Natação Nacional

FPN e USP assinam protocolo que beneficia nadadores portugueses nos EUA

Chlorus - Seg, 11/02/2019 - 11:32

A Federação Portuguesa de Natação (FPN) e a University Sports Program (USP) assinaram um protocolo para que nadadores portugueses possam continuar as suas carreiras desportivas beneficiando do enquadramento técnico existente nas Universidades dos Estados Unidos com acesso a bolsas de estudo, anunciou a Federação Portuguesa de Natação.

“Os nadadores que apresentem os requisitos académicos e desportivos exigidos pelas universidades americanas poderão continuar a sua formação e melhorar suas capacidades competitivas de natação nas melhores universidades do mundo”, lê-se no site da FPN.

O presidente da FPN, António José Silva, ao estabelecer este acordo, considerou que a USP “difere nos métodos estratégicos de colocação de jovens atletas nas universidades de maior prestígio nos EUA”, destacando “o envolvimento abrangente e individual”.

Já para Thomas Anderson, “as oportunidades são muitas e vão para além das bolsas desportivas”.

A FPN e a USP realizarão uma série de ações para promover as diferentes opções disponíveis nos Estados Unidos para nadadores portugueses na faixa etária de 14 a 19 anos. Entre as atividades programadas, serão realizados seminários para conscientizar atletas, pais e técnicos sobre as operações do sistema desportivo universitário e as oportunidades que oferecem para atletas estrangeiros. Da mesma forma, a USP atuará como consultor direto da FPN em qualquer tópico relacionado à natação universitária nos EUA.

Através deste acordo, a USP concederá anualmente uma bolsa integral ao melhor nadador português classificado pela FINA. Esta bolsa cobrirá o custo de inscrição para participar do primeiro Evento de Natação do USP College.

Desde 1995, a USP administra a colocação de mais de 1900 estudantes-atletas, obtendo mais de 45 milhões de dólares em bolsas de estudo desportivas e académicas.

Para isso, a USP conta com a colaboração dos treinadores mais reconhecidos do país, que entendem a importância que seus alunos continuam com sua carreira académica.

O presidente e fundador da USP, Thomas E. Anderson, destacou o desejo de ajudar as novas gerações de nadadores portugueses a aumentar suas possibilidades de sucesso ao combinar estudo e a natação em universidades americanas.

O segundo vetor desta iniciativa, lançado pela FPN e USP, terá como objetivo os nadadores luso-descendentes até à terceira geração. O programa Nadar por Portugal (NPP) irá enquadrar no sistema de alto rendimento nacional, nadadores com capacidades para representar as cores da bandeira Portuguesa nas grandes competições internacionais.

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Rafaela Azevedo volta a bater recorde absoluto, Benfica vence Meeting de Lisboa

Chlorus - Dom, 10/02/2019 - 19:59

Rafaela Azevedo (Sport Algés e Dafundo) estabeleceu este domingo um novo recorde nacional absoluto e de juniores nos 50 costas no segundo dia de competição do XI Meeting Internacional de Lisboa Wos que decorreu no Jamor, cujo triunfo coletivo pertenceu ao Benfica.

A nadadora algesina, depois de bater na véspera o máximo absoluto dos 100 costas, fixou hoje novo máximo nacional nos 50 costas com o tempo de 29,24, superando o anterior máximo de 29,33 que já pertencia à atleta do Algés desde julho de 2018.

Por sua vez, Ana Sousa, da mesma equipa, também esteve em destaque tal como no sábado (recorde júnior de 17 anos nos 200 livres) e bateu o recorde nacional de juniores de 17 anos nos 100 livres com 57,15. O anterior recorde de 57,63 pertencia a Beatriz Viegas desde 2017 em Coimbra.

Na parte final da competição, a Seleção Nacional pré-júnior bateu o recorde nacional de 4×100 estilos de juvenis masculinos por intermédio de Ricardo Silva, Ricardo Pereira, João Carneiro e Paulo Vakulyuk com 3.57,99 e de 4×100 livres de juvenis femininos pelo quarteto Maria Moura, Ana Oliveira, Carolina Fernandes e Mariana Cunha com 4.02,02.

O Benfica venceu coletivamente o meeting lisboeta ao somar 909 pontos, seguido do Sporting com 811 e da Seleção de Coimbra com 567.

Diogo Carvalho (Galitos/Bresimar) com 845 pontos nos 200 estilos (2.00,58) e Diana Durães (Benfica) com 823 pontos nos 800 livres (8.37,21) foram os nadadores com melhores performances.

Resultados

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Rafaela Azevedo bate recorde nacional absoluto dos 100 costas

Chlorus - Sáb, 09/02/2019 - 19:45

Rafaela Azevedo, do Sport Algés e Dafundo, estabeleceu este sábado um novo recorde nacional absoluto e de juniores nos 100 costas, no decorrer do primeiro dia de competição do XI Meeting Internacional de Lisboa WOS, que está a decorrer no Jamor.

A nadadora algesina completou a distância em 1.03,39, superando o anterior máximo de 1.03,42 que pertencia a Ana Leite desde 2015.

Por sua vez, Ana Sousa, da mesma equipa, bateu o recorde nacional de juniores 17 dos 200 livres com a marca de 2.03,65. A nadadora do Algés e Dafundo, que detém também o máximo de juniores 16 dos 200 livres (2.02,89), melhorou o máximo de juniores 17 de 2.03,70 que estava na posse de Diana Durães desde 2013.

Resultados

Em atualização

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Convocados para Taça do Mundo Doha (Qatar)

Chlorus - Sex, 08/02/2019 - 18:43

A FPN, no seu comunicado semanal, divulgou os convocados para a Taça do Mundo em Doha (Qatar), que se realiza no dia 16 de fevereiro.

Os nadadores convocados são: Rafael Gil (SPorting CP), José Paula Carvalho (SL Benfica), Tiago Campor (CN Rio Maior) e Angélica André (Fluvial Portuense).

A equia técnica é constituída pelo DTN Águas Abertas, Daniel Viegas e pelos treinador convidado, Rui BOrges (Fluvial Portuense).

Este prova, é a primeira a contar para a FINA Marathon Swim World Series 2019.

As restantes etapas do Circuito Mundial são:

12 maio : Seychelles (SEY) 8 junho : Setubal (POR)

15 junho : Balatonfured (HUN)

21 julho : Lac St. Jean (CAN)

3 agosto : Lac Mégantic (CAN)

7 setembro: Chinese Taipei (TPE)

28 setembro: Ohrid (MKD)

Créditos da imagem: FPN

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Seleção do Brasil estagia em Rio Maior

Chlorus - Sex, 08/02/2019 - 16:50

A seleção paralímpica de natação do Brasil está a estagiar em Rio Maior até dia 16 de fevereiro, anunciou esta sexta-feira a Desmor através da página de Facebook.

Este grupo está em preparação para o apuramento do Campeonato do Mundo e Jogos Parapan Americanos.

Créditos da foto: Rio Maior Sports Centre Facebook

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Convocados para Concentrações de Treino

Chlorus - Sex, 08/02/2019 - 16:30

A Federação Portuguesa de Natação divulgou esta sexta-feira os nadadores convocados para participarem nas concentrações de treino na Zona Norte e Centro (Colégio de Lamas) a 23 de fevereiro e na Zona Sul (Jamor) a 16 de fevereiro.

Convocados:

Zona Norte (23 fevereiro)

Piscina do Colégio de Lamas – 10h00

Alexandre Ferreira Amorim (FCP)

Tomás Teixeira Lopes (FOCA)

Ana Sofia Pina (CRASTO)

Gustavo Almeida Madureira (AAC)

Tiago Andrade Machado (SCA)

Joana Nunes Cardeal (AVFC)

Maria Carlota Rebelo (ALN)

Zona Sul (23 fevereiro)

Piscina do Jamor – 17h00

Bruno Miguel Ramos (CFB)

David Matias Cristino (SFUAP)

Diogo Ramos Lebre (SLB)

Filipe Miguel Santo (SLB)

Francisco Rogério Santos (SCP)

Guilherme Pereira Dias (SLB)

José Paula Carvalho (SLB)

Luiz Pedro Pereira (SLB)

Pedro André Santos (SAD)

Tomás António Silva (CNF)

Tiago Cunha Costa (SCP)

Ana Raquel Graveto (SLB)

Francisca Salvador Mesquita (ADRCCIMM)

Inês Jacinto Henriques (SCP)

Mafalda Marques Pinto (SCP)

Rita Barros Frischknecht (SAD)

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Sporting campeão regional de sub-20

Chlorus - Sex, 08/02/2019 - 12:42

O Sporting Clube de Portugal sagrou-se campeão regional de Sub-20 da Associação de Natação de Lisboa, ao derrotar no segundo jogo a equipa do Clube de Natação da Amadora por 15-8, seguindo a vitória do primeiro jogo por 11-6, anunciou a Associação de Natação de Lisboa.

Depois da desistência da equipa dos Salesianos, o campeonato a dois disputou-se à melhor de três jogos, tendo o Sporting levado a melhor ao vencer ambos os jogos disputados.

O melhor marcador do campeonato foi o jogador da Amadora, Diogo Ricardo Santos, com oito golos marcados, sendo que, com naturalidade e por ter vencido ambos os jogos, os campeões foram a equipa menos batida.

Os prémios foram entregues no final do jogo pela vice-presidente da ANL, Ana Gonçalves.

Clique aqui para ver os resultados.

Créditos da foto: ANL

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João Paulo Fróis deixa de exercer funções de DTR na Associação de Leiria

Chlorus - Sex, 08/02/2019 - 11:52

João Paulo Fróis já não é diretor-técnico regional da Associação de Natação do Distrito de Leiria.

O anúncio foi feito esta terça-feira pela ANDL que comunicou que João Paulo Fróis deixou de exercer funções de DTR desde essa data.

Recorde-se que João Paulo Fróis é treinador de natação do Bairro dos Anjos.

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Feira Viva premeia atletas de elite com cardiofrequencímetro

Chlorus - Sex, 08/02/2019 - 11:38

Pela prestação ao longo da última época de Ana Filipa Castro, Ivo Rocha e Ruben Linhares, a Feira Viva premiou simbolicamente os três atletas de alta competição da Feira Viva Natação Adaptada com a oferta, no passado dia 1 de fevereiro, no Europarque, de “um cardiofrequencímetro de última geração a cada um deles”, anunciou a Feira Viva.

“Este objeto adquire um significado especial pelo facto de ser uma ferramenta de apoio ao treino individual dos três nadadores feirenses, na medida em que se torna um instrumento de apoio e monitorização mais concreta da performance física de cada um, sendo, para qualquer atleta um item particular e geralmente muito desejado”, lê-se na página da Feira Viva.

Os atletas masculinos em causa estão convocados para a presença no projeto Paralímpico Tóquio 2020, em virtude dos resultados obtidos pela Seleção Nacional no Campeonato da Europa WPS de Dublin 2018, tendo sido propostos pela FPN (Federação Portuguesa de Natação) e convocados pelo Comité Olímpico para Preparação Tóquio 2020.

Ana Filipa Castro dará início em abril ao seu primeiro estágio de alto rendimento no CAR Sierra Nevada, em Espanha, sob a supervisão da diretora técnica do projeto Feira Viva Natação Adaptada, Carla Cardoso.

Créditos da foto: Feira Viva Cultura e Desporto

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Lousada recebe Festival de Cadetes

Chlorus - Sex, 08/02/2019 - 11:30

A Piscina Municipal de Lousada recebe, este fim de semana, o Festival Regional de Clubes de Cadetes A-B da Associação de Natação do Norte de Portugal.

Participam 343 atletas (181 masculinos e 162 femininos) em representação de 19 clubes.

O FC Porto, com 35 inscritos, é a equipa com maior número de nadadores em competição, seguido do Famalicão com 31 e do Tubarões de Gaia e Fluvial com 28.

No sábado as provas têm início às 15h30 e no domingo às 09h00.

Clubes participantes: Amarantus Aquatic Club, Assoc. Desportiva de Fafe, Associação Tubarões de Gaia, Associação Desportiva de Penafiel, Clube Aquático Pacense, Clube de Natação da Maia, Clube Fluvial Portuense, Clube Fluvial Vilacondense, Clube Naval Povoense, Colégio Luso-Internacional do Porto, Colégio Liceal de Santa Maria de Lamas, Foca – Clube de Natação de Felgueiras, Futebol Clube do Porto, Ginásio Clube de Santo Tirso, Grupo Desportivo de Natação de Famalicão, Leixões Sport Club, Lousada Século XXI, Natação de Valongo e Vitória Sport Clube

Resultados

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Convocados para projeto INEX na FADEUP

Chlorus - Sex, 08/02/2019 - 11:27

A Associação de Natação do Norte de Portugal anunciou esta sexta-feira os jogadores convocados para integrarem as próximas sessões do projeto designado “Em busca da excelência no desporto: um estudo longitudinal-misto em jovens desportistas (INEX)”, agendadas para os dias 16 e 17 de fevereiro na Faculdade de Desporto da Universidade do Porto (FADEUP).

Este projeto, que se iniciou no ano anterior, pretende compreender os diferentes modos como os jogadores crescem e se desenvolvem, quais os seus níveis de desempenho motor, tático e estratégico, bem como as componentes psicológicas de sucesso na resposta ao treino e à competição.

Nenhuma das avaliações é intrusiva da sua privacidade, causa dano ou risco físico ou psicológico. Os procedimentos serão verbalmente explicados aos jogadores e respetivos treinadores e todas as questões serão presencialmente respondidas.

Não há qualquer consequência negativa se o atleta demonstrar vontade em desistir da participação no estudo.

As avaliações são realizadas por uma equipa especializada da FADEUP. Das avaliações serão enviados relatórios individuais e da equipa. Os resultados são confidenciais.

No seguimento das avaliações anteriores, são convocados os seguintes jogadores:

16 de fevereiro (sessões às 09h00 e 14h00)

Miguel Fernandes Barbosa (PACENSE)

Rafael Sousa Dias (PACENSE)

João Gil da Silva Pinto (AMARANTUS)

David Henrique Couto Silva (AMARANTUS)

Duarte Miguel Ribeiro Lopes (AMARANTUS)

Rui Pedro Pinto (AMARANTUS)

Jorge Miguel Ribeiro (FOCA)

Raul Costa (FOCA)

Bruno Júnio Teixeira Abreu (FOCA)

José Miguel Cunha (LOUSADA)

Alexandre Dinis Nunes Alves (LOUSADA)

João Afonso Ferreira (LOUSADA)

João Guerreiro Moreira (LOUSADA)

João Miguel Pinheiro Moreira (LOUSADA)

David Barbosa Machado (LOUSADA)

Jorge Amadeu Pereira (PAREDES)

Martim Sousa Soares (PAREDES)

Guilherme Manuel Araújo Soares (PAREDES)

Tomás Soares Bessa (PAREDES)

Gonçalo Azevedo Monte (POVOENSE)

Gonçalo Ribeiro Paiva (POVOENSE)

João Gomes Esponjeira (POVOENSE)

Rafael Lopes Areias (POVOENSE)

Rodrigo Ferreira Miranda (VITÓRIA)

Afonso Magalhães (VITÓRIA)

Rodrigo Martins (VITÓRIA)

Carlos Manuel Silva (VITÓRIA)

Artur Jorge Ribeiro (VITÓRIA)

Francisco Miguel Fernandes (VITÓRIA)

Afonso Miguel Ribeiro (VITÓRIA)

 

17 de fevereiro (sessões às 09h00 e 14h00)

Carlos Tomé Barbosa L. de Oliveira (Pacense)

Leandro Roberto Dias Almeida (Pacense)

Dinis Jorge Pinheiro Pinto (Pacense)

Francisco Daniel Pinho de Brito (Pacense)

João Pedro Aleixo (Pacense)

Pedro Afonso Ferreira Branco da Silva (Pacense)

João Tavares Monteiro (Fluvial)

Hugo Oliveira Palhares (Fluvial)

Thiago Morone Bavini (Fluvial)

Diogo Amelha Santiago Pinto (Fluvial)

André Carvalheiro Matos (Fluvial)

Pedro Miguel Tavares Batista (Fluvial)

Miguel Landeiro Melo (Fluvial)

João Miguel Cardoso (Fluvial)

Pedro Graça Sottomayor (Fluvial)

Bernardo Correia Falcão (Fluvial)

João Pedro Monteiro (Fluvial)

Mário Gomez Coelho (Fluvial)

Francisco Maria Almeida (Fluvial)

Marcos Joarez Rocha (Fluvial)

António Daniel Pereira (Fluvial)

Pedro Simão Freitas Teixeira (FOCA)

Tiago Domingos Mendes (FOCA)

Bernardo Baldaia Alves Pereira (Gondomar)

Tomás Martins Ramos (Gondomar)

David Manuel Sá (Gondomar)

João Pedro Pereira Pires (Gondomar)

Rafael Pinheiro de Oliveira (Leixões)

Hugo Filipe Silva (Leixões)

Marco Moreira Soares Carneiro (Leixões)

Rodrigo Ramalho Teixeira (Leixões)

Nuno Miguel Pinheiro da Silva (Lousada)

Gabriel Fernando Sousa (Lousada)

Gonçalo Rocha Sousa (Lousada)

Hugo Cerqueira Costa (Paredes)

António Moreira Sousa (Paredes)

Manuel Moreira Santos (Paredes)

António Carvalho Dias (Povoense)

Afonso Cerqueira Bouça (Povoense)

Octávio Gomes Mata (Povoense)

Eduardo Correia Pinto (Povoense)

Tomás Matos Carvalho (Povoense)

José Oliveira Araújo (Vitória)

Guilherme Freitas Leite (Vitória)

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“Ciudad de Rosario” recebe segunda etapa da FINA Ultramarathon Swim Series 2019

Chlorus - Qui, 07/02/2019 - 21:32

A cidade de Rosário, na Argentina, será palco da segunda etapa da FINA Ultramarathon Swim Series 2019. A prova principal terá a distância de 15km, e começa logo pela manhã, no próximo dia 9 de fevereiro.

O lançamento da prova será efetuada na próxima sexta-feira, com a presença de todos os 25 nadadores e secretário dos Esportes da província, Pablo Catán, o sub secretário dos Esportes, Adrián Ghiglion e presidente da Federação de Natação do Rosário, Mónica Brochero.

Resultados da primeira etapa – santa Fé, Argentina

Créditos da imagem: FINA

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O tiro que deixou Bortuzzo paraplégico

Chlorus - Qui, 07/02/2019 - 15:57

Manuel Bortuzzo, uma das jovens promessas da natação italiana, perdeu a mobilidade das pernas após ter levado um tiro na noite do último sábado, em Roma, tendo sofrido uma lesão medular.

Veja o vídeo:

As autoridades suspeitam que os agressores, supostamente vinculados à máfia local, confundiram o nadador de 19 anos com outra pessoa, possivelmente ligado à confusão no bar onde se encontrava com uns amigos.

Por enquanto, os investigadores identificaram e interrogaram um dos participantes na confusão, que, no entanto, negou envolvimento no ocorrido.

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História do crol – A revolução japonesa (1928-1932)

Chlorus - Qui, 07/02/2019 - 14:59

Nenhum nadador japonês tinha-se destacado na sua primeira participação olímpica em Antuérpia-1920, ainda que, aos poucos, tinham ido escalando posições, até conseguir, nos de Amsterdão-1928, a sua primeira medalha de ouro com a vitória do seu brucista Yoshiyuki Tsuruta. Nada disto, porém, fazia pressagiar a grande revolução que iam protagonizar nos Jogos de Los Angeles-1932, justamente quando parecia tudo preparado para que a equipa USA demonstrara diante de seu público a flagrante superioridade que tinha sido sua nas três anteriores edições dos Jogos.

Nestas duas últimas Olimpíadas, 1920-1928, e aproveitando sua secular organização da natação (há noticias que falam dum édito imperial do 1603, no qual se impõe a natação como cadeira obrigatória do programa escolar, ensino incentivado com competições escolares que se tem vindo disputando ao longo de quatro séculos, e das que se tem notícias duma delas, disputada em 1810, ao longo de três dias), os dirigentes japoneses tinham-se preocupado de convidar os melhores nadadores mundiais de cada momento (Weissmuller, Charlton, Borg, Rademacher, os irmãos Kealoha, etc.), estudando seus estilos e métodos de treino, ao tempo que iam formando seus próprios técnicos.

Conscienciosos das limitadas condições físicas da sua raça, souberam adequar os princípios fundamentais de cada um dos três estilos de natação a suas características físicas, muito diferentes das do tipo norte-americano ou nórdico europeu, que tinham feito o primeiro grande desenvolvimento da natação.

Apoiados por um lado pela sua tradicional capacidade de trabalho, imbuídos também dum espírito nacionalista que os levava a treinar para conseguir a maior honra do seu país e do seu Imperador, seus técnicos desenvolveram, finalmente, uns programas de treino altamente qualificados, até revolucionários para sua época: sessões na água de quatro e até cinco horas de duração, com duas sessões diárias ao longo dum período de quatro ou cinco meses, com metragem que podia chegar aos cinco ou seis quilómetros, tudo isto completado com sessões de preparação física com exercícios de flexibilidade, alongamentos e relaxação.

Também oferecia-se ajuda aos nadadores para a recuperação de todos estes esforços, e das competições, com sessões de massagem, e inalações de oxigénio, tudo baixo uma férrea disciplina e atenta mirada, paternal e ditatorial à vez, dum homem adorado e respeitado pelos seus nadadores, o Catedrático de Química da Universidade de Tokio, Ikaku Matsuzawa, técnico de prestígio no mundo da natação, à qual dedicava-se apaixonadamente nas suas horas livres.

Tudo o que se tem trabalhado a partir de 1920, vai “explodir” literalmente na piscina olímpica de Los Angeles, onde se afunda a esperada superioridade USA, para passar a manos duns pequenos e jovens nadadores chegados do Imperio do Sol Nascente, que tem posto suas exíguas faculdades físicas (em comparação com as de seus rivais) ao serviço dum dever patriótico, qual pode ser o de oferecer a sua pátria títulos olímpicos de natação.

Nunca, até aquele momento, tinham subido a um pódio olímpico nadadores tão jovens como Yasuji Miyazaki, campeão olímpico dos 100m. livres, que ainda não tinha celebrado seu décimo sexto aniversario (e nunca, pelo menos até o 2016, se tem visto um campeão olímpico de velocidade tão jovem); ou Kusuo Kitamura, que quando ainda não tinha 15 anos, proclamou-se campeão olímpico dos 1.500m. livres com um tempo, 19,12”4, um feito que não foi superado até vinte anos depois (em 1988, pela costista húngara Krisztina Egerszegi) não vai haver uma criatura desta idade no degrau mais alto do pódio olímpico).

Como foi possível aquela súbita “explosão” da natação japonesa?. Deixando de lado as possíveis implicações do espírito nacionalista e o duro treino a que se submeteram aqueles nadadores, uma grande parte de seu êxito deve atribuir-se, sem dúvida alguma, à inteligente direção de Matsuzawa e seus colaboradores, ao saber adaptar a seus nadadores as caraterísticas técnicas dos melhores nadadores mundiais.

O mesmo Matsuzawa comentou, em referência a esta afirmação, “…a nossa vitória de 1932 foi possível, seguramente, ter sabido extrair maior proveito do “crol americano” e/ou “crol europeu” que os próprios norte-americanos e europeus. Estávamos seguros que copiar fielmente seus respetivos estilos dificilmente tiver reportado algum benefício aos nossos nadadores. Nos estilos de crol e costas, por exemplo, esforçamo-nos em ajudar o trabalho dos braços com uma ação mais potente das pernas; o japonês tem, generalmente, uns tornozelos muito flexíveis, e pode, portanto, desenvolver uma pernada muito mais eficiente sem tanto esforço…”

Se em 1932 os nadadores japoneses ainda conservam alguns detalhes do “crol norte-americano” de Weissmuller (Miyazaki, por exemplo, servia-se dum batido de 8/10-tempos, mas com uma braçada estilo Weissmuller) muito cedo desapareceram para deixar passo ao que poderíamos chamar “crol japonês”, ainda que isto não signifique que todos os nadadores japoneses empregaram esta modalidade de crol, pois, e de acordo com as ideias comentadas anteriormente, procuravam adequar o estilo ao nadador, e não ao contrario.

Quais eram as principais características daquele “crol japonês”?. Em línhas gerais pode-se dizer que tinham uma posição mais bem baixa na agua, apesar que o corpo adota uma posição ligeiramente inclinada, na que os joelhos representam a parte mais baixa do corpo. Pela sua estatura mais bem baixa, e com o objetivo de conseguir uma palanca de propulsão o mais longa possível, o eixo dos ombros oscila fortemente, inclusive até chegar a estar totalmente vertical, acompanhando o movimento dos braços. A recuperação é mais curta e rápida, entrando a mão muito perto cerca diante do ombro, seguido dum longo desdobramento do braço à frente, debaixo da água.

Assim, e para aproveitar toda a braçada, o recorrido submarino efetua-se por uma linha que passa baixo os ombros, paralela à coluna vertebral, com o braço praticamente esticado, sem dobrar o cotovelo. Havia uma certa rutura ao terminar a braçada, tirando a mão relativamente perto da anca. Alguns nadadores desenvolveram uma marcada ação sobreposta dos dois braços (conhecida como “overlapping” pelos norte-americanos) devido à rapidez com que se executava a recuperação, e que dava como resultado que, num determinado momento da braçada, os dois braços encontravam-se claramente baixo a água, um deles acabando seu recorrido, o outro iniciando a braçada.

Durante a recuperação, e ao início da braçada, um forte e contínuo batido de pernas impulsava o corpo à frente, apoiado no braço que iniciava a braçada. O batido de pernas, condicionado pela posição relativamente baixa das ancas, efetuava-se com os joelhos moderadamente dobrados, empurrando a água com os pés para abaixo e atrás. Os pés não tinham que baixar mais que os joelhos, do que resultava um batido praticamente à tona; seu batido era um 6-tempos continuo e independente, sem acentuar em nenhum dos golpes, como era o de Kitamura, ainda que também empregavam-se outros, como o já comentado de Miyazaki, um 8/10-tempos, o de Terada, vencedor dos 1.500m. livres em Berlin-1936, que empregava um batido irregular, com uma curta fase de repouso entre cada grupo de golpes de pernas.

Outro excelente técnico japonês daquele tempo, Katsuo Takaishi, fez um magnífico e detalhado estudo do “crol japonês” no seu livro “Swimming in Japan”, publicado em 1935 : “…há quem creia que o movimento de impulso ao inicio da braçada, não serve, o pode levar a diminuir a velocidade; creio, não entanto, que é precisamente este movimento o que decide se é ou não um bom nadador. Um bom nadador tem de aprender a empurrar a água da melhor maneira possível, e creio que é muito melhor entrar o braço na água ligeiramente dobrado, dado que se estica completamente, o tempo de impulso seria demasiado longo. Os dois ombros devem descrever uma elipse ao mover-se. Um sobe enquanto baixa o outro, e, em consequência disto, o corpo balança-se exageradamente, tendo como eixo central a linha longitudinal do corpo. Se um nadador bracear sem balançar o corpo, a força é produto unicamente do braço e do ombro, mas se a esta se resume a ação de balançar, a força aumenta consideravelmente, ainda que, naturalmente, este balançar tem que ter um limite, e não pode ser demasiado exagerado, dado que, neste caso poderia chegar a travar o movimento…”

Noutra passagem do seu livro escreve: “…é a força final do braço o que realmente faz aumentar a velocidade. Em consequência, este movimento deve ser efetuado de forma rápida e potente. Desde o momento que o braço termina a braçada, já não pode trabalhar para aumentar a velocidade, e, portanto, deve manter-se relaxado, e o único esforço que deve fazer é o de elevar o cotovelo. A forma de recuperação aérea pode ser diferente para cada nadador, apesar que, em linhas gerais, só se trata de levantar o cotovelo uma vez o braço tenha terminado a braçada, como se o cotovelo guiara a mão, levando-a para diante, descrevendo um circulo com o ombro como centro, levando o braço para diante, e endireitando o cotovelo quando este esteja paralelo ao eixo do corpo. Ainda que a mão entre na água antes que se tenha esticado totalmente o cotovelo, pode-se conseguir a posição adequada, esticando-o já dentro da água. Nem sequer um ritmo mais rápido pode afetar esta posição…”

Em referência à respiração, diz Takaishi : “…a inspiração tem lugar quando o giro do corpo do lado pelo qual vamos inspirar, está no seu momento mais amplo. Quando o braço deste lado está para terminar a braçada, se começa a girar a cara para o lado, acabando a inspiração quando o braço chega a conseguir o máximo impulso e o corpo tem conseguido o máximo giro. Depois, quando o braço inicia a recuperação, volta-se a submergir a cara. A boca deve estar fora da água o menor tempo possível, e, portanto, inspirar de forma rápida, mantendo o ar, expulsando-o aos poucos, até que a boca volte a sair por cima do nível da água.

Nos Jogos de 1932, os japoneses ganharam 5 das 6 medalhas de ouro que disputavam os homens (unicamente perderam os 400m. livres) “roubando-lhes” aos Estados Unidos a supremacia mundial que tinham ostentado até aquele momento.

Aquela rivalidade, que chegou a converter-se em mítica com o passo dos anos levou à organização de grandes competições “duais” entre os dois países, não significou, porém, uma confrontação dos diferentes estilos empregados pelos seus respetivos nadadores. Alguns dos movimentos característicos do “crol japonês” foram adotados por nadadores norte-americanos e europeus, enquanto, ao contrário, nadadores japoneses adotaram características norte-americanas ou europeias.

Assim, por exemplo, o fundista japonês Honda entrava a mão por diante da cabeça, sem nenhum tipo de deslize, um movimento típico do “crol japonês”, mas, em troca, a sacava roçando a coxa, e não a anca, um movimento clássico do “crol norte-americano”, quer dizer, reunindo num só nadador, o característico “ataque curto” japonês com o “final longo” norte-americano. Igualmente, o norte-americano Jack Medica, campeão olímpico dos 400m. livres em Berlim-1936, tinha adotado a posição do corpo do “crol japonês”, com ligeiro balanço dos ombros, junto a uma braçada longa, típica dos USA. e a famosa dinamarquesa Ragnhild Hveger (que chegou a possuir todos os recordes mundiais de crol, em metros e jardas, exceto o dos 100m., adotou a braçada japonesa, com entrada curta e direita ao início do impulso, com uma posição do corpo a meio caminho do estilo europeu e japonês.

O domínio exercido pelos nadadores japoneses neste período, 1932-1940, sobretudo nas provas de fundo, facilitou que os técnicos se deram conta de que o mais importante não era adequar o nadador a um determinado estilo, senão adotar para cada nadador o estilo mais conveniente às suas caraterísticas pessoais, pudendo chegar a escolher, se for necessário, características parciais de diferentes estilos. Suas vitórias nos 1.500m. dos Jogos de Los Angeles-1932 (o mencionado Kusuo Kitamura, 19,12″4) e Berlím-1936 (Noburu Terada, 19,13″7), juntamente com Tomikatsu Amano, primeiro nadador que baixou dos 19 minutos nos quinze hectómetros, 18,58”8 em 1938, reconheceram o merecido prestígio da escola japonesa de fundistas.

O estalido da II “Grande Loucura Mundial” cortou, porém, o grande progresso atingido naquela década dos anos 30, e a rivalidade entre norte-americanos e japoneses transferiu-se, infelizmente, das piscinas aos campos de batalha, onde desapareceram alguns dos que se tinham defrontado nas anteriores e pacíficas lutas desportivas.

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Natação do Centenário do Belenenses

Chlorus - Qui, 07/02/2019 - 11:51

O Clube Futebol “Os Belenenses” completa este ano o seu primeiro Centenário de existência ao serviço do desporto. Olhando a grande grandeza histórica do clube, como um dos históricos ecléticos, com uma ação em diversas modalidades desportivas nos chamados anos 20 a 40, chamadas como “amadoras”.

Há 100 anos, o desporto estava longe de conhecer a dimensão social de hoje. O Belenenses, neste século, ajudou e muito a fazer o desporto aquilo que ele é hoje. As instalações de hoje não se comparam da altura do nascimento do clube de Belém. Neste caso, a prática das modalidades aquáticas, natação e Water-Polo, estes a serem praticados em docas e rios por todo o País.

Nas docas tinha as suas consequências, as marés, muitas vezes se treinava com marés baixas, que era raras vezes em que havia acidentes de cortes nas mãos e nos pés nas rochas e ostras, assim como a qualidade das águas, com óleo e gasolina, que os barcos deixavam ao navegarem dentro das docas. Só o muito amor pela modalidade se assistia a muitos nadadores a treinarem e ao mesmo tempo a sangrarem.

Só após os anos 30 ou mais, quando começaram a surgir algumas piscinas, 16 e 33 metros, descobertas a funcionarem três a quatro meses por ano.

Belenenses é por isso uma instituição que sempre se debateu com seu amadorismo. Os seus projetos futuros debatiam-se sempre com as crises, com o futuro sempre incerto. Mas, foram muitos belenenses que pelo seu entusiasmo de clubismo conseguiram vencer muitos obstáculos de concretizarem os seus objetivos nas áreas de formação.

Nesta minha visita ao meu baú de memórias, encontrei uma forna de fazer uma apreciação dos factos mais relevantes dos anos 20 e 40 de homens e mulheres que tão dignamente representaram a natação do clube, graças à escrita que Ana Linheiro nos deixou.

1926 – Ano que o Belenenses fez a sua inscrição na Liga Portuguesa de Natação.

O Belenenses foi um dos pioneiros no Water-Polo em Portugal e teve sempre equipas inscritas nas três categorias e na natação pura.

João Silva Marques teve um início época como um dos melhores nadadores que existiam em Portugal, era um autêntico polivalente, participava em competições desde os 33 metros às maiores distâncias, como por exemplo às grandes travessias, era um assíduo nadador completo e ainda um bom executante a jogar Water-Polo.

Nesta época, por altura dos Campeonatos nacionais, disputados na Doca de Alcântara, consagrou-se campeão nacional na prova de 200 metros bruços, com a marca, 3.13.41, que constituía novo recorde de Portugal que superou o anterior que era 3.17.00. Neste ano, Roque Montenegro, outro homem das grandes distâncias, nadou de Vale de Zebre ate ao Mom Sucesso, ele e Delfim da Cunha eram as grandes figuras das águas abertas, na altura eram assíduos frequentadores da grande travessia de lisboa entre Xabregas e Algés, pequena travessia de Lisboa Terreiro do Paço e Algés e a grande travessia do porto de 12km. Esta feita por estafetas de 3 nadadores.

1928 – Nos regionais, na doca de Alcântara, volta a evidenciar-se na sua prova favorita de 200m brucos com a marca de 3.10.23 – nesta época venceu a travessia do Tejo entre Trafaria e Algés. Delfim da Cunha foi 2.º classificado. Neste ano o comandante Américo Tomás foi eleito presidente da Natação do Núcleo de Lisboa da Federação Portuguesa de Natação.

1929 – Delfim da Cunha foi 2.º classificado da travessia de Bugio a Oeiras. Em setembro Delfim da Cunha foi 2.º classificado na travessia de Lisboa. Na prova de Cascais a Estoril foi vencedor João Silva Marques.

1930 – Na travessia do Tejo, entre Barreiro e Lisboa, Delfim da Cunha foi vencedor. Uma semana depois, João Silva Marques foi vencedor da travessia do Seixal com Otaviano Benedito em 2.º. No dia de Natal, Delfim da Cunha venceu a travessia do bugio a Santo Amaro de Oeiras. Entretanto, o Belenenses continuava a participar nos regionais de polo aquático na 1, 2 e 3 categorias.

1931- Em agosto, João Silva Marques coloca a sua marca nos 200m bruços em 3.00.30. Com esta marca, prepara-se, as expensas do clube, para os JO de Berlim. Neste mês visita Portugal uma equipa do clube de natação de Barcelona, João volta a valorizar-se na sua prova com novo recorde de Portugal.

1932 – A partir de junho, o Belenenses participa numa série de provas distribuídas por vários recintos aquáticos, Doca de Alcântara, na piscina do Algés de 33m e o Nacional com 16m. Em agosto, derivado a um grave conflito da natação que deu origem ter afastado da federação todos os elementos, entre eles o comandante Américo Tomás.

1933 – Na consagração da federação foram considerados melhores nadadores da época anterior Delfim da Cunha e a estafeta de 4×200 livres, tal como João Silva Marques.

Para as provas de apuramento de nadadores que iriam participar na competição Espanha Portugal, João Silva Marques era o único do clube selecionado. Delfim da Cunha, nesta época, mostrou mais uma vez as suas capacidades como nadador de longa distância e estabeleceu o recorde da prova Poco Bispo a São Pedro do Estoril.

1934 – João Silva marques foi incontestavelmente um dos valores na natação. Conseguiu êxitos na especialidade de bruços e assistiu-se à flagrante injustiça da sua não inclusão na equipa de Portugal para os JO Berlim depois de ter batido o recorde ibérico.

1935 – Nos regionais de Lisboa, João Silva Marques, ao fazer 3.00.15, bateu o recorde nacional.

1936 – Na prova dos 400m bruços, João Silva Marques bateu o recorde nacional ibérico com a marca de 6.25.25, tendo batido o anterior 6.26.15. Aqui mostrou o seu bom momento de forma, mesmo assim não foi selecionado para os JO Berlim. No water polo, o Belenenses venceu o Sporting por 7-1.

1937 – João Silva Marques abandonou o Belenenses e pediu a sua transferência para a CUF, com o objetivo de conseguir um emprego naquela empresa. Este era o esquema habitual na altura de angariar atletas para as suas equipas. Neste ano inicia-se os treinos no tanque Jardim do Ultramar.

1938 – Travessia do Tejo Delfim da Cunha foi 3.º, Orlando Serra 6.º e Afonso Domingues 8.º. Na travessia de Cascais Estoril venceu Delfim da Cunha.

1939 – Na Travessia do Tejo, Delfim da cunha foi 5.º classificado, sendo os colegas 7.º, 8.º e 10.º. Travessia de Vila Franca-Alhandra, francisco Gramacho foi 13.º e seus colegas 14.º e 18.º. Por equipas, foi 3.º classificado.

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Rafael Gil: “Ótimo trabalho de equipa”

Chlorus - Qui, 07/02/2019 - 11:30

Rafael Gil realçou esta quarta-feira, nas redes sociais, um “ótimo trabalho de equipa” realizado na concentração nacional de águas abertas que decorreu entre os 1 e 6 de fevereiro em Vila Real de Santo António, revelando a distância percorrida: 82km.

Veja o vídeo partilhado por Rafael Gil – Atleta:

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Três recordes nos campeonatos de inverno da Argélia

Chlorus - Qua, 06/02/2019 - 14:32

Em Alger, a capital de Argélia, e em piscina de 25m., disputaram-se os Nacionais de Inverno, com resultados bem mais discretos, apesar do qual, três recordes absolutos deixaram a sua marca nesta edição dos Campeonatos: o primeiro de Anis Djabellah, que com um tempo de 3,51″46 nos 400m. livres, superou ajustadamente os já velhos 3,51″53 de Raouf Benabid de 2004. Desforrando-se da sua derrota nos 400m., Lounis Kendriche pulverizou literalmente o recorde dos 1.500m., ao impor-se com 15,18″15, muito além dos anteriores 15,34″92 de Djabellah, feitos o 2018, mas que, desta vez, só pôde ser segundo com 15,44″07; finalmente, o terceiro recorde foi para Ramzi Chouchar, com 4,16″59 nos 400m. estilos, batendo os anteriores 4,17″54 (do 2018) de Jaouad Syoud.

Nestes Nacionais não participou o melhor nadador argelino a nível internacional, Oussama Sahnoune, que vive e treina em Marselha, preparando os Mundiais de Coreia; tão pouco participou a nadadora Souad Cherouti, que, por certo, tem licença pelo S.L. Benfica.

Assinalamos também os recordes nacionais argelinos em piscina curta para comparar com os resultados destes Nacionais, e onde se pode ver o claro atraso da natação argelina com alguns dos seus recordes conseguidos já faz muitos anos, quando alguns dos seus nadadores treinavam em clubes franceses. Agora, sim, os resultados.

MULHERES. LIVRES. Nas duas provas curtas, duplo de Nesrine Medjahed com 26″78 nos 50m., e 57″85 nos 100m., única que tem baixou do minuto. Nos 200m., duelo entre duas jovens de 15 anos, com vitória para Meriem Khaldi, 2,08″31, por diante de Djihene Benchadli, 2,08″42. Nas provas longas, vitória de Rania Nefsi nos 400m., 4,26″61, muito ajustadamente por diante da jovem Khensa Belkacemi (15) e 4,26″91, enquanto esta última se impôs nos 800m. com 9,11″66, muito por diante da segunda classificada. Os atuais recordes nacionais pertencem: Amel Melih, 25″65 e 55″79, os dois do 2018; Majda Chebaraka, 2,02″52 do 2009, e Souad Cherouati, 4,12″16 do 2017, e 8,44″01 do 2018.

COSTAS. Duplo da recordista nacional Amel Melih, que se impôs desta vez com 28″78 e 1,03″23, muito por diante das suas rivais. Na prova longa, vitória clara para Sarah El Tahaoui, 2,21″05. Os recordes nacionais pertencem a Amel Melih, 28″62 e 1,01″95, os dois do 2016, e a Rania Nefsi, 2,18″81 do 2018.

BRUÇOS. Tripla vitória para Rania Nefsi, com 34″04, 1,12″85 e 2,36″29. Os recordes pertencem a Radja Kouza, 32″38 do 2014, e Hannah Taleb, 1,09″62 e 2,31″57, os dois do 2015.

MARIPOSA. Nos 50 e 100m., duplo de Nesrine Medjahed com 28″82 e 1,03″80, enquanto Meriem Khaldi impôs-se na prova longa com 2,23″19. Os atuais recordes pertencem a Amel Melih, 27″52 do 2018, e Fella Bennaceur, 1,01″20 do 2009, e 2,13″60 do 2010.

ESTILOS. Rania Nefsi impôs-se nas duas provas curtas com 1,05″54 e 2,22″02, enquanto a jovem Khensa Belkacemi (15) ganhou com 5,02″15. Os três recordes nacionais da especialidade pertencem, os três, a Rania Nefsi, com 1,04″34 do 2018; 2,17″99 do 2017, e 4,48″12 do 2018.

HOMENS. LIVRES. Nos 50m., vitória de Nazim Benbara 23″10, ajustadamente por diante de Jaouad Syoud, 23″11, enquanto este último desforrou-se ganhando os 100m., impondo-se a Benbara, 50″42 por 51″10. Único em baixar os 1,50″, Anis Djabellah, impôs-se também nos 200m. com 1,49″68. Mencionados já os recordes de 400 e 1.500, os recordes dos 50, 100 e 200m., pertencem ao ausente Oussama Sahnoune com 21″26, 46″42 e 1,47″78, os três do 2017.

COSTAS. Vitória de Nazim Benbara nos 50m., 25″89, e duplo de Ryad Bouhamidi nos 100 e 200m., com 55″21 e 2,01″11. Os recordes nacionais repartem-se entre Ryad Djendouci o dos 50m., 25″32 do 2014; Ryad Bouhamidi o dos 100m., 54″83 do 2018, e Abdellah Ardjoune, 1,58″71 o dos 200m., do 2018.

BRUÇOS. Vitória de Abdelrezak Siar na prova curta com 29″43, e do melhor dos Campeonatos os 1,00″72 e 2,11″73 do jovem de 18 anos, Moncef Balamane, nos 100 e 200m., muito perto dos recordes nacionais nas duas provas. Os recordes são de posse de Nabil Keebab, os de 50 e 100m., com 27″70 e 1,00″06, os dois do 2011, e do mesmo Balamane o dos 200m., com 2,11″55 do 2018.

MARIPOSA. Dupla de Jaouad Syoud nos 50 e 100m., com 24″95 e 55″01, enquanto Ramzi Chouchar venceu nos 200m., 1,59″85, em ausência do recordista nacional. Os recordes nacionais pertencem a Oussama Sahnoune, os de 50 e 100m., 23″66 e 51″26, os dois do 2017, e a Jaouad Syoud, o dos 200m., com 1,58″86 do 2017.

ESTILOS. Vitória de Jaouad Syoud na prova curta, 56″14, enquanto Ramzi Chouchar impôs-se nos 200m com 2,00″46 (além dos 400m. já mencionados). Os dois recordes de 100 e 200m. pertencem a Nabil Kebbab, 54″82 do 2011, e a Jaouad Syoud 1,59″36 do 2017.

Créditos da foto: Federação Argelina de Natação

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Congresso da APTN: Comunicações orais apresentadas até 29 de março

Chlorus - Qua, 06/02/2019 - 12:47

A Associação Portuguesa de Técnicos de Natação convida todos os interessados a apresentarem uma comunicação oral no próximo 42.º congresso técnico-científico – XV Congresso Ibérico, que se vai realizar no Portimão Arena entre 26 e 28 de abril.

A proposta de comunicação deverá ser submetida em formato de resumo para o endereço de correio eletrónico aptn.formacao@gmail.com até à data limite de 29 de março.

Clique aqui para ver o regulamento específico.

As inscrições para o congresso já estão abertas e o programa (em atualização) disponível.

O Chlorus, jornal online de Natação, é parceiro Media do evento pelo terceiro ano consecutivo.

Todas as informações disponíveis no Chlorus e o lançamento dos vários temas que estarão em discussão.

A formação é creditada pelo IPDJ.

Portimão foi designada Cidade Europeia do Desporto em 2019.

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Resumo do Meeting da Póvoa de Varzim

Chlorus - Qua, 06/02/2019 - 12:33

A Associação de Natação do Norte de Portugal lançou esta quarta-feira um vídeo sobre o X Meeting Internacional da Póvoa de varzim, realizado no passado fim de semanas nas piscinas municipais, cujo vencedor coletivo foi o FC Porto.

Veja o vídeo:

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Nadador italiano fica paraplégico após ser baleado

Chlorus - Qua, 06/02/2019 - 12:05

Manuel Bortuzzo, uma das jovens promessas da natação italiana, perdeu a mobilidade das pernas após ter levado um tiro na noite do último sábado, em Roma, tendo sofrido uma lesão medular.

As autoridades suspeitam que os agressores, supostamente vinculados à máfia local, confundiram o nadador de 19 anos com outra pessoa, possivelmente ligado à confusão no bar onde se encontrava com uns amigos.

Por enquanto, os investigadores identificaram e interrogaram um dos participantes na confusão, que, no entanto, negou envolvimento no ocorrido.

Créditos da foto: DR

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