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Ronaldo já terá sido notificado no caso da alegada violação

Diário de Notícias - Desporto - Sáb, 15/06/2019 - 15:06

De acordo com o TMZ, site especializado em notícias dos famosos, Cristiano Ronaldo já terá sido notificado no âmbito do caso onde é acusado de violação pela norte-americana Kathryn Mayorga.

Recorde-se que a defesa de Kathryn Mayorga retirou recentemente a queixa do tribunal do Estado do Nevada transferindo-a para um tribunal federal, alegadamente por dificuldades do tribunal do Nevada em notificar o jogador para comparecer perante a justiça dos EUA.

O mesmo site avança que a equipa de advogados de Cristiano Ronaldo já respondeu ao processo, tendo pedido permissão ao juiz para anexar ao processo um novo documento de 46 páginas que argumentará a favor do arquivamento do caso.

Jhon Cley é reforço do Marítimo

Diário de Notícias - Desporto - Sáb, 15/06/2019 - 14:36

O Marítimo assegurou a contratação do brasileiro Jhon Cley, um centro-campista de 25 anos proveniente do CSA.

O atleta, que é internacional sub-20 pelo Brasil, vem para a Madeira por troca com Jean Cléber que fez o percurso inverso.

Jhon Cley vem para o Marítimo por uma temporada.

Frederico Morais no Rio de Janeiro para nova prova do circuito mundial de surf

Diário de Notícias - Desporto - Sáb, 15/06/2019 - 12:51

O português Frederico Morais vai disputar a quinta etapa do circuito mundial de surf, no Rio de Janeiro, ocupando um dos lugares deixados vagos por Mikey Wright e Leonardo Fioravanti, lesionados.

Suplente depois de dois anos entre a elite, Frederico Morais regressou ao circuito nessa condição na quarta prova, em Margaret River, Austrália, onde foi 33.º classificado, e repete agora a presença no Oi Rio Pro, juntamente com o brasileiro Mateus Herdy.

De acordo com o alinhamento da prova carioca, que se disputa entre 20 e 28 de junho, ‘Kikas’ vai disputar o quarto ‘heat’, com o brasileiro Filipe Toledo, vencedor em 2018, e o havaiano Sebastian Zietz.

o surfista de Cascais ocupa o 26.º posto do circuito mundial de qualificação, cujos 10 primeiros têm acesso ao ‘tour’ principal, no qual Frederico Morais foi 14.º em 2017 e 23.º em 2018.

O havaiano John John Florence, campeão mundial em 2016 e 2017, lidera o campeonato depois de ter vencido as etapas australianas de Bells Beach e Margaret River. O norte-americano Kolohe Andino é o segundo e o brasileiro Ítalo Ferreira, que ganhou a prova de abertura, em Gold Coast, também na Austrália, é o terceiro.

Cristiano Ronaldo diz que teve uma “época inesquecível”

Diário de Notícias - Desporto - Sáb, 15/06/2019 - 11:45

Cristiano Ronaldo recorreu ao Instagram para deixar uma mensagem aos adeptos sobre a época de 2018/19, onde conquistou a Taça das Nações por Portugal e o título pela Juventus.

“Que época inesquecível! Novas experiências, um clube gigantesco, uma cidade excitante, recordes batidos e três títulos”, começou por dizer.

O jogador português agradeceu a forma como foi recebido em Itália, sobretudo ao povo português que o ajudou a alcançar a Taça das Nações por Portugal.

“Tenho de agradecer a todos os adeptos da Juventus pela forma maravilhosa como me receberam em Itália! Vocês são uma parte muito importante das nossas vitórias! Obrigado a todos os meus fãs espalhados pelo Mundo e particularmente ao povo português que nos ajudou a alcançar outra vitória histórica para Portugal! Vocês terão sempre um lugar especial no meu coração!”, escreveu ainda, onde aparece agarrado à Taça das Nações, conquistada pela selecção frente à Holanda.

Ronaldo terminou enumerando as várias conquistas: “Individualmente, nunca esquecerei os grandes momentos e os novos recordes que bati até ao momento em 2019: Vencedor do golo da Supertaça Italiana; vencedor da Série A, melhor jogador e 21 golos; vencedor da Liga das Nações e hat-trick; primeiro jogador a atingir as 100 vitórias e 125 golos na Liga dos Campeões; primeiro jogador a vencer 10 títulos da UEFA; primeiro jogador de todas as selecções a marcar em fase finais: Mundial, Europeu, Taça das Confederações e Liga das Nações; primeiro jogador a marcar em 10 jogos consecutivos da selecção em fases final de 2004 a 2019. Vemo-nos em breve! Juntos vamos continuar a lutar por novas e extraordinárias conquistas! Conto contigo!”.

Coutinho faz bis e lança Brasil para triunfo na estreia com Bolívia

TSF - Desporto - Sáb, 15/06/2019 - 10:59
O Brasil venceu a Bolívia por três bolas a zero.

Pedro Proença toma posse e pede “salto para a excelência” do futebol português

Diário de Notícias - Desporto - Sáb, 15/06/2019 - 01:45

Pedro Proença tomou esta sexta-feira posse como presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), após ser reeleito com 46 dos 48 votos possíveis, pedindo “um salto para a excelência” do futebol português.

No discurso de tomada de posse, no auditório da sede da LPFP no Porto, o antigo árbitro iniciou o segundo mandato com “compromisso de perseverança, de tenacidade e de uma inflexível convicção de liderar a mudança”, a caminho de um “salto para a excelência que a Liga e o futebol profissional precisam e exigem”.

Perante uma plateia em que estava o presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Fernando Gomes, mas também vários dirigentes de clubes, como Álvaro Braga Júnior, do Boavista, ou António Silva Campos, do Rio Ave, o líder da Liga assumiu o nome mandato “com profunda humildade e sentida gratidão pela confiança”.

Apesar de querer “muito mais”, realçou a evolução do futebol profissional e da Liga, que está agora no seu 40.º aniversário numa “etapa decisiva da sua história”, para a qual importa “manter compromissos de sustentabilidade, prosperidade, modernidade” e não “repetir erros do passado”.

O desejo é de se assumirem “como uma das mais importantes Ligas da Europa”, com Proença a destacar vários objectivos, da internacionalização à inovação tecnológica, “como alavanca da verdade desportiva”, o combate à corrupção em parceria com a FPF, a “valorização do espectáculo dentro e fora dos estádios”, a credibilização e rentabilização do negócio e “exponenciar talento aquém e além fronteiras”.

Depois de ser eleito pela quase totalidade das sociedades desportivas no ato eleitoral de quarta-feira, Pedro Proença destacou os “categóricos números de envolvência na eleição” como um sinal de que “a mudança que é precisa está a chegar”.

“É tão maior o propósito que nos une do que as singularidades que nos diferenciam”, atirou, antes de pedir “a envolvência de todos” para que, “juntos”, a Liga possa continuar “a transbordar talento e profissionalismo” e evoluir para outros patamares.

Antes do discurso de tomada de posse, já tinham assumido os cargos os outros órgãos sociais, nomeadamente a Mesa da Assembleia-Geral, presidida por Mário Costa, o Conselho Fiscal, por Carlos Branco, e o Conselho Jurisdicional, por Américo Esteves.

No final, o presidente do Rio Ave desejou “felicidades” à direcção da LPFP e pediu que se acreditasse “no futebol português e nas pessoas”, desvalorizando as críticas que o grupo G15, os emblemas da I Liga sem os três ‘grandes’, foi apontando ao longo da última época.

“Manifestar algum descontentamento é normal, não é contra o trabalho de Pedro Proença e a sua equipa. Quando é uma crítica positiva, com a intenção de chegar ao melhor de todos, não é desacreditar esse trabalho”, afirmou.

Seriam estes três regressos ao Dragão bem-vistos pelos adeptos?

Fair Play - Sáb, 15/06/2019 - 01:21

O Mercado de Verão ainda está para chegar, mas alguns adeptos do Futebol Clube do Porto gostavam de ver alguns reforços úteis a chegar ao plantel. Este artigo, no entanto, vai muito para além da quadra da “silly season”, pois tenta abordar três reforços que não só são desejados desde o dia que abandonaram o Dragão, mas também entrariam nas contas devido à sua utilidade directa no plantel.

HULK (SIPG)

Foram alguns os jogadores que marcaram profundamente o FC Porto no Século XXI e não há dúvidas dos nomes desses quantos mitos: Deco, Ricardo Quaresma, Vítor Baía, Jorge Costa, Lucho Gonzalez, Lisandro Lopez, Falcao, Jackson Martínez, Costinha e Hulk. O extremo é, sem dúvida alguma, a par de Deco e Jardel um dos melhores brasileiros a passar pela Invicta.

Hulk foi um atleta sensacional em Portugal, com mais de 50 golos marcados em 99 jogos na Liga NOS, para além de 43 assistências. Ou seja, o extremo esquerdo/direito internacional pelo Brasil tem quase 1 golo/assistência por jogo no Campeonato português, um registo ultrapassado só por Jonas ou Bas Dost, dois dos pontas-de-lança mais prolíferos em Portugal.

No registo final, considerando todas as competições, o brasileiro “só” fez 78 golos e 60 assistências em 170 jogos, levantou uma Liga Europa e quatro campeonatos nacionais (um dos quais só jogou os primeiros três encontros), três Taças de Portugal e três Supertaças, sendo um dos atletas com mais “prata” a passar pelo Dragão.

Mas o que acrescentaria o Hulk de “hoje” ao FC Porto de Sérgio Conceição? Apesar dos 32 anos, o canarinho continua com a mesma velocidade, poder de choque, capacidade de explosão e detalhe técnico, sempre pautado por um remate violento ou uma capacidade de fazer rasgos constantes na defesa contrária. Mais experiente e mais líder, Hulk assume para si algumas características que o actual treinador dos azuis-e-brancos tanto gosta de ver num jogador do FC Porto: mística, raça e capacidade de querer mais.

Depois de ter levantado o título no SIPG (87 jogos, 51 golos e 43 assistências), Hulk é um jogador “caro” em termos de compra a 100% (passe no valor de 30-40M€) mas que bem negociado com os actuais campeões chineses poderá ser possível chegar a um acordo viável.

O brasileiro já se demonstrou disponível para regressar ao Dragão e num plantel que sofre de alguma escassez não só de extremos de qualidade mas de atletas com capacidade de decisão.

RAFA SOARES (VITÓRIA SC)

Não será porventura um regresso lendário, até porque Rafa Soares nunca calçou as botas no Dragão (na equipa principal diga-se, uma vez que fez parte da equipa B e sub-19) mas não deixa de ser um regresso bem visto em termos de consistência de plantel e de assegurar o futuro da faixa esquerda do FC Porto que está “refém” do supremo-Alex Telles.

Se o brasileiro abandona o Dragão neste Verão, tecnicamente não há ninguém que possa assumir o lugar com a mesma qualidade e excelência, perdendo os azuis-e-brancos aquela velocidade e capricho no passe (pelo chão ou ar) que só Alex Telles pode dar.

Rafa Soares, transferido no Verão de 2018 para o Vitória SC, teria sido uma opção credível para a esquerda pelas seguintes razões: talento para sair com o esférico controlado da defesa; inteligência na leitura defensiva; capacidade de reacção à perda de bola; apoio intenso no ataque, com técnica suficiente para ganhar duelos.

Não é um Alex Telles, mas não deixa de ser um atleta da “casa”, com boa capacidade de progressão e de talento puro o suficiente para ganhar o lugar no plantel de Sérgio Conceição.

Até quando pode o FC Porto dar-se ao luxo de não ter um lateral-esquerdo suplente (Diogo Dalot, em 2017/2018, salvou os Dragões na recta final da época)? Não merecerá Rafa Soares uma oportunidade de voltar ao Dragão depois de boas prestações no Rio Ave, Portimonense e Vitória SC?

JACKSON MARTÍNEZ (PORTIMONENSE SC)

Cha, Cha, Cha Martínez voltou ao futebol português em 2018, assim como também, aos golos depois de dois anos afastado por constantes lesões. O colombiano parece estar a caminhar para total recuperação, notando-se alguns dos traços que fizeram-no de um dos goleadores mais mortíferos do futebol português, isto quando passou pela 1ª vez na Liga NOS: 96 jogos, 68 golos e 11 assistências (quem se esquece daquele passe de calcanhar para Tello contra o Sporting CP).

O FC Porto actualmente “sofre” de uma limitação nos pontas-de-lança, existindo só Soares e Moussa Marega (que nem é um verdadeiro ponta-de-lança), com André Pereira e Adrián Lopez a serem soluções de último recurso, sendo que Vincent Aboubakar será uma incógnita até regressar à plenitude da sua forma.

Ou seja, uma nova lesão na frente-de-ataque e os Dragões ficam à mercê de uma mudança táctica ou de jogadores que não estão prontos para assumir o lugar de titulares num plantel que luta pela recuperação do título de campeões nacionais. Jackson Martínez é uma opção “fácil”, barata e que já conhece bem os cantos a uma casa onde fez quase 100 golos em três temporadas.

Com Jackson Martínez, Sérgio Conceição ganharia um ponta-de-lança com faro para o golo, de um tacto especial dentro da grande-área e de um sentido posicional único e que faz a diferença em momentos críticos. A grande questão é o aspecto físico e se o artilheiro colombiano teria capacidade em sobreviver num clube que vai exigir um máximo de intensidade alto a cada novo jogo.

Ainda é cedo para perceber se o internacional pela Colômbia está ou não no caminho de voltar a ser um goleador nato, ou se estes são os momentos finais de uma carreira que já teve traços mais entusiasmantes.

Depois de regressos de lendas como Ricardo Quaresma, Lucho Gonzalez e, até, do actual treinador do FC Porto (Sérgio Conceição regressou em 2004 ao plantel então treinado por José Mourinho), será que algum destes três vão voltar a vestir a camisola azul-e-branca num futuro próximo?

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Equador vence Itália e conquista o bronze no mundial sub-20

TSF - Desporto - Sex, 14/06/2019 - 23:28
Golo equatoriano foi marcado por Richard Mina aos 104 minutos.

Oliveirense vence Benfica e fica em vantagem no play-off da Liga de basquetebol

TSF - Desporto - Sex, 14/06/2019 - 23:02
Equipa de Oliveira de Azeméis venceu por 87-82.

Marítimo começa pré-época em 01 de julho e apresenta-se aos adeptos no dia 27

Diário de Notícias - Desporto - Sex, 14/06/2019 - 21:29

O Marítimo começa os trabalhos da pré-temporada em 01 de julho, realiza um estágio no Algarve, com seis encontros particulares, e apresenta-se aos sócios no dia 27 de julho, ao receber o Las Palmas nos Barreiros.

Os detalhes do arranque da nova época foram anunciados hoje no sítio oficial do clube madeirense da I Liga portuguesa de futebol, que inicia os exames médicos em 01 de julho, e permanece na região até 14, defrontando a equipa B maritimista no doa 06 e os sub-23 no dia 10.

O estágio decorre em Lagoa, no Algarve, pelo segundo ano consecutivo, com seis jogos, diante do Farense (15 de julho), Portimonense (16), Al-Duhail (18), clube do Qatar orientado por Rui Faria, Sporting de Braga (19), os franceses do Lille (20), no qual jogam os portugueses José Fonte, Xeka, Rafael Leão e Rui Fonte, e, por fim, o Luton Town (24), campeão da ‘League One’, o terceiro escalão do futebol inglês.

A formação orientada por Nuno Manta Santos regressa à Madeira para se apresentar aos sócios e adeptos ‘verde rubros’ no dia 27 de julho, no Estádio do Marítimo, diante dos espanhóis do Las Palmas, 12.º classificado da II Liga espanhola na época transata.

Universalidade vs Especificidade

Fair Play - Sex, 14/06/2019 - 17:27

O presente artigo pretende questionar e refletir com o leitor alguns paradigmas daquilo que é a formação desportiva de atletas. Explorando mais especificamente, Portugal, mas podendo, naturalmente, aplicar-se a outros países.

A grande maioria das entidades desportivas focam-se apenas numa modalidade. Por falta de recursos para apostar noutra ou porque o fenómeno de certa modalidade é tão grande que atrai imensos praticantes.

E é esta a realidade de formação em Portugal. Com o futebol como desporto-rei, poucas são as entidades com outra modalidade e ainda menos são as que oferecem mais que uma modalidade aos atletas.

Aquilo para que queremos alertar é a possibilidade de haver outra maneira de formar jovens. A maior parte começa a praticar uma modalidade já muito cedo, obviamente por influência dos pais. E com o futebol a surgir em massa em Portugal, é normal que hajam mais clubes de futebol e esta seja a modalidade mais praticada.

A questão que aqui urge, não tem que ver com a demasiada afluência de praticantes de futebol, tem sim que ver com a pouca oferta a que os jovens estão sujeitos.

O que queremos levantar é a possibilidade dos atletas poderem praticar várias modalidades no mesmo clube. Não só por uma questão motora (algo importantíssimo no crescimento) mas também pelo facto de, ao experimentarem outras modalidades, os próprios atletas poderem vir a descobrir que até gostam mais dessa outra modalidade.

A ideia é que os jovens não sejam obrigados a praticar um só desporto; que conheçam os vários desportos e que, acima de tudo, pratiquem atividade física e se divirtam com ela.

Algo importante para os clubes é que – se tiverem essa possibilidade – adotem outras modalidades, tenham mais para oferecer aos atletas, formando-os mais e melhor.

Na prática, colocamos isto como em certos dias da semana (apenas os 2 escalões mais novos) poderiam praticar outra modalidade, sem ser a deles. Sempre de uma forma muito lúdica, apresentando-lhes o jogo e as regras.

A isto chamamos a universalidade. A capacidade dos jovens experimentarem várias modalidades, conhecerem mais e melhor o desporto e até esclarecerem-se a si próprios.

(Foto: Amigos do Hóquei)

Por outro lado, a especificidade também não deve ser descurada. Mais focada no alto rendimento, querendo segurar os atletas a essa modalidade ao máximo, tentando especializá-los, desde muito cedo, nessa modalidade.

Esta questão pode acontecer quase involuntariamente, em alguns clubes. Não obstante, os ditos “grandes” têm que trabalhar para o alto rendimento, formando atletas nessa modalidade, com o fim de que os mesmos sejam atletas profissionais.

Noutros clubes, pela falta de poder financeiro, oferecem apenas uma modalidade e treinam apenas essa. Nestes clubes, alertar para que os treinadores dos escalões mais jovens não exijam demasiado do atleta, ensinando-lhe o básico, tendo um objeitvo lúdico-didático.

A especialização tem a grande vantagem do praticante poder vir a ser alguém que domina muito bem esse desporto. Contudo, a experiência diz-nos que muito poucos chegam a ser profissionais e por isso, prender os atletas a uma modalidade apenas, é privá-los de aprenderem e desenvolverem-se mais.

(Foto: Guia Infantil)

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Miguel Silva Gouveia orgulhoso pelo crescimento do CF Carvalheiro nos últimos anos

Diário de Notícias - Desporto - Sex, 14/06/2019 - 14:18

O presidente da Câmara Municipal do Funchal, Miguel Silva Gouveia, acompanhou ontem as celebrações do 82.º aniversário do Clube de Futebol Carvalheiro, nomeadamente o hastear da Bandeira na sede do clube e o jantar comemorativo.

Miguel Silva Gouveia enalteceu, na ocasião, “um clube que tem sabido crescer época após época e nas mais diversas vertentes, conquistas que o Funchal se orgulha de acompanhar de perto como parceiro desta instituição. Em 2017, celebrámos um contrato-programa que nos permitiu assegurar a requalificação do campo sintético do clube, no Imaculado Coração de Maria, e este tornou-se numa nova centralidade da freguesia para efeitos desportivos e socioculturais”.

“Continuaremos ao lado do Carvalheiro nos próximos anos, testemunhando de perto as suas conquistas diárias como é, por exemplo, o próximo Circuito do Imaculado Coração de Maria, já no dia 16 de junho” continuou o autarca, louvando a “capacidade de resiliência do clube na promoção do desporto nas mais diversas faixas etárias, uma ferramenta para o bem-estar e para a saúde da nossa comunidade”. Miguel Silva Gouveia terminou remetendo votos do maior sucesso a todos os jovens, atletas e dirigentes da colectividade.

Liga das Nações leva Portugal ao quinto lugar do ranking da FIFA

TSF - Desporto - Sex, 14/06/2019 - 13:00
O triunfo na Liga das Nações de futebol ajudou Portugal a subir ao quinto lugar do 'ranking' da FIFA, uma progressão de duas posições.

Toronto Raptors batem Warriors e sagram-se campeões da NBA

TSF - Desporto - Sex, 14/06/2019 - 10:33
A equipa do Canadá fez história. Festejou o primeiro título frente a um adversário de peso, que estava desfalcado devido a várias lesões. Kahwi Leonard foi eleito o MVP.

O regressar ao Rugby Europe Championship: vantagens e problemas

Fair Play - Sex, 14/06/2019 - 00:43

Depois de uma longa época, em que decorreram eleições para a Federação Portuguesa de Rugby, de sucessivas paragens na Divisão de Honra (o principal campeonato em Portugal esteve parado quase 2 meses, quebrando com o ritmo das equipas participantes), de polémicas e volte-faces disciplinares e jurídicos que lançaram uma névoa de dúvida em relação ao “profissionalismo” de vários membros dirigentes da FPR, chega finalmente o Portugal-Alemanha,encontro que poderá colocar as Quinas na principal divisão da Rugby Europe.

Portugal já tentou por duas ocasiões voltar à principal divisão de rugby de selecções séniores mas registou sempre derrotas (Bélgica em 2017 e Roménia em 2018) e ficou arredado ao Trophy, um campeonato que está claramente vários níveis abaixo da qualidade actual do rugby nacional.

O retornar ao convívio com as maiores nações europeias (não contabilizando aqui os “reis” das Seis Nações) é visto pela actual direcção da FPR e vários membros da comunidade de rugby portuguesa como fundamental para o futuro da modalidade. Todavia, o fundamental não significa que se limite ou prejudique o apoio e investimento às áreas do desenvolvimento, expansão do jogo, crescimento no número de atletas, desenvolvimento de uma maior rede de apoio aos clubes e de preocupação em fornecer melhor formação a árbitros e técnicos nacionais. Estes “pormenores” é que têm de ser entendidos como fundamentais para o futuro da modalidade.

Não há dúvida alguma que a valorização da selecção sénior é fulcral para dar outra dimensão à modalidade, mas veja-se… para o público em geral será mais importante ter a selecção no Rugby Europe Championship ou de ver mais atletas com a bola oval nas mãos? Para quem avançaria com a primeira resposta, alertamos que cairia desde logo num erro que passa pelo facto do público geral desconhecer sequer se Portugal joga no escalão A, B ou C, sendo claramente mais importante o crescimento das outras componentes do jogo a curto, médio e longo prazo.

O caso do andebol é singular na demonstração que aumentar o número de atletas e no desenvolver de melhores condições (infraestruturas, equipamentos locais, formação de treinadores e árbitros, aposto no desporto escolar total) foi o caminho certo para repor a modalidade noutro patamar, que vai muito para além das conquistas europeias dos clubes (o ABC por exemplo levantou o título da EHF Challenge em 2016) ou até da selecção nacional (voltou ao Campeonato da Europa depois de 14 anos de seca).

Não significa isto que Portugal não deva conquistar a subida de divisão, pelo contrário, uma vez que daria outra imagem interna à modalidade e dar um carácter mais interessante a possíveis investidores e mesmo à World Rugby, oferecendo aos atletas séniores um desafio mais “duro” e estimulante.

O que se quer dizer é que o optar por sermos só grandes nos séniores mas menos latos e proeminentes e com pouco interesse no investimento no desenvolvimento do rugby escolar é o caminho errado, nocivo e que vai acabar por “matar” a modalidade em pouco tempo. Para quem possa estranhar este cenário caótico apresentado aqui, as actuais reformas internas colocadas em execução estão precisamente a iniciar um processo minimamente preocupante para o futuro do rugby de formação e escolar, um assunto que vai ser acompanhado nos próximos tempos.

Veja-se o que se passou com o rugby alemão ou belga, que conseguiram garantir nos últimos anos uma posição (in)estável no Rugby Europe Championship, mas não tem uma presença minimamente aceitável nos escalões de formação, tendo falhado o Europeu de sub-20 em 2019 (e esta não presença devia incorrer em sanções, uma vez que é grave não existir este escalão que fornece atletas aos séniores) e com problemas singulares na expansão no rugby escolar, apesar de ter 15 mil atletas registados no caso belga, contra os 5270 em Portugal. Todavia, e apesar de só estarem registados estes atletas em território nacional o sucesso da formação portuguesa nos últimos 6 anos é demonstrativo do franco sucesso conseguido por cá, graças também ao desenvolvimento de bons técnicos nacionais.

Existe outro ponto interessante, Bélgica e Alemanha efectuaram o “truque” de registar os atletas das escolas como jogadores federados, naquilo que pode ser considerado como um “esteróide” de aumento dos números sem existir uma franca evolução do seu rugby interno. Mais curioso é a situação da Alemanha, país que detém cerca de 83 milhões de pessoas no seu território mas só cerca de 10 mil praticam rugby, números também ajudados por pormenores similares ao do caso belga.

Ou seja, ambos os países atingiram o “topo” europeu sem sequer terem conseguido qualquer centelha de sucesso na formação ou no colocar de atletas nacionais nas principais divisões europeias (a Alemanha tem um atleta no Top14 e os restantes na FED1)… então como têm conseguido?

Nacionalizaram os melhores atletas (uma acção que não pode ser totalmente criticável, já que quando estes jogadores acrescentam qualidade ao produto interno deverá ser importante inclui-los no crescimento da modalidade), conseguiram “apaixonar” super-milionários que investiram profundamente em equipas, academias e activos (o caso da federação alemã que está refém das decisões de Hans-Peter Wild) acabando por saltar passos evolutivos importantes e que a médio-prazo serão letais para a estabilidade da modalidade.

Portugal tem sofrido constantes reveses a nível sénior, não há forma de esconder essa realidade com várias questões lançadas perante os constantes fracassos em regressar a um topo de forma vivido entre 2005 e 2014 ou do retorno aos World 7’s Series (este falhanço está adjudicado principalmente às direcções da FPR e clubes que nada fizeram para desenvolver um modelo competitivo francamente melhor desta variante, tornando-a num pormenor do calendário anual de competições).

Porém, é inegável que Portugal tem começado a voltar a ser uma modalidade praticada a nível escolar (vários clubes e associações começaram a lançar acções não só de captação de atletas mas de dar aos agrupamentos escolares as bases necessárias para crescerem), de afirmação preponderante a nível europeu e mundial na formação (dois bronze para os sub-18, três campeonatos europeus e uma prata e bronze nos Mundiais de Rugby sub-20 “B”) e com atletas a destacarem-se no Top14, English Championship, Liga Heyneken ou PROD2, naquilo que são provas mais que suficientes do sucesso da formação e desenvolvimento dos últimos anos.

E outra prova que pode ajudar a mostrar que a formação funcionou nos últimos anos é a convocatória para o jogo com a Alemanha…

Os tricampeões europeus (Foto: Luís Cabelo Fotografia) O JOGO DE TODAS AS DECISÕES… OU NÃO?

13 dos atletas que passaram pelos sub-18 e/ou sub-20 dos últimos 5 anos foram convocados por Martim Aguiar, sendo que oito passaram também pelos escalões de formação em anos anteriores a 2015. Ou seja, 13 dos 23 estão acostumados a conquistar bons resultados a nível internacional de formação, tendo mesmo agarrado a batuta de serem destaque dos seus clubes na Divisão de Honra (ou no caso de Manuel Cardoso Pinto, na Holanda ao serviço do RC Diok), num claro crescimento rápido destas novas gerações do rugby português.

Não fosse o trabalho executado pelos clubes e seus treinadores, pelos treinadores da selecção nacional, e não havia sequer a “argamassa” actual para dar outra forma, competências e qualidade aos comandados de Martim Aguiar.

É óbvio que a não vinda dos atletas luso-descendentes (tinha sido badalado que Julian Bardy, Samuel Marques, Thibault Freitas e entre outros voltariam para este encontro, mas mais uma vez só surgiu um ou outro detalhe como o caso-actual de Anthony Alves, parecendo-nos estranho que as responsabilidades da não-vinda dos restantes fique só pela difícil relação do comando técnico nacional e estes atletas) e de os atletas portugueses a jogar em campeonatos estrangeiros (ausência sentida de José Conde ou Pedro Bettencourt) poderá ser a “linha” que separa a selecção alemã da portuguesa no final de contas, não sendo no entanto completamente definitiva ou final.

A Alemanha conseguiu contar com todo o seu melhor arsenal para o jogo frente a Portugal, com a convocação dos seus principais activos que actuam fora do território alemão sem grande dificuldade como Sebastian Ferreira, Toby Williams, Jonathon Dawe, Eric Marks, Tim Menzel ou Julius Nostadt, atletas profissionais e que acrescentam no imediato qualidade técnica e física a esta selecção.

Contudo, Portugal não parte derrotado e tem as mesmas possibilidades de vitória que os germânicos restando esperar que os 23 nomes escolhidos consigam conquistar a manutenção… todavia, caso não se consiga obter este objectivo é imperativo que a comunidade do rugby português não caia para num vórtice de apocalipse e olhe para o que tem sido feito na formação como o caminho para continuar a construir o futuro da modalidade.

Falta conseguir convencer os atletas a jogar no estrangeiro a confiar na Federação Portuguesa de Rugby, no dar voz e maior apoio à formação de árbitros, no garantir de modelos competitivos mais interessantes e menos duvidosos e de parar de se mexer onde está tudo a correr bem, sendo dispensável os discursos de salvamento nacional e de arrogância intelectual que têm sido registados nos últimos tempos.

De lamentar a saída de uma informação que pode criar alguma instabilidade antes do jogo frente à Alemanha, com vários órgãos de comunicação social a noticiar que a direcção actual da Federação Portuguesa de Rugby já escolheu o novo seleccionador de Portugal, na pessoa de Patrice Lagisquet adjunto de Phillipe Saint-André na selecção francesa até 2015, tendo nos últimos 4 anos tido um percurso longe dos maiores holofotes internacionais. Porquê foi divulgada esta informação na antecâmara para o encontro de 16 de Junho?

Portugal entra em campo às 13h00 (hora portuguesa) em Frankfurt para tentar regressar ao Rugby Europe Championship… um objectivo importante, mas não fundamental para o futuro da modalidade.

Foto: FPR

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Tormena é reforço do SC Braga

TSF - Desporto - Qui, 13/06/2019 - 22:42
Defesa brasileiro representou o Portimonense, por empréstimo do Gil Vicente, na última época.

Patrícia Mamona no sétimo lugar do meeting de Oslo da Liga Diamante

TSF - Desporto - Qui, 13/06/2019 - 22:34
Atleta portuguesa fez um salto de 14,09 metros.

Campeonato até ao fim. Sporting vence Benfica e força a 'negra' no futsal

TSF - Desporto - Qui, 13/06/2019 - 20:36
Quinto jogo do play-off disputa-se este domingo, na Luz.

Sporting vence Benfica e obriga ao quinto e decisivo jogo na final de futsal

Diário de Notícias - Desporto - Qui, 13/06/2019 - 19:53

O Sporting venceu hoje o Benfica por 5-3, após prolongamento, e empatou a final do ‘play-off’ do título do campeonato nacional de futsal a 2-2, obrigando ao quinto e decisivo jogo.

O Benfica esteve a cerca de um minuto de festejar o título nacional, quando vencia por 3-2, mas um golo de Rocha, no último minuto, empatou a partida e obrigou ao prolongamento, durante o qual os ‘leões’ marcaram dois golos, por Rocha e Pany Varela, no mesmo minuto 42.

Léo, aos seis minutos, e Merlim, aos 14, deram por duas vezes vantagem ao Sporting, respondendo o Benfica por André Coelho (10), de penálti, e por Chaguinha (24), com Fábio Cecílio, a um minuto e meio do fim do jogo, a dar a única vantagem às ‘águias’ no encontro e a possibilidade de os ‘encarnados’ reconquistarem um título que lhes foge desde 2014/15.

O quinto e decisivo jogo disputa-se no próximo domingo, às 14:20, no pavilhão da Luz.

Portugal vence Roménia e está no Europeu de andebol

TSF - Desporto - Qui, 13/06/2019 - 18:38
A Seleção nacional de andebol vai disputar o campeonato da Europa de 2020.

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