não haveria nada a estranhar sobre a visibilidade dada ao incidente, podendo até entender-se que correspondia a um maior interesse pela modalidade, mas a realidade é que, na véspera, Catarina Costa, atleta da categoria de 48Kg, tinha conquistado a medalha de Bronze nesta importante etapa do Circuito Mundial, e a notícia, tirando um pequeno apontamento nos diários desportivos, passou quase despercebida. Catarina Costa, para além de atleta de alta competição que está em excelente posição para a sua primeira qualificação Olímpica, para Tokyo 2020, é também finalista do curso de medicina, na Universidade de Coimbra.

Salvo melhor opinião, o bom resultado de Catarina Costa deveria ter sido a notícia a merecer destaque e ampla divulgação, em benefício do Judo e do nosso País. Mas este episódio demonstrou, mais uma vez, que estamos perante uma alarmante confusão de valores, lamentavelmente com o patrocínio sensacionalista dos media e com um veículo de propagação demolidor chamado redes sociais….

Teddy Riner-Bi campeao Olimpico e 10 vezes campeão do Mundo (Foto: Le Person)

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FC Porto pediu informações sobre Buffon

TSF - Desporto - Ter, 11/06/2019 - 17:12
A possibilidade de jogar de dragão ao peito agrada ao guarda-redes italiano.

Madeirenses conquistam pódio em prova internacional de trial 4x4

Diário de Notícias - Desporto - Ter, 11/06/2019 - 17:00

O piloto madeirense Adriano Santos, fazendo equipa com o navegador Daniel Jorge, em representação do Ash Euro4x4Parts Team, foram os melhores representantes portugueses no Xtrem Challenge Portugal 2019, uma competição internacional de trial 4x4, disputada entre 5 e 8 de Junho em Caminha, no norte de Portugal.

Numa competição muito dura e exigente, equipa madeirense viria a conquistar o terceiro lugar na categoria proto, cotando-se como a única representação portuguesa a conseguiu um lugar no pódio.

Nesta categoria proto, o triunfo foi conquistada pela equipa inglesa Allen Sharp, com 15.254 pontos, seguido pelos espanhóis Kematakos Xtream, com 16.620, enquanto os madeirenses alcançaram 18.740 pontos.

Sporting 18/19: história de inconformismo e um capitulo de sobrevivência

Fair Play - Ter, 11/06/2019 - 16:11

Quando a época 2018-2019 começou as perspetivas para o futebol do Sporting não poderiam ser mais negras. Uma Comissão de Gestão no lugar onde deveria estar uma direcção, muitos dos melhores do plantel do ano anterior em debandada, eleições e respectivo ruído à porta e clube fraccionado e em total ebulição por via do processo de destituição da antiga direcção estão longe de ser os ingredientes necessários para cozinhar uma época futebolística.

A primeira grande tarefa para a Comissão de Gestão centrou-se na tentativa de reversão dos processos de rescisão litigiosa, ainda que antes tenha recorrido à figura do período experimental para denunciar o contrato com o treinador sérvio Sinisa Mihailovic.

Os esforços de Sousa Cintra viram apenas o êxito com Bruno Fernandes, Dost e Battaglia. Hoje sabemos que a presença dos dois primeiros seria determinante para os resultados alcançados no final da época, especialmente a do craque português, em virtude da época estratosférica realizada, e sobretudo o que a sua valorização poderá representar para as contas da SAD no imediato ou num futuro próximo.

É verdade que a manutenção de Bruno Fernandes encerra em si o potencial de anular os prejuízos decorrentes de algumas opções estranhas seguidas no recrutamento para os lugares deixados vagos com a partida de titulares indiscutíveis e internacionais como Rui Patrício, William Carvalho, Gélson Martins especialmente. Seria preciso obviamente dinheiro que não havia para ir ao mercado encontrar jogadores que permitissem que o valor absoluto do plantel não sofresse profunda depreciação. Viviano, tal como Bruno Gaspar eram heranças da gestão anterior.

Mas o italiano não é Patrício e a gestão da sua aquisição e presença acentuou a ideia de instabilidade que se vivia em Alvalade. A estes acrescia ainda Marcelo, ex-Rio Ave, que nunca entrou nas contas de Peseiro, o treinador que entrou para o lugar de Mihailovic.

A depreciação de valor era cada vez mais evidente, acentuada pela decisão estranha de recorrer ao mercado, ignorando a prata da casa que poderia ajudar a não exponenciar o orçamento anual. Estranheza que se acentuou nas aquisições de Gudelj, Diaby e que se confirmou com o convite ao lesionado Suturaru.

Por cá Geraldes, Palhinha, Matheus Pereira, Baldé, entre outros, recebiam guia de marcha. O estágio de pré-época foi tão caótico como as constantes mudanças e anulações faziam prever e os resultados estiveram longe de ser auspiciosos. A primeira derrota no Troféu Cinco Violinos, ao fim de sete edições, trazia os maus presságios que os antecedentes históricos e a ausência de carisma de José Peseiro serviam para acentuar.

O nível exibicional andava entre o suficiente e o sofrível quando o Estoril vai a Alvalade impor uma humilhante derrota, instalando-se um ambiente ao qual o treinador dificilmente poderia sobreviver. A derrota seguia-se a prestação intrigante na Liga Europa, onde nem os golos nos minutos finais do jogo com o Volska conseguiram iludir um jogo de horrores, ante um adversário de nível claramente inferior. Peseiro seria despedido com lenços brancos no final do jogo pelos adeptos e por Frederico Varandas horas depois. A verdade é que nem o segundo lugar no campeonato impediu o accionar da mola do patíbulo e o treinador ribatejano foi à sua vida.

Era a vez do Keizerball. Numa jogada onde o recém-chegado presidente se vê obrigado a por o pescoço em linha, aterra em Alvalade, vindo dos longínquos Emirados Árabes aterra em Alvalade um treinador holandês cujo nome e curriculum nada diziam à generalidade dos adeptos e até aos entendidos.

(Foto: Record)

Discreto e beneficiando de um calendário favorável, conseguiu juntar os cacos para obter os primeiros resultados positivos, sabendo tirar partido do trabalho de estabilização realizado por Tiago Fernandes, que intermediou a sucessão de Peseiro. Os 30 golos obtidos em sete vitórias consecutivas levaram o novo treinador e equipa moralizados ao seu primeiro grande teste: o assalto ao castelo de Guimarães. Mas seria aí que se começaria a perder o ar do Keizerball, sendo o que o momento mais baixo seria vivido em Tondela, com uma derrota “impossível” de acontecer pela forma como sucede e com o adversário em inferioridade numérica.

Foi ainda à procura dos seus melhores momentos e de maior equilíbrio que o Sporting de Keizer chega à Final Four da Taça da Liga mas despido de qualquer favoritismo. Naquela que foi talvez a melhor e mais bem disputada edição da competição, o Sporting lutou com tudo o que tinha e podia para ganhar o direito a disputar a final e não se livraria do dramatismo do desempate por penalidades. Algo que haveria de repetir ao disputar a final com aquele que era, até ao momento, o líder incontestado da Liga 18/19.

À semelhança do guião adoptado poucas semanas antes, quando se deslocou ao Dragão, o Sporting aceitou sem angústias o papel de favorito do adversário e sobreviveu como pôde até Oliver lhe oferecer a oportunidade de estender a disputa do título em causa por mais meia hora. Mais uma vez, e continuando a fazer história nesta matéria de desempates, a equipa de Keizer haveria de festejar e fazer o bis na competição.

Entretanto a SAD tentava arrumar a casa, desfazendo-se dos equívocos da direcção anterior e dos excessos na folha salarial para uma época marcada pelo regresso à austeridade. Misic, Marcelo, Lumor, Bruno César, Castaignos, Nani e Montero.  Doumbia, Borja e Luiz Phellype são recrutados e Geraldes recuperado na Alemanha. Mas o regresso aos jogos do campeonato e Liga Europa foram aziagos.

Na eliminação ante o Villareal e com a goleada imposta pelo rival em casa Keizer sentiu pela primeira vez o peso do tribunal de Alvalade. A equipa era agora uma sombra do que prometia com a chegada do treinador, sofria golos com facilidade de não marcava tanto como outrora.  A repetição da derrota para a Taça de Portugal na casa do rival Benfica parecia querer dizer que a Taça da Liga teria que servir de prémio de consolação.

Foi talvez esse ar de fragilidade que terá levado o Benfica de Lage a apresentar-se em Alvalade com a atitude de quem sabe que, aconteça o que acontecer, a presença no Jamor estava garantida, sendo uma mera questão de tempo. À atitude expectante do rival o Sporting respondeu com um dos mais consistentes jogos da época, conquistando na força e inconformismo do magnifico pontapé de Bruno Fernandes o direito a disputar o segundo mais importante troféu nacional. Uma miragem produto de um delírio optimista se visto do atribulado momento de onde partiu no início da época.

Chegar à final é uma coisa, ganhá-la é outra bem diferente. Ainda por cima com um oponente a precisar de se justificar internamente perante a sensação de terem oferecido numa bandeja o campeonato ao adversário. Em estratégia que ganha não se mexe, parece ser agora o lema de Keizer. A receita que havia ditado a conquista da Taça da Liga seria novamente assumida sem qualquer pejo, reconhecendo o melhor e maior número de argumentos à equipa de Sérgio Conceição. E foi mesmo até ao fim, como dizia a frase motivadora assumida pelo clube.

Quando Luiz Phellype parte para aquele que foi o último penalty levava nos seus ombros e na ponta das botas a vontade inquebrantável dos seus adeptos que, mais uma vez enchiam o Jamor. A redenção de um dos momentos mais severos e implacáveis para o seu orgulho que lhes havia sido imposto um ano antes estava ali, contido no peito e nas gargantas, à espera de soltar num rugido que ecoará nas histórias das finais daquela arena.

A história desta época futebolística do Sporting é uma história de inconformismo, é um capitulo de sobrevivência de um grande clube, que se recusa a aceitar a desgraça dos vaticínios sinistros a querer adivinhar-lhe o fim que infelizmente ecoa muitas mais estridente de dentro para fora. As duas taças conquistadas, em particular esta última, são uma vitória sobre os adversários melhor habilitados e apetrechados e também, algumas vezes, contra uma parte de si mesmo.

São dois bilhetes que permitem agora à administração em funções de valer os argumentos exibidos por altura das eleições, que dão novas oportunidades ao treinador para a construção de um plantel à imagem das suas ideias e convicções, mas cuja validade expirará em desaires comprometedores como os registados com os Tondelas desta Liga NOS, a quem logrou apenas conquistar um mero ponto para o seu pecúlio. E os treze pontos de distância para o campeão em título denunciam que neste defeso tem ainda uma longa distância a percorrer para poder partir ao seu lado momento em que soar o tiro de partida para a Liga NOS 19/20.

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Diário do Atleta: o título de campeão holandês de Manuel Cardoso Pinto

Fair Play - Ter, 11/06/2019 - 15:55

Este é talvez o diário mais desafiante de escrever, na medida em que vou tentar expressar um sentimento que foi, até hoje, um dos mais fortes e intensos que senti neste mundo do rugby.

Passados 20 anos conseguimos alcançar aquilo que há muito se ansiava na cidade de Leiden. A vitória do campeonato nacional holandês!

Lembro-me de receber a proposta do clube em julho e de o treinador me dizer que estavam numa onda de recrutar alguns estrangeiros pois acreditavam que com o apoio de ou um outro jogador internacional conseguiriam vencer o campeonato. Após estes 8 meses em Leiden, a jogar pelo Diok, afirmo e com um imenso orgulho que saí de lá com o objetivo do clube cumprido.

Um clube que me tratou como se fosse da casa do início ao fim, um clube que eu aconselho vivamente a quem quiser ter uma experiência de um ano fora e sem dúvida o melhor clube da Holanda, não só a nível de rugby como de adeptos, staff, infraestruturas e de toda a gente que se envolve para tornar aquele clube melhor dia após dia.

Antes da final, foram encomendadas 1000 bandeiras, alugados 3 autocarros com adeptos, os bilhetes no clube esgotaram em menos de uma semana, no estádio parecia que estávamos a jogar em casa. Estavam à volta de 4000/5000 pessoas e arrisco-me a dizer que 80% apoiavam o Diok. Foi um ambiente incrível que vivi naquela final, pois também tinha o acréscimo da minha família estar presente naquele jogo tão importante.

Em relação ao jogo, foi duro e individualmente magoei-me aos 10 minutos no pé, nunca tendo conseguido jogar a 100% nos 70 minutos que restavam. Mas quando o ouvi o apito final, a dor desapareceu durante uns segundos, sabia que naquele momento, história tinha sido feita naquela pequena cidade holandesa onde o Rugby é visto como um dos desportos rei. 20 anos depois, demos uma alegria tão grande ao clube e adeptos que só quem esteve lá é que conseguiu sentir.

No dia a seguir, tinha o ombro dorido de tantos abraços que me foram dados e as pernas, não do jogo, mas provavelmente de tanto saltar… E não há nada como aquele sentimento de concretização, satisfação, o orgulho com que a minha família olhou para mim e saltou no fim daquele jogo, mas acima de tudo, a alegria que dentro dum campo de rugby, no fim daqueles 80 minutos, se contagiou para um clube e para uma cidade.

Pessoas do meu trabalho que nunca tinham ouvido falar de rugby, sabiam que alguma coisa especial se passava quando eu lhes contei que estávamos na final e eles mesmo não sabendo se a bola podia ser passada para a frente ou para trás, festejaram no estádio com a mesma emoção daqueles que apoiavam o clube à dezenas de anos.

Depois de tudo isto, fomos recebidos no clube por centenas de pessoas com centenas de bandeiras. À saída do autocarro, os sorrisos eram os mesmos de há 2 horas atrás e continuavam a preencher-me cada vez mais e a fazer-me perceber o quão satisfatório é, para as pessoas poderem festejar aquela conquista.

Tudo a cantar a típica música dos Queen, “we are the champions” e o clube preparou uma festa com bebida e comida para todos sem qualquer custo, e essa festa podia dar outro diário…

Na semana seguinte, exatamente no dia em que me ia embora, a Câmara Municipal de Leiden organizou um dia para o Diok que começou com um passeio de barco pelos canais da cidade, exibindo as bandeiras do clube e com bar aberto.

fomos recebidos no centro, por centenas de pessoas e estava uma faixa enorme no edifício da câmara a dizer “Landskampionen”, fomos chamados por um homem de microfone, 1 a 1 pelos nomes e à saída do barco para o topo desse edifício onde se encontrava a faixa, tínhamos que passar no meio da multidão ainda com a mesma euforia de uma semana atrás, bandeiras, camisolas douradas e azuis.

Quando toda a equipa e staff se reuniu no topo, cantou-se, saltou-se e levantamos a taça de campeões umas quantas vezes seguindo-se os gritos dos adeptos. O dia prolongou-se para um bar que nos aguardava, mas era a minha hora de regressar a Portugal e era a hora de dizer adeus a todas aquelas pessoas que tanto me acrescentaram ao ano inacreditável que foi e voltar para juntos daquelas que tanto ansiavam o meu regresso.

Seria injusto se desse para pôr em papel o que vivi nestes 9 meses, porque foi um ano realmente inesquecível e vou estar eternamente grato pelo que aprendi, conheci e vivi naquela cidade e clube. Sempre quis fazer um ano sabático a jogar rugby e quem diria que entre Nova Zelândia, Austrália, França, etc., Holanda foi a escolha mais acertada.

Estou de regresso a Portugal e trouxe comigo memórias e sentimentos que vão ficar para sempre e aconselho vivamente a qualquer jovem a sair da sua zona de conforto e arriscar nestas experiências porque certamente irão valer a pena e não, não estão a perder um ano de faculdade como ouvi várias vezes, estão só a ganhar um de vida.

Um agradecimento especial ao Francisco Isaac que fez com que estes diários fossem possíveis e pelo trabalho e empenho espetacular que dedica ao rugby português.

Ps: Desculpa pelas dores de cabeça dos atrasos.

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Doze detidos e oito feridos no balanço final da PSP à Liga das Nações

Diário de Notícias - Desporto - Ter, 11/06/2019 - 15:48

Doze pessoas foram detidas pela Polícia de Segurança Pública (PSP) durante a operação realizada no âmbito da fase final da Liga das Nações de futebol, anunciou hoje aquela força policial.

Num balanço da operação, a PSP esclareceu que deteve sete ingleses e cinco portugueses em torno da fase final, que acolheu as selecções de Portugal (vencedora), Inglaterra, Holanda e Suíça, com jogos no Porto e em Guimarães, entre 05 e 09 de junho.

“Nos ingleses, seis foram detidos por agressões, fruto de coação e resistência a polícias, e um por danos de uma viatura. Entre os portugueses, dois foram detidos por venda ilegal de bilhetes, outros dois por tráfico de estupefacientes e um por posse de artigo pirotécnico no jogo da final”, explicou Alexandre Coimbra, director de relações públicas da PSP.

O porta-voz da polícia divulgou, ainda, que “foi identificado um cidadão inglês, por comportamento agressivo, e um holandês, por agressão a um adepto inglês” e que se registaram “oito feridos, sendo que cinco polícias, um cidadão inglês e dois americanos receberam tratamento hospital”.

Dos adeptos ingleses que foram detidos, Alexandre Coimbra explicou que, “em dois casos, o Ministério Público decidiu suspender o processo e aplicar injunções, e que nos outros casos os detidos foram presentes a interrogatório judicial, onde foram aplicadas medidas de coação como o pagamento de caução, sendo que os processos irão decorrer”.

“A legislação inglesa prevê que estes cidadãos possam sofrer consequências no seu país. Um dos dois adeptos detidos regressou ao seu país, e no aeroporto estavam as autoridades ingleses para lhe aplicar a ordem de serem banidos [dos estádios] por três anos”, completou o responsável.

Considerando que o “balanço final da operação foi muito positivo”, Paulo Lucas, comandante metropolitano do Porto, lembrou também a complexidade da ação da PSP nestes últimos dias, apontando como aspecto “mais crítico” o facto de cinco polícias terem sido feridos.

“Temos de tentar perceber se neste processo global, ao nível da operação ou planeamento, algo poderia ter sido definindo para evitar essa situação. Numa primeira análise, parece-nos que foram situações muito rápidas, em que, apesar resposta imediata, seria difícil um resultado diferente”, disse o superintendente chefe.

Paulo Lucas falou nesta operação como um “desafio interessante”, vincando as muitas horas de trabalho dedicadas pelos agentes do PSP.

“Todos os dias, até às cinco ou seis da manhã, tínhamos no terreno milhares de adeptos, felizmente a maior parte portam-se corretamente”, revelou o responsável, não querendo colocar um estigma sobre o comportamento do adepto inglês.

“Tivemos mais 20 mil ingleses no Porto a divertirem-se, e, mesmo com um elevado consumo de álcool, conciliou-se os interesses deles com a ordem pública. Houve apenas alguns grupos que criaram alguns problemas e que obrigaram a uma intervenção mais complexa”, disse Paulo Lucas.

Segundo as estimativas da PSP, durante a competição, estiverem nosso em Portugal, 20 mil a 25 mil adeptos ingleses, 6 mil a 8 mil adeptos holandeses, e cerca de 2.500 suíços.

A operação da PSP, que se iniciou no dia 03 de junho, depois vários meses de planeamento, evolveu cerca de 9.000 agentes e mais 300 veículos, com 168 horas de trabalho, e contou com a presença e colaboração de operacionais da polícia inglesa e holandesa.

Cristiano Ronaldo é o segundo desportista mais bem pago do mundo, atrás de Messi

Diário de Notícias - Desporto - Ter, 11/06/2019 - 15:27

O futebolista português Cristiano Ronaldo foi o segundo desportista mais bem pago do mundo entre junho de 2018 e junho de 2019, com 96,3 milhões de euros, numa lista liderada por Lionel Messi.

De acordo com a classificação anual divulgada hoje pela revista Forbes, Messi ocupa pela primeira vez o lugar mais alto do pódio, com um rendimento de 112,2 milhões de euros, 81,2 ME em salários e prémios e 31 ME em patrocínios.

Também pela primeira vez, o pódio pertence exclusivamente a futebolistas, com Messi e Cristiano Ronaldo a serem acompanhados pelo brasileiro Neymar, com o jogador do Paris Saint-Germain a ter rendimentos anuais na ordem dos 92,7 milhões de euros.

Desde a criação, há 19 anos, deste ‘ranking’ da Forbes, apenas quatro desportistas figuraram no primeiro lugar: o golfista Tiger Woods, por 12 vezes, o pugilista Floyd Mayweather, por quatro vezes, Cristiano Ronaldo, por duas vezes, e agora Messi.

O argentino sucede a Mayweather nos rendimentos de 2018, quando o pugilista encaixou 243 milhões de euros no combate frente à estrela de artes marciais mistas Conor McGregor, realizado em agosto de 2017.

Na lista deste ano, aos três futebolistas seguem-se o pugilista mexicano Saul ‘Canelo’ Alvarez, com ganhos na ordem dos 83 milhões de euros, e o tenista suíço Roger Federer, com uma receita de 82,5 ME.

No ‘top 10’ da classificação entram ainda os jogadores de futebol americano Russell Wilson (79 ME) e Aaron Rodgers (78,8 ME), e os basquetebolistas da NBA LeBron James (78,6 ME), Stephen Curry (70,4 ME) e Kevin Durant (57,7 ME).

Entre as desportistas femininas, a única que surge na classificação, é a tenista norte-americana Serena Williams, com 25,7 milhões de euros anuais e num distante 63.º lugar entre os 100 publicados.

Há 75 anos nascia o Jamor. As histórias do passado e os olhos postos no futuro

TSF - Desporto - Ter, 11/06/2019 - 15:06
Há 75 anos era inaugurado o Estádio Nacional, no Jamor, um local que durante vários anos não passou de uma promessa. Hoje é um lugar cheio de histórias, mas também com muitas novidades.

Shakthar em negociações por Luís Castro

TSF - Desporto - Ter, 11/06/2019 - 14:54
Luís Castro tem ainda um ano de contrato com o Vitória de Guimarães, mas é o nome desejado pelos campeões ucranianos para substituir Paulo Fonseca.

Nacho González é o treinador escolhido pelo Tondela

TSF - Desporto - Ter, 11/06/2019 - 14:43
O treinador espanhol esteve na última temporada no Deportivo da Corunha, na segunda divisão. Luís Agostinho vai ser o diretor desportivo, cargo que exerceu até à última temporada no Moreirense.

Paulo Fonseca confirmado como treinador da Roma por duas épocas

Diário de Notícias - Desporto - Ter, 11/06/2019 - 10:58

O português Paulo Fonseca é o novo treinador da Roma, anunciou hoje o clube italiano de futebol, que ofereceu ao técnico um contrato de duas épocas, com possibilidade de uma terceira.

“A AS Roma tem a satisfação de confirmar que Paulo Fonseca será o novo treinador. O técnico, de 46 anos, chegou a acordo para tomar as rédeas dos ‘giallorossi’ no início da época, com um contrato inicial de duas épocas”, refere o clube na sua página oficial na internet.

Paulo Fonseca, antigo treinador de Sporting de Braga e FC Porto, chega à Roma depois de três épocas no Shakhtar Donetsk, pelo qual conquistou três títulos de campeão nacional, três vezes a Taça da Ucrânia e uma Supertaça.

“Estou muito feliz pela escolha para treinador da Roma. Quero agradecer a oportunidade que me é dada. Estou entusiasmado e motivado em relação à tarefa que temos pela frente”, afirmou o técnico, citado no site oficial da Roma.

O treinador português substitui nos italianos Claudio Ranieri, que chegou ao clube em março, com um contrato de três meses, e também para ser alternativa a Eusebio Di Francesco, depois de a equipa ter sido eliminada da ‘Champions’.

Os romanos caíram nos oitavos de final, numa eliminatória diante do FC Porto, equipa que venceram no primeiro jogo por 2-1, e perderam no Estádio do Dragão por 3-1, após prolongamento.

“O Paulo é um jovem e ambicioso treinador, com experiência internacional, mentalidade vencedora e com uma reputação de futebol corajoso, de ataque, que entusiasmará os nossos adeptos”, disse o presidente da Roma, Jim Pallotta.

Além de FC porto e Sporting de Braga, Paulo Fonseca treinou também os juniores do Estrela da Amadora, o 1.º Dezembro, o Odivelas, o Pinhalnovense, o Desportivo das Aves e o Paços de Ferreira.

Ao palmarés na Ucrânia junta uma Supertaça portuguesa, pelo FC Porto, e uma Taça de Portugal, pelo Sporting de Braga.

Na próxima época, a Roma disputará o acesso à Liga Europa, depois de falhar os lugares de qualificação para a Liga dos Campeões, ao terminar a Série A italiana em sexto lugar.

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