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Direto: FC Porto 0-1 Mónaco

TSF - Desporto - Sáb, 27/07/2019 - 19:51
Gelson Martins já marcou no Dragão. O onze inicial inclui Vaná, Manafá, Pepe, Marcano, Alex Telles, Danilo, Sérgio Oliveira, Romário Baró, Tecanito Corona, Díaz e Soares.

João Sousa afastado nas meias-finais do torneio de Gstaad

TSF - Desporto - Sáb, 27/07/2019 - 19:43
João Sousa, 49.º do ranking mundial, perdeu em três 'sets' frente a um tenista classificado mais de 400 lugares abaixo na hierarquia da ATP.

Selecção sub-19 perde final do Europeu de futebl

Diário de Notícias - Desporto - Sáb, 27/07/2019 - 19:33

Portugal não conseguiu revalidar título europeu de futebol de sub-19, que seria o segundo consecutivo e o quinto do palmares nacional, ao ver-se derrotada pela recordistas de títulos nesta categoria, a Espanha.

O jogo foi disputado em Erevan, capital da Arménia, onde se disputou esta competição de jovens futebolistas.

A derrota por 2-0, com dois golos em cada parte do encontro, pelo mesmo jogador, Ferrán Torres aos 34 e 51 minutos.

Portugal, que chegara a esta final com apenas um empate e um golo sofrido, precisamente em jogo da fase de grupos contra esta Espanha, e tendo marcado em todos os jogos, 12 no total, três das quais goleadas, não conseguiu marcar qualquer golo logo no jogo decisivo.

Nacional perde jogo de preparação com o Aves

Diário de Notícias - Desporto - Sáb, 27/07/2019 - 19:07

Terminou mais um jogo de preparação do CD Nacional para a nova época, onde irá disputar a II Liga, desta feita frente ao Desportivo das Aves, com uma derrota.

Os alvi-negros estavam a vencer ao intervalo com golo de Kalindi aos 45 minutos, , mas como habitualmente neste tipo de jogos com muitas substituições a 2.ª parte foi mais incaracterística, o Nacional perdeu organização defensiva, acabando por perder por 2-1.

Ainda assim um bom jogo-treino contra uma equipa que luta na I Liga.

Direto: Portugal mantém onze frente à Espanha

TSF - Desporto - Sáb, 27/07/2019 - 17:56
Portugal tenta este sábado o quinto título europeu de futebol de sub-19 e segundo consecutivo, na primeira final do Europeu da categoria em que encontra a recordista de vitórias Espanha.

I Dog Trail da Ribeira Brava sensibiliza para a causa animal

Diário de Notícias - Desporto - Sáb, 27/07/2019 - 17:20

Decorreu, esta manhã, o I Dog Trail da Ribeira Brava. Uma iniciativa da Câmara Municipal e Junta de Freguesia da Ribeira Brava, em parceira com a Associação de Atletismo da Madeira e a Vetmedis.

Vários participantes juntaram-se à corrida que, mais do que a vertente desportiva ou de competição, serviu para sensibilizar toda a população para a causa animal.

Na prova de 2.500 metros, nos femininos, venceu Márcia Sumares / Ozzy, com um tempo de 12m. Nos masculinos, o vencedor foi Fábio Santos / Trudy, com um tempo de 8m57s. Já na prova mais pequena, de 1.500 metros, nos femininos venceu Lia Viveiros / Pantufa, com 7m33s, e nos masculinos foi mais rápido Ricardo Vaz / Scoby, com 7m28s.

Na ocasião, o presidente da Câmara Municipal da Ribeira Brava, Ricardo Nascimento, explicou que “a política animal tem sido uma prioridade para o executivo municipal”, pelo que estas iniciativas, de “forte componente familiar”, são “para continuar. Uma segunda edição foi dada como certa.

Por seu turno, Duarte Correia, do Hospital Veterinário da Madeira, mostrou-se satisfeito com esta aposta das autarquias, sempre com o suporte da AARAM.

Machico recebeu a prova inaugural deste circuito de canicross a 4 de Maio, seguindo-se hoje o concelho da Ribeira Brava, O próximo será o município do Funchal, em Setembro. Para além das provas para animais de grande porte (2,5 kms) e animais de pequeno porte (1,5 kms), neste ‘Dog Trail’ houve ainda uma vertente lúdica e formativa, com a realização de um desfile e de acções de sensibilização para o não abandono dos animais. A associação Ajuda Alimentar a Cães esteve presente a promover a adopção responsável de alguns animais bebés.

No final foram entregues prémios não pecuniários aos três primeiros classificados masculinos e femininos da geral.

A Bragauto, no âmbito da sua política de responsabilidade social, foi uma das empresas locais que se associou a este evento.

Emigrantes portugueses regressam a Portugal de bicicleta em viagem solidária

Diário de Notícias - Desporto - Sáb, 27/07/2019 - 14:54

Dois portugueses a viver em França e no Luxemburgo, Victor Costa e Hélder Dinis, partem hoje de bicicleta para ligar o Grão-Ducado à sua terra natal, Mondim de Basto, numa viagem de dois mil quilómetros com objectivos solidários.

De tenda às costas e “com muita força de vontade”, garantem que estão preparados para fazer o longo périplo que separa Differdange, no Sul do Luxemburgo, do Alto da Senhora da Graça, em Mondim de Basto, uma etapa icónica da Volta a Portugal que Hélder Dinis já fez várias vezes com amigos da terra.

O projecto conta com o apoio da Câmara Municipal de Differdange e da Câmara de Mondim de Basto, tendo os dois emigrantes conseguido ainda patrocínios de várias empresas e privados.

A partida vai ser assinalada hoje com uma festa popular em Differdange, cujas receitas revertem a favor da fundação luxemburguesa para o autismo, uma ideia que surgiu, porque o filho de um dos ciclistas é autista.

“Visitámos a Fundação para o Autismo aqui no Luxemburgo, que faz um trabalho excepcional, mas é preciso fazer mais e é preciso financiá-la”, disse à Lusa Victor Costa.

Os dois emigrantes são de aldeias vizinhas, no concelho de Mondim de Basto, e apesar de viverem em países diferentes, têm uma amizade de muitos anos, reavivada nas férias em Portugal.

Victor Costa, de 39 anos, chegou ao Luxemburgo com 12 anos, em 1992, tendo duas empresas ligadas à construção, sediadas em Differdange.

Com um filho com seis anos diagnosticado com autismo, o empresário conhece bem as necessidades destas crianças.

“Uma criança autista precisa sempre de uma pessoa com ela, seja na escola, seja no dia a dia”, explicou.

“No Luxemburgo há seis mil casos de autismo. São seis mil casos diferentes porque cada autista é diferente, com funcionamentos diferentes”, apontou.

“O meu filho começou a falar aos cinco anos, mas já sabia contar e calcular aos dois anos”, exemplificou.

Hélder Dinis vai fazer “28 anos na estrada”, em 5 de Agosto, e é um aficcionado do desporto, representando uma marca desportiva em França, Espanha e Portugal.

Nasceu em Portugal, mas cresceu em França, para onde foi com apenas um ano.

Já viveu na China, em Munique, na Alemanha, e em Milão, residindo actualmente em Paris, mas continua a regressar de férias à aldeia onde nasceu, e considera esta viagem simbólica.

“Somos portugueses emigrantes, e também é uma maneira de mostrar a nossa ligação ao país”, disse Helder Dinis à Lusa.

A data de chegada a Mondim de Basto é que ainda é uma incógnita.

“Sabemos quando saímos mas não sabemos quando chegamos”, avisou Helder Dinis, apontando que pode haver “problemas técnicos ou cansaço”.

Portugal sub-19: haja o que houver, eles estão aqui (para ficar)

Fair Play - Seg, 15/07/2019 - 11:11

Três golos sem resposta à candidata Itália e finalista do último europeu. Portugal, campeão em título na categoria, não deu qualquer hipótese e o resultado só surpreende que não viu o jogo, tal foi a diferença qualidade apresentada pelas duas equipas. Mais um ou dois golos portugueses adequavam-se bem, tendo em conta o domínio e as oportunidades flagrantes criadas pela seleção lusa. Haja o que houver, eles estão aqui (para ficar).

Uma das melhores palavras para definir este grupo é maturidade. Ainda por mais, uma equipa privada de seis titulares, que ficaram nos seus clubes a lutar por um lugar no plantel principal e que foram figuras na seleção durante a qualificação: Pedro Álvaro (defesa central), Nuno Tavares (defesa esquerdo), Tiago Dantas (médio centro), o capitão Romário Baró (médio centro), Rafael Camacho (extremo/avançado), e Pedro Neto (extremo/avançado). Além da lesão de última hora de Umaro Embaló.

A jogar no habitual sistema 433, Gonçalo Cardoso, o jogador do grupo com maior experiência de primeira liga, entrou diretamente para o eixo defensivo. Na lateral esquerda, Tiago Lopes, que cumpriu muito bem a sua função. Vítor Ferreira e Fábio Vieira, que tiveram um papel mais ‘secundário’ na qualificação, tinham a difícil missão de substituir os criativos Romário Baró e Tiago Dantas. Foram provavelmente os dois melhores em campo, enquanto João Mário e Félix Correia, entraram para o tridente ofensivo.

Estes seis, juntaram-se aos habituais titulares: Celton Biai, Tomás Tavares, Gonçalo Loureiro, Diogo Capitão e Gonçalo Ramos.

Esta é a nossa análise ao como joga este renovado Portugal sub-19

TITULARES: O QUE TROUXERAM E QUEM SÃO

Lá atrás muito mais que um guarda-redes. Um autêntico líbero que não se intimida a jogar com os pés. Celton, exímio no controlo da profundidade, fez ainda uma espetacular assistência para o segundo golo. Muito seguro entre os postes, fez uma excelente defesa na primeira parte num livre directo dos italianos. Faz lembrar alguém? A sua personalidade e postura em campo faz lembrar Éderson.

Tomás Tavares é um daqueles laterais que facilmente conseguimos imaginar em outras zonas do campo. Alto, esguio e sem a rapidez normalmente associada a um jogador da posição, demonstra uma excelente inteligência posicional e um grande à-vontade a sair a jogar. Não faz os raides tão característicos de um lateral direito, mas traz muitas soluções à equipa, principalmente através do seu jogo interior. No lado oposto, um lateral com um perfil mais convencional. Não esteve nos jogos de qualificação, mas neste jogo mostrou que podem contar com ele. Deu equilíbrio ao seu flanco e transmitiu confiança à toda equipa.

Depois de uma dupla de Diogos na geração anterior, o eixo-defensivo é composto por dois Gonçalos. Loureiro, um central robusto, rápido e forte nos duelos individuais. Ao seu lado, Cardoso, que conta já com mais de uma dezena de jogos na primeira liga. Muito forte na antecipação e tem mostrado apetência para o golo. Foi ele a abrir o marcador.

Como médio mais defensivo, o discreto Diogo Capitão. Não sendo o mais vistoso, é indispensável para o equilíbrio de toda a equipa, jogando mais fixo dá liberdade, ora as às subidas dos laterais, ora aos outros médios. Com mais liberdade, mas igualmente importante para a segurança da equipa: Vítor Ferreira. Um jogador muito equilibrado, com boa meia distância e que brilhou recentemente no Torneio do Toulon, tendo sido inclusive eleito o jogador revelação do certame. Fundamental na forma como Portugal se manteve dominador, personalizado e intenso durante praticamente todo o jogo.

Mais criativo, Fábio Vieira, um jogador que a camisola 10 lhe assenta que nem uma luva. Com um toque de bola diferenciador, muito do jogo ofensivo passou pelos seus pés, com várias aberturas ao melhor estilo de um ‘maestro’. Podia ter marcado, numa arrancada em que passa por três jogadores e dispara, fora da área, rente ao poste, e já dentro da área, com um remate que saiu à figura do guarda-redes italiano. Numa exibição muito positiva de toda equipa, Fábio foi provavelmente o melhor em campo, bem ladeado pelo companheiro Vítor e pelo desequilibrador Félix Correia.

Extremos. Aquela posição onde Portugal sempre formou grandes jogadores. E esta geração está recheada deles, tanto que na qualificação o selecionador Filipe Ramos foi alternando as suas opções. Com a ausência nos convocados de Pedro Neto (que esteve presente no mundial de sub20), Rafael Camacho (a fazer a pré-época com a equipa principal do Sporting) e Umaro Embaló (lesão já à última da hora), a aposta recaiu em João Mário e Félix Correia. O primeiro, rápido e empreendedor, o segundo, um extremo com muita magia, que faz um pouco lembrar Bruma, quando tinha a mesma idade. Na primeira jogada da segunda parte, deixou para trás o defesa esquerdo italiano e fez uma assistência para o segundo golo, deixando a equipa ainda mais confortável em campo. Não satisfeito, ainda fez o gosto ao pé, fechando o resultado.

Se em extremos as seleções nacionais sempre tiverem fartura, no reverso da medalha, pontas de lança tem sido uma pecha. No ataque de Portugal, como jogador mais adiantado, joga Gonçalo Ramos, um médio-ofensivo adaptado a falso 9. Uma ‘transformação’ que tem sido projetada no clube e com bons resultados. Marcou muitos golos ao longo da época e ontem também fez o gosto ao pé. Vai demonstrando, cada vez mais, bons movimentos e pormenores de avançado.

Melhor jogador italiano? Carnesecchi. Aqui a escolha é bem mais fácil. Se não fosse a boa performance do guarda-redes italiano, o resultado poderia ter atingindo números históricos.

Importância do passado e a fácil previsão do futuro

Além da qualidade da formação, os planeamentos são cada vez mais importantes. A presença desta geração num torneio em que jogaram com adversários mais velhos (Torneio de Toulon), ajuda e muito a dar traquejo a jovens que, para conseguirem desenvolver todo o seu potencial, têm que ser expostos a estes estímulos, principalmente nos clubes.

Ainda foi só o primeiro jogo, segue-se a Espanha e a Arménia. Mas aconteça o que acontecer, estão aqui jogadores muito talentosos, em que o mais difícil será não darem jogadores de primeira linha. E mais importante que vencer ou não a competição é os respetivos clubes lhes darem oportunidades para continuar a crescer. Até porque eles vieram para ficar.

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