Natação Nacional

Livro “Manutenção de Piscinas” apresentado no Jamor

Chlorus - Ter, 05/02/2019 - 15:14

O livro “Manutenção de Piscinas”, do autor/coordenador Alfredo Silva, docente da Escola Superior de Desporto de Rio Maior, foi esta segunda-feira apresentado no auditório das Piscinas do Jamor, com a presença presidente da Federação Portuguesa de Natação (FPN), António José Silva, e do presidente do Instituto do Desporto de Portugal (IPDJ), Vítor Pataco, entidade coordenadora do Complexo Desportivo Nacional do Jamor.

António José Silva, na sua apresentação, fez três referências à obra:

“1. A Escola Superior de Desporto de Rio Maior realizou mais uma iniciativa de maior alcance e visão, preenchendo uma lacuna existente na literatura sobre o tema, reforçando assim o que já existe;

  1. O leque de autores apresentados compaginaram em cada tema o que é a necessidade prática quotidiana;
  2. O professor Alfredo Silva coordenou uma obra que irá preencher um necessidade real, reunindo a informação existente mas dispersa.”

O presidente da FPN reforçou a ligação da obra ao âmbito institucional da FPN, referindo que “este livro é um manual que poderá servir de referência e/ou apoio complementar a programas de intervenção, como é o caso do “Portugal a Nadar” e a certificação de escolas de natação”.

Por sua vez, Vítor Pataco, presidente do IPDJ, referiu que “o Jamor é especial para atletas e profissionais, para as populações que frequentam a piscina fazendo todo o sentido a apresentação da obra no Jamor.”

Mário Durval, representante da Direção Geral de Saúde Pública, reforçou a ideia de que “a saúde pública passa pelas piscinas e que estas devem ter uma manutenção recorrente e realizada por profissionais”.

José Tavares dos Santos, presidente da Associação Portuguesa de Profissionais de Piscinas, centrou a sua intervenção no tratamento e manutenção das piscinas assim como na valorização profissional. “É importante tratar da piscina e estabelecer objetivos. É preciso saber que temos de ter bons profissionais em todas as áreas, ter pessoas relevantes nas várias áreas das piscinas”, referiu.

A intervenção terminou com Alfredo Silva e Luís Cid, diretor da Escola Superior de Desporto de Rio Maior, agradecendo e alertando: “Só se consegue fazer coisas desta natureza, quando a paixão é demonstrada no que fazemos.”

Créditos da foto: FPN

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O jeito de Katinka Hosszu para o futebol

Chlorus - Ter, 05/02/2019 - 15:03

Katinka Hosszu recebeu uma bola de futebol e tentou demonstrar de imediato o seu jeito para a modalidade.

Veja o vídeo do Instagram @fcnadadores:

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Montijo vence Torneio de Montemor-o-Novo

Chlorus - Ter, 05/02/2019 - 14:44

O Clube de Natação do Montijo venceu no domingo o VI Torneio Cidade de Montemor-o-Novo que se realizou nas piscinas municipais sob organização do Atlético Clube de Montemor.

A equipa do Montijo somou 160 pontos, seguida do Centro Popular de Cultura e Desporto com 146 e do CF Estremoz com 90.

Leandro Fernandes (Centro Popular de Cultura e Desporto) com 528 pontos nos 100m livres (55,57) e Beatriz Ferreira (Centro Popular de Cultura e Desporto) com 496 pontos nos 100 livres (1.03,47) foram os nadadores com melhores performances na competição onde foram estabelecidos três novos recordes regionais.

Participaram 152 atletas (80 masculinos e 72 femininos) em representação de nove clubes.

Resultados

Créditos da foto: Atlético Clube de Montemor Facebook

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Académica e Fundação Beatriz Santos bicampeões regionais de clubes

Chlorus - Ter, 05/02/2019 - 13:59

A Académica e a Fundação Beatriz Santos sagraram-se, no último fim de semana, em Coimbra, bicampeões regionais de clubes de absolutos e infantis, respetivamente.

Em absolutos, a Académica somou 282 pontos, seguida da Fundação Beatriz Santos com 204 e do União de Coimbra com 199.

Em infantis, a Fundação Beatriz Santos venceu com 287 pontos, à frente da Columbófila Cantanhedense com 137 e do Louzan Natação com 110.

Participaram no campeonato da Associação de Natação de Coimbra 227 atletas (116 masculinos e 111 femininos) em representação de 11 clubes.

Resultados

Créditos das fotos: Académica Natação e FBS Clube Facebook

 

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Circuito Nacional SwimRun 2019 com cinco provas

Chlorus - Seg, 04/02/2019 - 21:17

A SwimRun Portugal divulgou o Regulamento do Circuito Nacional SwimRun 2019, com a divulgação de cinco provas para o ano de 2019.

A Praia Fluvial da Aldeia do Mato irá testemunhar o arranque do Circuito, estando desde abertas as inscrições.

Circuito Nacional Swimrun Portugal 2019:

ZÊZERE Swimrun: 27 Abril 2019 – Aldeia do Mato

ALQUEVA Swimrun: 09 Junho 2019 – Monsaraz

FAIAL Swimrun: 03 de Agosto 2019 – Faial

ARRÁBIDA Swimrun: 07 Setembro 2019 – Setúbal (Prova de Campeonato Nacional)

MADEIRA Swimrun:  10 de Novembro 2019 – Machico

Regulamento

Créditos da imagem: Swimrun Portugal

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Tamila Holub entrevistada do podcast Hora H2O

Chlorus - Seg, 04/02/2019 - 14:50

Tamila Holub, nadadora do Sporting de Braga e atualmente a estudar e a treinar nos Estados Unidos da América no North Carolina State, é a mais recente entrevistada do podcast Hora H2O da natação portuguesa, da responsabilidade de Alexandre Agostinho, ex-nadador e atual presidente da Associação de Natação do Algarve.

Neste episódio discute-se a importância dos pais no desenvolvimento de um nadador, a importância de pormenores técnicos e outros assuntos muito interessantes.

Clique aqui para ouvir o que disse Tamila Holub.

O podcast Hora H2O tem o apoio do Chlorus

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História do crol (capítulo 3)

Chlorus - Seg, 04/02/2019 - 12:49

Chega o crol

Em 1893 chegava a Sydney Harry Wickham, procedente da sua ilha natal, Rubiana, no Oceano Pacífico. Posto em contacto com os círculos da natação da cidade, destacou rapidamente ao demonstrar uma nova forma de nadar na que, junto ao movimento de braços próprio dos já praticados “doble over” o “trudgen”, demonstrava um movimento de pernas totalmente inovador, batendo na água alternadamente em sentido vertical. Mas no entanto, o rapaz parece que tinha um estilo ligeiramente “desastrado” (por dizer dalguma maneira) e não chamou praticamente a atenção.

Quatro anos depois, 1897, era seu irmão Alick quem desembarcava em Sydney, disposto a estudar. Aquele mesmo ano participava numa prova para rapazes de 12 anos (ainda que ele, segundo parece, não tinha mais de dez), sobre uma distância de 66 jardas. Alick venceu, e convenceu, com um excelente tempo de 44 segundos.

Segundo informação dos que o viram atuar, nadava com a cabeça alta, girando-a rapidamente a um lado e outro, respirando em cada braçada. A entrada dos braços era muito curta, dirigindo-os rapidamente ao eixo central do corpo, com os cotovelos bem dobrados, e um ritmo corto e muito rápido. Segundo se diz, um dos técnicos presentes, George Farmer, que o viu nadar exclamou “¡ look at the kid crawling!“ (isto é, olhem como rasteja o miúdo). Daquele crawling que exclamou, vem, segundo dizem uma grande maioria de autores, o nome de “crawl” imposto ao novo estilo que começava a desenvolver-se de forma tão anedótica.

De toda maneira, segundo o próprio Alick, aquele estilo não tinha sido ideado por ele, dado que tinha sido empregado pelos indígenas da sua ilha natal desde, segundo ele, tempos imemoriais, chamando-o com uma palavra que sugeria, precisamente, aquele movimento vertical das pernas.

Apresentamos agora uma série de personagens que tem contribuído numa percentagem muito alta ao desenvolvimento do crol naqueles que foram seus primeiros passos. Referimo-nos à família (numerosa) dos Cavill (Ernest, Charles, Percy, Tums, Syd eDick, na rama masculina, e Fredda, a única mulher no meio de tanto homen).

Fred Cavill, o pai de todos eles, era um aventureiro, grande amante da natação, que em 1877 tinha tentado emular Matthew Webb na travessia do Canal da Mancha, fracassando a só 50 jardas do seu objetivo (ao parecer já era de noite, e ninguém se deu conta que estava tão perto da costa francesa).

Em 1879 emigrou para a Austrália, onde se dedicou a dar classes de natação no seu estabelecimento de Lavender Bay. Aquela dita “tal pai, tal filho” fez-se realidade naquela família de nadadores e as sete ramas da árvore converteram-se em excelentes nadadores, ainda que só três deles, Tums, Syd e Dick, entrarão nesta história ao ser os que mais contribuíram ao desenvolvimento do crol. Em 1914, Syd escreveu uma carta ao já mencionado “Sydney Referee”, explicando a sua versão do nascimento do crol.

Segundo a sua versão, em 1898, e de volta duma viagem aos Estados Unidos, tinha passado por Apia (porto, agora capital, da Samoa Ocidental). Ali competiu com uma natural do país que, segundo suas palavras, “obrigou-me a fazer a prova mais difícil da minha vida”. Depois, como bom técnico que era, estudou seu estilo. “Nadava, disse, um crol natural, sem nenhum movimento de pernas”. Desde ali mesmo, escreveu para seu irmão Tums, explicando-lhe como poderia nadar o crol com as pernas atadas, mas tão rápido como se não as levaras atadas ou nadando qualquer outro estilo.

Dito e feito. Para chamar a atenção, e depois dumas poucas provas, Tums Cavill decidiu-se a desafiar um dos melhores nadadores do momento, Syd Davis, a uma peculiar prova de 33 jardas, com “faltaria mais”, uma aposta de 5 libras para o vencedor.

A única condição que pedia Tums para a prova era de que enquanto seu rival poderia nadar no estilo que ele quiser, ele, Tums, o faria com as pernas atadas. O nosso já conhecido ”Sydney Referee” do 13 de novembro de 1898 dá-nos a crónica daquela jornada: “grande quantidade de público se tem dado cita esta quinta-feira na piscina de Davis, em Balmain, para assistir ao curioso desafio entre Syd Davis e Tums Cavill”, e acaba explicando que Tums manteve-se à frente de seu rival desde os primeiros metros, terminando vencedor num bom tempo de 20 segundos, com uma jarda de vantagem sobre Syd Davis.

O mais anedótico do caso é que sete dias depois, os dois nadadores voltaram a defrontar-se, ainda que esta vez Tums Cavill nadou com o seu habitual “doble over”, perdendo claramente a prova. Parece ser que quando Tums  nadava neste estilo, elevava excessivamente uma das suas pernas, um movimento que seus rivais consideravam erróneo, dado que representava um certo travão. Ao “espertalhão” de seu irmão Syd se lhe acendeu a “lâmpada de ideias”, pensando que se Tums tinha vencido ao nadar com as pernas atadas era, possivelmente, por ter evitado este movimento de freio.

Recordou então a demonstração de Alick Wickham o ano anterior. Nem curto nem mandrião, convidou o rapaz à sua piscina, estudando seu movimento de pernas, adaptando-o depois ao estilo de seu irmão Dick, que no último dia do século, 31 de dezembro de 1899, tinha conseguido seu primeiro título de campeão da Nova Gales do Sul.

A primeira referência impressa do novo estilo de crol pode-se datar do 2 de março de 1901. No “Sydney Arrow”, outro periódico, pode-se ler: “…Cavill pode opor-lhe muita resistência a Hogan e seus camaradas de Brisbane, especialmente quando se faça servir seu golpe de pernada de crol”. Segundo parece por este comentário, a palavra crol tinha sido totalmente aceitada para se referir ao novo estilo, ainda que tampouco se pode dizer que o fora totalmente. Em referência a isto, temos que dizer que há mais duma versão, anedótica, sobre o nome e os inícios do crol.

Segundo se diz, numa das ocasiões que Dick nadava empregando sua nova pernada, e com a cara totalmente submergida, desviou-se, nadando praticamente sobre um dos seus rivais que ao sair da água queixou-se ao árbitro que o mais pequeno dos Cavill tinha-se arrastado (to crawl, em inglês) constantemente sobre ele. Em ocasiões também se chamava a aquele crol “esguicho australiano” e também “esguicho de Cavill”, pela quantidade de água que acostumava a levantar.

NOTA: há que ter em conta que naquele tempo não se usavam ainda as divisões de plástico que hoje em dia separam as pistas de cada nadador, e, portanto, cada um devia preocupar-se, baixo pena de desqualificação, de respeitar o espaço dos seus rivais).

Para ilustrar melhor o que podia ser aquele crol dos primeiros balbucios, nada melhor que transcrever a opinião de Arthur Mosley, muto digno (e irónico, como bom inglês) Presidente da Associação Amadora da Inglaterra, com motivo duma demonstração de Dick Cavill nas Ilhas Británicas, em 1902. Diz-nos o irónico Mosley: “..conhecido popularmente como “esguicho de Cavill”, quando este rapaz nada vê-se muito esguicho pero pouco Cavill; pode-se perdoar que se lhe possa confundir com uma hélice impulsada por um choque galvânico, pois a velocidade com que se agita na agua é praticamente miraculosa. Emprega um tipo corrigido de dupla elevação de braços, do tipo trudgen, ainda que descrever-lho cientificamente, ou incluso detalhadamente, mostra-se como tarefa praticamente impossível”.

Para outros, não obstante, aquilo que se lhe aparecia literalmente impossível a Mosley, não lhes parecia tal. Um artigo doutro periódico inglês, dizia do estilo de Cavill: “..o maravilhoso estilo de Cavill chamou poderosamente a atenção de todo o público; a sua cara submergida, respirando esporadicamente cada cinco braçadas aproximadamente, enquanto seus braços passam baixo o peito, puxando para esticar-se progressivamente…”.

Como era, pois, o crol que nadava Dick Cavill? Apesar que há algumas discrepâncias sobre isto (derivadas do feito que não se conserva nenhuma filmação nem estudo técnico dele, e que as explicações, digamos “visuais”, tampouco tem sido suficientemente explícitas) pode-se dizer, apesar, repetimos, dalgumas opiniões contra, que o crol de Dick era um clássico 2-tempos australiano, no qual o golpe para abaixo de cada perna (dado com o joelho muto dobrado e golpeando fortemente a agua com o pé totalmente rígido) coincidia com o momento no qual o braço do lado contrário entrava na água, para equilibrar o giro do corpo a direita e esquerda. Como naquele tempo, os técnicos já tinham visto que o giro do corpo era prejudicial para conseguir a máxima velocidade, os nadadores procuravam inspirar as mínimas vezes possível, razão pela qual esgotavam-se rapidamente, e unicamente conseguiam manter um ritmo rápido ao longo de 50-100 jardas, desanimando muitos deles a empregar. Inclusive o próprio Cavill acostumava servir-se dele unicamente nas distâncias curtas, ou bem, nas distâncias longas, quando tentava “escapar-se” dalgum dos seus rivais, voltando depois ao seu clássico trudgen o doble over.

Para outros, voltamos a repetir, o crol de Cavill também podia ser um 4 e/ou 6-tempos (empregando cada um deles segundo as conveniências do momento) e inclusive se tem chegado a dizer que, possivelmente, nem sequer movia as pernas, levando-as totalmente “mortas”. Se, em troca, parece haver uma certa unanimidade a respeito do movimento de braços, com um ritmo muito rápido, entrada da mão praticamente diante da cabeça, para agarrar imediatamente o eixo central do corpo, sem deslizar para a frente.

Apesar de tudo, e com as vantagens do estudo e o treino, aquele “esguicho de Cavill” começou a interessar os velocistas australianos, tanto mais que em julho de 1902 (outros autores dizem que foi em setembro), Dick Cavill ganhava umas 100 jardas com “handicap”, fazia um tempo de 58”8 (58”4/5 segundo os cronógrafos da época) convertendo-se no primeiro nadador que nadava as 100 jardas em menos dum minuto, embora o seu tempo nunca lhe foi reconhecido oficialmente ao ter sido conseguido com a, por outra parte compreensível, vantagem dum “handicap” (Cavill saiu atrás do seu rival, pelo que este se converteu numa “lebre”, o que naquele tempo já não estava permitido).

Oficialmente, com todas as garantias que pediam os regulamentos, este correspondeu a outro “aussie”, Fred Lane (ao que já temos citado neste artigo) que poucas semanas depois, exatamente o 9 de outubro do mesmo 1902, conseguia um tempo de 59”6 numa piscina de 26 jardas na britânica Leicester. A australiana Annette Kellerman conseguia um tempo de 1,22”0 na mesma distância das 100 jardas, um tempo considerado como recorde mundial, nadando, no entanto, em trudgen.

Como nas anteriores ocasiões, os estudos dos técnicos, e o treino dos nadadores foram “limando” os pequenos defeitos daquele novo estilo. Assim, para 1903, o norte-americano Gus Sunderström (treinador do New York Athletic Club) aconselhava um movimento de pernas muito mais suave que o golpe a partir do joelho dos australianos, partindo da articulação da anca, e dobrando muito pouco o joelho, de maneira que quase toda a perna ficara dentro da água quando se executa o movimento para arriba, e também parece ter sido Sunderström quem aconselhava que a articulação do tornozelo devia-se deixar totalmente relaxada (e não rígida como no crol australiano) deixando mover-se livremente o pé, enquanto no movimento ascendente, as pontas dos pés devem dirigir-se para o interior (dedos em “alas de pomba”, segundo a sua própria expressão).

O crol, pelo menos nos seus traços básicos, ficava para posterior desenvolvimento. Todas as trocas que se tem dado a partir daquele momento não tem sido outra coisa que retoques, importantes, evidentemente, mas que não tem alterado para nada a essência daquele estilo que, posto em prática por Dick Cavill hacia em 1900, e melhorado por Sunderström em 1903, converteu-se no mais rápido dos quatro que atualmente conhecemos. Se em 1904 o vencedor das duas provas de velocidade (50 e 100 jardas) o húngaro Zoltan von (o De) Halmay (28”0 e 1,02”8) nadava um estilo mais próximo ao doble over, e em 1908 é o norte-americano Charles Daniels, 1,05”6, quem se impõe com um crol, digamos, ainda “a meio fazer”, não vai ser até Estocolmo-1912, com o triunfo do hawaiano Duke Kahanamoku, 1,03”4, repetido em 1920 com 1,00”4, mas sobre tudo, com o de “Johnny” Weissmuller (o “Tarzán” dos filmes) em Paris-1924, 59”0, quando o crol chegue a sus máxima perfeição e desenvolvimento.

Se, como dissemos, o crol vai-se impor a partir de 1908, não foi o mesmo nas distâncias mais largas, 400 e 1.500m., onde continuaram reinando, o duplo over e o trudgen quando uma nova modalidade os substitui, uma modalidade a meio caminho entre as duas, o “duplo over croleado”, também chamado, ainda que equivocadamente, “trudgen croleado”. Enquanto o movimento de braços é idêntico ao do trudgen, doble over o crol, no “duplo over croleado”, as pernas dão duas cortas pernadas entre cada uma das “tesouradas” próprias do duplo over.

Enquanto o britânico Henri Taylor (vencedor dos 400 e 1.500m. livres nos Jogos de Londres-1908, 5,36”8 e 22”48”4) é a última grande figura do duplo over, o australiano Frank de Beaurepaire é o primeiro que supera um recorde mundial (440 jardas em 5,23”0 o 8 de julho de 1910) nadando neste duplo over croleado, e dois anos depois é o canadiano George Hodgson quem o impõe, ao conseguir o duplo título olímpico de 400 e 1.500m. livres nos Jogos de Estocolmo-1912 (5,24”4 e 22,00”0).

Em 1920, o norte-americano Norman Ross ganha também as duas provas nos Jogos de Antuérpia (5,26”8 e 22,23”2, piores tempos que os de Hodgson em 1912) com um estilo que alguns dizem ser crol, enquanto outros o qualificam de duplo over croleado, ainda que parece ter mais de aquele, dado que, segundo testemunhas presenciais, tratar-se-ia dum crol de 3 tempos, dois verticais e um lateral, feito no momento que o nadador respira, mas que não parece ser a “tesourada” que define o duplo over.

Não vai ser até 1922 quando um sueco, Arne Borg, supera o recorde mundial do quilómetro em 14,18”8, convertendo-se no primeiro crolista “puro” que supera o recorde mundial duma prova de fundo.

Em 1926, “a prova do algodão”, Gertrude Ederle (terceira dos 100m. livres dos Jogos de París, dois anos antes) atravessa o Canal da Mancha, nadando crol em toda a travessia, mostrando com isto que serve também para as grandes “maratonas”.

O crol vai dominar, a partir daquele momento, a natação mundial.

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Ana Catarina Monteiro: “Poder nadar perto de casa é fantástico”

Chlorus - Seg, 04/02/2019 - 12:39

Ana Catarina Monteiro, que participou no último fim de semana no X Meeting Internacional da Póvoa de Varzim, afirmou esta segunda-feira, nas redes sociais, que “poder nadar perto de casa é fantástico”.

“Foram três semanas duras de treino partilhadas com um grande grupo de trabalho que acabaram com um fim de semana competitivo com um balanço muito positivo e motivador para o que aí vem!”, escreveu a nadadora da Seleção Nacional.

“Mas mais que tudo isso, poder nadar perto de casa e ter na piscina o apoio das pessoas que fazem com que tudo isto seja possível, é fantástico! Pequenos gestos que ficam guardados e que tornam tudo isto muito especial! Um obrigado à ANNP e à Varzim Lazer pelo reconhecimento! Seguimos a trabalhar para os objetivos”, referiu ainda a atleta do Clube Fluvial Vilacondense que, no meeting poveiro, estabeleceu um novo recorde do meeting nos 200 mariposa em 2.11,47.

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FC Porto vence Meeting da Póvoa de Varzim, Seleção volta a bater recorde nacional

Chlorus - Dom, 03/02/2019 - 19:57

O FC Porto venceu coletivamente o X Meeting Internacional da Póvoa de Varzim que se realizou este fim de semana nas Piscinas Municipais, onde a Seleção Nacional voltou a bater um recorde de seleções na derradeira prova do evento.

A equipa azul e branca somou 1.136 pontos, seguida da Seleção Nacional com 822 pontos e dos italianos do Lombardia com 561 pontos. Esta foi a quarta vitória dos portistas em 10 edições do meeting.

A Seleção Nacional, que na véspera tinha batido o recorde português de seleções dos 4×50 estilos, estabeleceu este domingo um novo máximo nacional nos 4×50 livres com o tempo de 1.34,71 por intermédio de Gabriel Lopes, Tomás Veloso, Diogo Carvalho e Miguel Nascimento.

Depois dos cinco recordes do meeting no sábado, este domingo bateram-se mais cinco máximos da competição: o FC Porto (Catarina Ferreira, Rosa Oliveira, Alexandre Amorim e Tiago Soares) nos 4×50 livres misto (1.42,92); Diana Durães (Seleção Nacional) nos 800 livres (8.41,75); Diogo Carvalho (Seleção Nacional) nos 200 estilos (2.02,70); Ana Catarina Monteiro (Seleção Nacional) nos 200 mariposa (2.11,47); e Ana Rodrigues (AD Sanjoanense/FEPSA) nos 50 livres (26,36).

José Lopes (Seleção Nacional) e Diogo Carvalho (Seleção Nacional) com 800 pontos nos 1500 livres (15.38,04) e 200 estilos (2.02,77), respetivamente, e Diana Durães (Seleção Nacional) com 806 pontos nos 400 livres (4.14,02) foram os nadadores com melhores performances.

Esta 10.ª edição contou com a participação de 441 atletas (245 masculinos e 196 femininos) em representação de 41 equipas oriundas de Espanha, Itália, Polónia e Portugal.

O Meeting Internacional da Póvoa de Varzim, que marcou o arranque das principais provas de piscina longa em 2019, foi organizado pela Associação de Natação do Norte de Portugal, Câmara Municipal da Póvoa de Varzim e Varzim Lazer.

Resultados

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Francesco Ghettini vencedor absoluto primeira etapa FINA UltraMarathon Swim Series 2019

Chlorus - Dom, 03/02/2019 - 16:47

Nadadores italianos dominam a 45ª Maratona Aquática Internacional Santa Fe, e primeira etapa da FINA UltraMarathon Swim Series 2019.

A prova foi vencida pelo italiano Francesco Ghettini, com o tempo de 3:19:00,68, seguido pelos colegas, Simone Ercoli e Edoardo Stochino, com 3:19:01,79 e 3:19:03,94 respetivamente.

A primeira nadadora foi a italiana, Barbara Pozzobon, que chegou em oitavo lugar absoluto, com o tempo de 3:20:41,96, seguidas das argentinas, Pilar Geijo e Romina Imwinkelried, com 3:26:55,85 e 3:30:51,43 respetivamente.

Créditos da imagem: Maratón Acuática Internacional Santa Fe – Coronda

 

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Portinado campeã do III Open de Albufeira, dois novos Recordes Regionais

Chlorus - Dom, 03/02/2019 - 15:03

A equipa da Portinado sagrou-se campeã do III Open de Albufeira, que se realizou este fim de semana, nas Piscinas Municipais de Albufeira, onde forma estabelecidos três novos recordes regionais da Analgarve.

A equipa de Portimão somou um total de 411 pontos, à frente da equipa do CN Olhão, com 306 pontos, e do Louletano, com 272 pontos.

Ana Teresa Romão (Louletano) estabeleceu um novo recorde regional de infantis A, nos 1.500 livres, ao nadar a distância em 20:10.38, superando o anterior máximo de 23:36.93, que pertencia a Sofia Texeira (CN Beja) desde 2007.

 

Laura Estevens (CN Olhão) estabeleceu novo recorde regional de juvenis B, na prova dos 1.500m livres, com o tempo de 18:30.77. O anterior recorde, pertencia à sua antiga colega de equipa, Catarina Fernandes, com o tempo de 18:39.75, e datava de 2013.

As melhores performances foram obtidas por Isabel Figueira (Natação Faro) com 590 pontos nos 100m bruços, em 1.14,31, e por João Santos (CN Olhão) com 640 pontos nos 50m livres, com o tempo de 52,14.

Estiveram presentes 248 atletas (128 masculinos e 120 femininos) em representação de 11 clubes.

Créditos da imagem: Portinado Facebook

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Estafeta inédita no Torneio Solidário José Marreiros

Chlorus - Dom, 03/02/2019 - 11:25

O Torneio Master Solidário José Marreiros, que se vai realizar no dia 23 de março no Complexo de Piscinas da Escola dos Salesianos de Manique, em Cascais, terá no seu programa de provas uma estafeta inédita de 4×200 metros livres de masters.

Este é um torneio de cariz solidário, de apoio à mobilidade de José Marreiros, um símbolo para muitos nadadores masters.

É considerado um dos grandes ícones da natação master em Portugal, não só pelos seus resultados de destaque, onde é detentor de vários títulos Nacionais e com bons resultados em campeonatos internacionais, mas sobretudo pelo símbolo que representa de persistência, boa disposição e exemplo de vida para todos.

Para a aquisição da prótese da perna direita serão necessários cerca de 5.000€.

A organização apela a uma onda solidária master, seja em forma de inscrições ou em donativos. Todas as verbas angariadas revertem na totalidade para a causa:

Millennium BCP – José Marreiros

NIB: 0033 0000 45553636447 05

IBAN: PT50 0033 0000 45553636447 05

A arbitragem será da responsabilidade do Conselho Regional de Arbitragem da Associação de Natação de Lisboa.

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Benfica vence Torneio Cidade de Ponte de Sor

Chlorus - Dom, 03/02/2019 - 09:57

O Benfica venceu este sábado o XII Torneio Cidade de Ponte Sor que se realizou nas piscinas municipais sob organização do Eléctrico Futebol Clube.

A equipa encarnada somou 152 pontos, seguida dos Bombeiros Estoris com 124 pontos e do Eléctrico FC com 97,5 pontos.

Cláudia Borges (Sport Lisboa e Benfica) com 635 pontos nos 100 bruços (1.12,52) e Daniel Pedro (Bombeiros Estoris) com 639 pontos nos 100m livres (52,16) foram os nadadores com melhores performances.

Participaram 353 atletas (181 masculinos e 172 femininos) em representação de 19 clubes.

Créditos da foto: Pedro M Florindo Facebook

Resultados

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“Campeonato do Mundo Absoluto e da Europa de Juniores são os principais objetivos”, afirma Daniel Viegas

Chlorus - Dom, 03/02/2019 - 08:58

A FPN encontra-se neste momento em estágio em Vila Real de Santo António. Esta concentração surge no seguimento dos momentos de trabalho e avaliação planeados durante a época.

Este momento em concreto visa os nadadores do grupo de treino que nas competições principais vão nadar os 10km (Absolutos e AA18/19), embora alguns não estejam presentes por terem momentos de trabalho especificos, bem como escolares.

“Esta concentração, serve de oportunidade de avaliar o estado de evolução dos nadadores, pela comparação de registos que existem ao longo destes anos de trabalho, assim como de consolidação de um grupo coeso e sólido de trabalho para o futuro.”, afirmou este sábado  Daniel Viegas, diretor-técnico nacional para as águas abertas.

“Começou da melhor forma, como sempre, com a entrega total dos nadadores ao treino. Nestes dias vamos poder treinar com uma competitividade extra, visto que muitos dos nadadores não têm a oportunidade de ter colegas de treino tão homogeneos nos clubes.”, acrescentou o técnico português.

“De notar que esta época temos como principais objetivos o Campeonato da Europa de Juniores na Republica Checa em 2, 3 e 4 de Agosto eo Campeonato do Mundo Absoluto na Coreia do Sul de 13 a 19 de Julho.”, realçou Daniel Viegas.

Créditos da imagem: Daniel Viegas, diretor-técnico nacional para as águas abertas

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Bairro dos Anjos vence Torneio Cidade de Pombal

Chlorus - Dom, 03/02/2019 - 08:57

O Bairro dos Anjos venceu este sábado o 7.º Torneio Cidade de Pombal em cadetes que se realizou no Pombal, sob organização do Núcleo do Desporto Amador de Pombal.

A equipa leiriense somou 136 pontos, seguida da Fundação Beatriz Santos com 134 e do Náutico Marinha Grande com 125.

Participaram 129 atletas (66 masculinos e 63 femininos) em representação de 10 clubes.

Créditos da foto: Núcleo do Desporto Amador de Pombal Facebook

Resultados

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Recorde nacional de seleções nos 4×50 estilos, FC Porto lidera Meeting da Póvoa de Varzim

Chlorus - Sáb, 02/02/2019 - 21:35

O FC Porto lidera a classificação coletiva ao final do primeiro dia de competição do X Meeting Internacional da Póvoa de Varzim que está a decorrer na Piscinas Municipais, onde foram estabelecidos um recorde nacional de seleções e cinco máximo do meeting.

A equipa azul e branca soma 554 pontos, seguida da Seleção Nacional Absoluta com 430 e dos italianos do Lombardia com 290.

A Seleção Nacional Absoluta estabeleceu um novo recorde nacional de seleções nos 4×50 estilos. O quarteto formado por Gabriel Lopes, Diogo Carvalho, Tomás Veloso e Miguel Nascimento venceu a prova em 1.44,18, superando o anterior máximo nacional de 1.46,17 que pertencia à Seleção da ANNP desde maio de 2018 (Gijon).

Foram ainda fixados cinco novos recordes do meeting: FC Porto (Ana Ramos, Alexandre Amorim, Rafael Lino e Catarina Ferreira) nos 4×50 estilos misto com 1.51,98; Ana Rodrigues (AD Sanjoanense) nos 50 bruços com 32,18; o brasileiro Leonardo Schilling (Benfica) nos 50 mariposa com 24,22; Gabriel Lopes (Seleção Nacional) nos 400 estilos com 4.25,01; e Diana Durães (Seleção Nacional) nos 400 livres com 4.14,02.

Este domingo as eliminatórias têm início às 09h00 e as finais às 16h30.

Esta 10.ª edição conta com a participação de 441 atletas (245 masculinos e 196 femininos) em representação de 41 equipas oriundas de Espanha, Itália, Polónia e Portugal.

O Meeting Internacional da Póvoa de Varzim, que marca o arranque das principais provas de piscina longa em 2019, é organizado pela Associação de Natação do Norte de Portugal, Câmara Municipal da Póvoa de Varzim e Varzim Lazer.

Resultados

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RFEN divulga calendário da V Copa de Espanha de Águas Abertas

Chlorus - Sáb, 02/02/2019 - 19:18

A Real Federação Espanhola de Natação (RFEN) apresenta a versão final de mais uma edição da Copa de Espanha de Águas Abertas.

A copa é composta por 17 provas, acrescido do Nacional de Espanha, Etapa Plus e Final, e que vão percorrer todo o território espanhol. Começa em 5 de maio, e termina em 22 de setembro.

1ª etapa: Travessia Camp de Mar (Palma de Maiorca) – 5 de maio

2ª etapa: Sailfish Lanzarote Openwater (Lanzarote) – 18 de maio

3ª etapa: Mini Ultraswim (Ibiza) – 2 de junho

4ª etapa: Travessia Las Graveras (Sevilha) – 8 de junho

Open/Campeonato Espanha de Águas Abertas (Catalunha) – 14 a 16 de junho

5ª etapa: III Travessia Arenasl Burriana (Castellon) – 22 de junho

6ª etapa: 92ª Travessia Puerto de Barcelona (Barcelona) – 29 de junho

7ª etapa: Travessia Vale de Irruelas (Ávila) – 30 de junho

8ª etapa: IX Vuelta al Hacho (Ceuta) – 6 de julho

9ª etapa: XXV Travessia Perelló-Palmeres (Valencia) – 14 de julho

10ª etapa: Travessia Costa Oleiros (La Coruna) – 14 de julho

Etapa Plus: Zarautz-Getaria-Zarautz (País Basco) – 20 de julho

11ª etapa: La Heroica (Lugo-Rio Sil) – 27 de julho

12ª etapa: XXVII Travessia Peñíscola-Benicarló (Castélon) – 28 de julho

13ª etapa: XXI Copa Asturias de Aguas Abiertas (Nivia-Asturias) – 3 de agosto

14ª etapa: IV Travesía a Nado Los Puertos (Almeria) – 1 de setembro

15ª etapa: VI Travesía a Nado Isla de la Palma (Islas Canarias) – 7 de setembro

16ª etapa: V Travesía Isla Grosa (San Javier-Región de Murcia) – 8 de setembro

17ª etapa: SEAMAN (Mazarrón-Región de Murcia) – 15 de setembro

Etapa Final: local a definir – 22 de setembro

Calendário

Informações e Regulamento

Créditos da imagem: RFEN

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Ação de Formação “Natação para Bebés” a 23 de fevereiro

Chlorus - Sáb, 02/02/2019 - 11:29

A Federação Portuguesa de Natação vai organizar uma ação de formação com a temática “Natação para Bebes” que irá decorrer no auditório António Joaquim Vieira (Colégio de Lamas) no dia 23 de fevereiro.

A ação terá como formadora Marta Martins, professora na Escola Superior de Desporto de Rio Maior, vice-presidente da Confederação de treinadores de Portugal e autora do livre “Bebés na Água, a descoberta do meio pela educação aquática”.

Clique aqui para se inscrever.

Mais informações aqui.

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Recorde participantes no Meeting de Lisboa

Chlorus - Sáb, 02/02/2019 - 11:06

O Meeting Internacional de Lisboa Wos, cuja 11.ª edição se realiza no Jamor a 9 e 10 de fevereiro, vai registar um novo recorde de participantes: 663 atletas (354 masculinos e 309 femininos).

A competição, que terá transmissão em “livestream”, vai contar com a participação de 76 equipas.

Clique aqui para ver a lista de participantes.

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21 Nadadores vão competir na 45ª Edição Maratón Acuática Internacional Santa Fe – Corond

Chlorus - Sex, 01/02/2019 - 18:25

A edição de 2019 da Maratona Aquática Internacional Santa Fe – Coronda, vai contar com a presença de 21 nadadores (13 homens e 8 mulheres), num total de 6 países (Argentina, Brasil, Equador, Italia, Macedonia e Venezuela) representados, e que vão desafiar os 57km, que unem a cidade de Santa Fé e de Coronda.

A lista oficial dos nadadores, e respetiva numeração, é a seguinte:

#1. Barbara Pozzonbon (ITA)

#2. Pilar Geijo (ARG)

#3. Rita Vanesa Garcia (ARG)

#4. Romina Soledad Imwinkelried (ARG)

#5. Erika Abigail Yenssen (ARG)

#6. Daira Eluney Marin (ARG)

#7. Martina Oriozabala Frettes (ARG)

#8. Vicenia Navarro (VEN)

#13. Edoardo Stochino (ITA)

#14. Simone Ercoli (ITA)

#15. Francesco Ghettini (ITA)

#16. Damian Blaum (ARG)

#17. Aquiles Balaudo (ARG)

#18. Santiago Patrucci (ARG)

#19. Matias Ezequiel Diaz Hernandez (ARG)

#21. Fausto Emanuel Brondo (ARG)

#23. Joaquin Alejandro Moreno Munoz (ARG)

#24. Evgenij Pop Acev (MAC

#25. Alexandar Ilievski (MAC)

#27. Santiago Paul Enderica Salgado (EQU)

#28. Matheus Evangelista (BRA)

Marcelo Micocci, diretor do Comité Organizador da prova, destacou a importância do evento para a regiãp: “Este marco institucional nos llena de orgullo. Si no fuese por el apoyo incondicional de los tres estamentos: nacional, provincial y municipales; esto no sería posible. Han tomado la Santa Fe – Coronda como una cuestión de estado deportivo”.

Transmissão ao Vivo

Créditos da imagem: Maratón Acuática Internacional Santa Fe – Coronda

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