Natação Nacional

Famílias dos praticantes de natação podem ser aconselhadas por unidade de apoio do COP

Chlorus - Qui, 28/02/2019 - 12:30

O Comité Olímpico de Portugal (COP) criou a Unidade de Apoio às Famílias, que pretende prestar serviços de aconselhamento nas áreas técnico-desportivas, médicas, psicológicas, dietéticas, escolares e jurídicas, anunciou esta quarta-feira o COP.

Segundo o COP, “esta unidade está prioritariamente destinada a famílias de jovens atletas, mas aberta a qualquer família de qualquer praticante desportivo que integre projetos sob a responsabilidade do COP”.

Ainda segundo o Comité Olímpico, “a unidade surge na sequência dos projetos já em desenvolvimento pelo COP, nomeadamente as ações de sensibilização e formação previstas no âmbito do Departamento de Missões e Preparação Olímpica, sendo um reforço e continuidade da linha institucional deste trabalho”.

No início de 2019, o Encontro Nacional de Esperanças Olímpicas deu o arranque a iniciativas com os pais dos atletas integrados no Projeto de Esperanças Olímpicas, tendo sido destacado por todos os intervenientes a importância do papel das famílias na estabilidade formativa dos atletas e a necessidade de as elevar a parceiros do processo desportivo, aproximando-as das organizações desportivas e envolvendo-as em todo o trabalho da formação desportiva.

A Unidade de Apoio às Famílias, agora criada, irá disponibilizar meios de apoio e de informação às eventuais necessidades dos pais e encarregados de educação em complemento às valências já disponibilizadas por federações, associações ou clubes.

Créditos da foto: COP

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Prosseguimento da história do Centenário do nascimento da natação no Belenenses

Chlorus - Qui, 28/02/2019 - 11:55

… dos anos duradouros de 1926 até 1940, em que se sobressaíram João Silva Marques, Delfim da Cunha, dois dos maiores vultos da natação de todos os tempos (na altura), Orlando Serra, Licínio Vaz, Libe Ritmo Vaz, Otaviano Benedito, Lionel Freitas, Eduardo Serra, Alexandre Leal Dias, Joaquim Nunes, Francisco Gramacho, João Mendes e Ana Linheiro – que foi campeã indiscutível e recordista nas mais diversas técnicas de crol e costas, Luís Reis, Agostinho Batista, Fernando Azevedo, Humberto Azevedo, Armando Mendes, Humberto Azevedo, Homero Serpa, e tantos outros menos conhecidos, mas igualmente briosos nadadores.

A natação teve os seus períodos de eclipse nos anos 40 a 50, nunca num eclipse total. Foi sempre uma modalidade ativa no clube e a enriquecer as suas vitrines de troféus, em natação pura e no water-polo.

Nas décadas de 50, na natação de competição apenas Ana Linheiro levava o nome do Belenenses, as piscinas e aos jornais com as suas proezas extraordinárias nos seus estilos inconfundíveis de costas e livres, somava recordes atrás de recordes de categorias e absolutos.

Nestas alturas, o Belenenses, sem mínimo de condições de treino, seu fervoroso adepto da modalidade derivado aos feitos da sua filha, era ao mesmo tempo o responsável pela natação do clube, e por sua conta pagava as despesas dos treinos na piscina do Algés. Até que em 1946, sua filha se casou e arrumou o seu fato de banho na sua estante de recordações!

No mês de fevereiro de 1950, a natação sentiu com o falecimento de Delfim da Cunha, na altura era treinador da equipa, depois de um passado glorioso na Natação Portuguesa… sendo Luís Carlos Reis, o nadador que passou a ser o técnico responsável da natação no Belenenses.

Até que um dia dos anos 50, um grupo de elementos dos nadadores mais antigos se reuniram com o senhor Pereira da Silva, uma pessoa muito dedicada à natação, Era dirigente da ANL e membro de uma comissão da natação do Belenenses, que mantinha com Armando Mendes, Humberto Azevedo, Homero Serpa, Alberto Correia e Luís Carlos Reis. Este grupo, chamado Sagrado da Modalidade do clube, era um exemplo de clubismo.

Deste grupo, se juntaram esforços e aí da sob a experiência de Pereira da Silva e Alberto Correia, o querer do grupo era muito grande, e nada fazia recuar fosse quem fosse. Puseram mãos à obra, não havia piscinas, mas como havia muita vontade a falta de um local próprio para treinos e ensino, competições de natação e water-polo, nada desanimou os “Os Rapazes da Praia” como eram assim chamados, moldados em Belém e feitos de barro especial que deu os bons momentos nas docas, com os seus problemas das marés. Mas nunca desistiram.

Até que surgiu a hipótese de a natação ir para o Tanque do Jardim do Ultramar.

No próximo capítulo, Natação do Tanque do Jardim do Ultramar “caldo verde”.

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Congresso da APTN: Fernando Navarro apresenta “Proposta de um modelo de treino para a natação de alto rendimento”

Chlorus - Qui, 28/02/2019 - 11:27

Fernando Navarro Valdivielso vai apresentar o tema “Proposta de um modelo de treino para a natação de alto rendimento” durante o 42.º congresso técnico-científico – XV Congresso Ibérico que se vai realizar no Portimão Arena entre 26 e 28 de abril.

A preleção do espanhol está agendada para dia 26 de abril, pelas 15h30, no auditório 1.

“Para alcançar altos níveis de desempenho nos diferentes testes competitivos de natação, é essencial conhecer o que treinar e como treinar, ou seja, identificar os conteúdos do treino e estabelecer a metodologia de treino adequada a cada um deles. Estes aspetos devem ser explicados como simples, como uma classificação e não isentos de rigor através do desenvolvimento e explicação de um modelo de treino que reúna as informações necessárias para estabelecer os fundamentos da direção do treino de cada um dos testes de natação competitiva. Este é o objetivo central a que se propõe este documento”, lê-se na sinopse sobre o tema.

Doutor em Ciências do Desporto, Navarro é mestre em Desporto de Alto Desempenho (COES/UAM), master Trainer (ENE/RFEN) e professor catedrático na UPM e UCLM.

Ex-formador e diretor-técnico da RFEN, o orador espanhol foi distinguido com a Medalha de Bronze da Ordem do Mérito Desportivo de Espanha e autor de inúmeras publicações relacionadas com a Natação e metodologia e planeamento do Treino Desportivo.

As inscrições para o congresso já estão abertas e o programa (em atualização) disponível.

A APTN, em paralelo com o congresso, vai disponibilizar um programa cultural e social para acompanhantes dos congressistas, como passeios de barco, sunset party e visitas ao Museu de Portimão. Clique aqui para ver o programa cultural e social.

Todos os interessados poderão apresentar uma comunicação oral no congresso. A proposta de comunicação deverá ser submetida em formato de resumo para o endereço de correio eletrónico aptn.formacao@gmail.com até à data limite de 29 de março. Clique aqui para ver o regulamento específico.

O Chlorus, jornal online de Natação, é parceiro Media do evento pelo terceiro ano consecutivo.

Todas as informações estão disponíveis no Chlorus onde serão lançados os vários temas que estarão em discussão.

A formação é creditada pelo IPDJ.

Portimão foi designada Cidade Europeia do Desporto em 2019.

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Medalhas Jogos Olimpicos Toquio 2020 100% reclicáveis

Chlorus - Qua, 27/02/2019 - 20:10

De acordo com noticia da BBC, a organização dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 serão compostas por materiais 100% recicláveis.

Esta iniciativa, que foi intitulada por Tokyo 2020 Medal Projet, começou em 2017, com o objetivo de recolha de 30.3kg de ouro, 4.1kg prata e 2.7kg bronze de dispositivos electrónicos usados, tais como telemóveis ou computadores. A organização dos jogos olímpicos espera atingir este objetivo já em março desde ano.

Esta será a primeira vez que as medalhas de uma grande evento desportivo são completamente compostas por materias recicláveis.

A organização espera divulgar o design das medalhas até ao final do presente ano.

Créditos da imagem: Organização Jogos Olímpicos Tóquio 2020

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Portugal a Nadar: Município de Castelo Branco organizou campeonato interno

Chlorus - Qua, 27/02/2019 - 17:09

O Município de Castelo Branco/Albigec (VNC) organizou esta terça-feira o Campeonato Interno de Natação-Albigec, entidade integrada na Associação de Natação do Interior Centro, que este ano, pela primeira vez, obteve a certificação nacional da Federação Portuguesa de Natação, no âmbito do Programa Portugal a Nadar.

Cerca de duas centenas de crianças participaram no festival aquático realizado nas Piscinas Municipais de Castelo Branco, tendo estado presente o vice-presidente do município de Castelo Branco, José Augusto Lopes.

Créditos da foto: FPN

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Portinado estagiou com equipa francesa

Chlorus - Qua, 27/02/2019 - 13:13

A equipa de natação artística da Portinado realizou na segunda-feira, em Vila Real de Santo António, um estágio com a equipa francesa Le Le Pecq.

“Esta foi uma experiência muito positiva para as atletas e treinadoras, com um dia cheio de diferentes atividades ligadas à modalidade. Obrigado ao Carlos Horta da CMVRSA pelo convite”, lê-se na página de Facebook da Portinado.

Créditos da foto: Portinado

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“Importante avaliação” em Rio Maior, diz Daniel Marinho

Chlorus - Qua, 27/02/2019 - 12:42

Daniel Marinho, da Universidade da Beira Interior e técnico FPN para a área de formação, afirmou esta terça-feira que a avaliação e controlo do treino dos nadadores integrados no Centro de Alto Rendimento em Rio Maior “foi mais uma importante avaliação para controlo do processo de treino e planeamento das próximas fases da época”.

Além Daniel Marinho, a ação teve a presença de Mário Marques, da Universidade da Beira Interior, bem como elementos da universidade Pablo de Olavide, David Rossel e Juama Yanez.

Créditos da foto: FPN

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Analgarve divulga comunicações para a 1ª edição Encontro Técnicos da Natação Algarvia

Chlorus - Ter, 26/02/2019 - 21:44

A direção da Analgarve, e a sua Direção Técnica, divulgaram quais as comunicações que vão ser apresentadas na 1ª edição dos Encontros Técnicos da Natação Algarvia.

Esta primeira edição vai ser no dia 20 de abril, em Ferreiras. As comunicações mais votadas, e que serão apresentadas nesta primeira edição são as seguintes:
Paulo Costa (Treinador Principal / Portinado)
Área temática – Natação Pura: Treino de velocistas
Título: “Ser cada vez mais rápido”

Júlio Borja (Treinador Principal / FCF)
Área temática – Natação Pura: Planeamento e Programação
Título: “Victoria Kaminskaya e a especialidade de 400 EST: Set 2016-Abr 2018”

João Jacinto (Treinador de INF e Treinador-Adj. da Equipa Principal / FCF):
Área temática: Treino de Águas Abertas
Título: “Águas Abertas: especificidade e treino”

 

Quaisquer esclarecimentos adicionais sobre esta iniciativa poderão ser solicitados à Analgarve, através do seu DTR-NP, Júlio Borja, para o endereço DTRanalgarve@gmail.com

Créditos da imagem:

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História do crol (VI e último) – A revolução australiana de 1956

Chlorus - Ter, 26/02/2019 - 15:05

No princípio da década dos 40, o australiano Frank Cotton, antigo campeão da Nova Gales do Sul nas 440 e 880 jardas crol, e mais tarde doutor em Ciências, e professor de Fisiologia na Universidade de Sydney, iniciou as suas experiências para conseguir novos métodos de treino no âmbito da natação de competição.

Com a ajuda de Forbes Carlile, outro nadador, treinador amador, e estudante de Fisiologia como Cotton, começaram a experimentar, a partir de 1945 com uma nova geração de nadadores numa piscina que anos mais tarde faria famosa no mundo inteiro, a “North Sydney Olympic Pool”, onde a partir de 1956, as Dawn Fraser e Lorraine Crapp, os Murray Rose, John Henricks, John Devitt, ou os irmãos John e Ilsa Konrads, renovaram a tabua de recordes mundiais, iniciando uma nova era da natação mundial.

Empregando novas técnicas, que iam aperfeiçoando quando as consideravam positivas, ou trocando quando não conseguiam os resultados que eles esperavam, Cotton e Carlile conseguiram resultados esperançosos para uma natação, a australiana, que praticamente não “levantava cabeça” desde os Jogos de 1928-1932. Entre 1948 e 1952, três nadadores, Judy Joy Davies (bronze nos 100m. costas de 1948), Nancy Lyons (prata nos 200m. bruços de 1948) e John Davies (ouro nos 200m. bruços em 1952), colocaram de novo a natação australiana entre as primeiras do mundo, sem esquecer-nos de John Marshall (ainda que estudante na Universidade de Yale, também treinava na Austrália) bronze e prata nos 400 e 1.500m. crol de 1948).

Os “Livros de treino” (onde cada nadador apontava seus treinos e suas impressões sobre treinos e competições); os “relógios de parede” (para vigiar os tempos que se faziam nas séries de treino); a vigilância constante do peso de cada nadador como arma para prevenir o sobre-treino; a toma do pulso depois do que eles chamavam “esforços” para vigiar a progressão do treino; o emprego de banhos de água quente como “aquecimento” das competições, quando a temperatura do ambiente ou da água era mais bem fria, ou o emprego do “treino por intervalos”, experimentado já pelos japoneses, mas que Cotton e Carlile levaram a um uso extremo, foram algumas das inovações propostas por estes dois técnicos.

Tudo isto, porém, não teria podido ir à frente como o fez, de não ser pela nova geração de técnicos que surgiu daqueles estudos, “inoculando-lhes” o entusiasmo que aqueles dois pioneiros sentiam pela natação. Frank Guthrie, Harry Gallagher, Sam Herford, Marsden Campbell ou Don Talbot, entre outros muitos, foram os “embandeirados” duma magnífica geração de treinadores profissionais, que se entregaram com exclusiva dedicação a encontrar novos e mais eficientes métodos de treino, que tiveram como resultado uma geração de nadadores, cuja “explosão” coincidiu com a disputa dos JO de Melbourne-1956.

Os estudos levados a termo por aquela geração de técnicos mostraram ao mundo da natação uma primeira evidência; um nadador podia assumir treinos muito mais duros do que se tinha querido até então. Treinos “por intervalos” de 32x50m. eram frequentes nos planos de treinos daqueles nadadores e ainda que alguns técnicos ainda não estavam perfeitamente convencidos da necessidade de chegar a estes extremos, muito cedo os resultados conseguidos demonstraram que os que assim atuavam não deixavam de ter razão. Em 1953, Judy Joy Davies supera o recorde mundial da milha em 22,51”6 (superando de 20 segundos o recorde da mítica dinamarquesa Ragnhild Hveger, 23”11”5, conseguido em 1938); o ano seguinte é o turno de Lorraine Crapp, ao superar o recorde mundial das 880 jardas em 11,00”2, superando os 11,08”6 da norte-americana Ann Curtis em 1944.

Estes êxitos dispararam o entusiasmo pela natação na ilha-continente e nasce uma geração que dois anos depois deixará gravadas suas façanhas para a posteridade em letras de ouro. Nos primeiros meses de 1956 oferecem já um avanço do que vão ser os Jogos. Em fevereiro, e sempre em piscinas de 55 jardas, Dawn Fraser supera o recorde mundial dos 100m. crol, vigente desde 1936; e faz o mesmo com o dos 200m., em poder da mencionada Hveger; poucos meses depois, em Agosto, Lorraine Crapp  converte-se na primeira mulher que nada os 400m. crol em menos de 5 minutos, ao conseguir um tempo de 4,50”8, superando em quase dez segundos um recorde, 5,00”1, vigente desde 1940; Murray Rose apodera-se dos recordes mundiais de 400 e 1.500m. crol, sendo o primeiro que nada o quilómetro e meio em menos de 18 minutos (17,59”5 em Outubro daquele mesmo 1956).

Dezembro de 1956. Em Melbourne disputam-se os Jogos Olímpicos. Austrália impõe-se em todas as provas de crol, tanto na categoria masculina como na feminina, “triturando” literalmente os seus rivais norte-americanos e japoneses, com uma superioridade que nem sequer tinham demonstrado os japoneses na sua recordada atuação em Los Angeles-1932. Sobem aos três degraus do pódio nos 100m. crol, tanto masculinos (John Henricks, John Devitt, e Gary Chapman) como femininos (Dawn Fraser, Lorraine Crapp e Faith Leech); ganham os 400 e 1.500m. crol com Murray Rose; o ouro e a prata dos 100m. costas com David Theile e John Monckton; e os dois primeiros lugares dos 400m. crol femininos, con Lorraine Crapp e Dawn Fraser, e, como não podia deixar de ser, ganham as duas estafetas, 4x200m. crol homens e 4x100m. crol mulheres. Uma superioridade pouco menos que insultante, dado que nas provas básicas, as de crol, ganham 5 medalhas individuais, das 9 que se jogam entre os homens, enquanto levam 5 das 6 que se disputam as mulheres.

Mas tem sido possível conseguir esta grande superioridade da natação australiana sobre o resto do mundo, unicamente com os novos métodos de treino?

Efetivamente, não tem sido só estes os que desenvolveram estes nadadores, senão todo um conjunto de práticas que vão desenvolver um conceito da natação totalmente diferente do que se tinha definido até então. Vejamos:

– Um conceito do treino dentro da água baseado no “treino por intervalos” (“interval training”), copiado do atletismo (onde tinha começado a o empregar o alemão Waldemar Gerschler pouco antes da “II Grande Locura Mundial), e que consistia “grosso modo” em nadar distâncias curtas, separadas por curtos períodos de repouso (por exemplo, 32x50m., ou 16x100m., com 15-20 segundos de repouso) de maneira que o nadador pudesse desenvolver uma velocidade superior à da competição (por exemplo, nadar estes 32×50 a uma velocidade de 30” para um nadador de 2,06″ nos 200m. crol). Embora este método fosse usado ao lado das clássicas “distâncias longas”, já temos dito que nunca até então tinham tido tanta importância no conjunto do plano de treino.

– A preparação física. Baseando-se no plano de treino do norte-americano Bob Kiphuth, que continha alguns exercícios de roldanas com pesos ao final da sua famosa “Tabua de Yale”, os técnicos australianos desenvolveram um ambicioso plano de preparação física no qual dava-se uma grande importância à força. Para a conseguir, executavam-se toda uma série de exercícios com a barra de halterofilia (ainda que os pesos não eram muito elevados, dado que as experiências, neste terreno, levaram-se com um grande cuidado), assim como de roldanas (ainda que com uma tábua mais desenvolvida, tanto na quantidade de exercícios como na sua qualidade) junto a exercícios de força fazendo servir o peso do próprio corpo como resistência, tudo isto complementado com exercícios calisténicos, para potenciar a força.

– O que num princípio denominou-se “a preparação invisível”. Atenção aos detalhes que podiam ser importantes, mas que até aquele momento não se lhes tinha concedido a que realmente tinham e se mereciam. A dieta, com a ingestão de muita fruta (inteira o em sumo) assim como Vitamina E, presente no germe de trigo e no óleo que se extrai do mesmo; vitaminas A, B, C, e D, e preparados de ferro, sobretudo para as nadadoras em razão da perda de sangue nas suas regras, para manter o nível de ferro na hemoglobina; também iniciaram-se trabalhos importantes no campo da Medicina Desportiva, com estudos sobre o comportamento do pulso, a pressão arterial, e as variações do Electrocardiograma (ECG) dos nadadores, assim como na preparação psicológica, uma matéria na que Forbes Carlile era maestro.

– E, finalmente, o retorno, ainda que com trocas significativas, e evidentemente positivas, ao crol de Weismuller. Quais eram as principais características daquele crol australiano? Em princípio, dizer que naquele crol o nadador-atleta impunha-se ao nadador-peixe.

Deixemos a palavra a Frank Guthrie, um dos “quatro grandes” daquela natação, que, num opúsculo destinado aos treinadores da Nova Gales do Sul, indica: “a principal caraterística do crol australiano é a de não ter, seguramente… nenhuma caraterística principal. O estilo tem que ser pessoal, adaptado a cada nadador, segundo as suas caraterísticas pessoais, de maneira que possa sacar o máximo partido de todas e cada uma delas. Todos os seus movimentos devem estar ao serviço da máxima eficiência… o contrário… é perder o tempo. De toda maneira, é evidente que este crol tem que seguir umas determinadas pautas, que se faz necessário descrever: os braços entram na água para ir diretamente ao ponto de início da tração, sem o deslizamento típico do crol japonês ou americano. A mão vai diretamente à água e inicia a tração, dobrando o cotovelo na típica posição que se conhece como “em boomerang”, pelo seu parecido com esta típica arma atiradiça dos aborígenes australianos, isto é, num ângulo maior de 90º, o que faz que a mão passe a pouca distância, 8-12 centímetros, do estômago, e quase sempre um pouco por fora do eixo central do corpo.

Esta é, seguramente, a única caraterística que está de acordo com todos os técnicos australianos. Depois, a mão desvia-se para a coxa, e sai, roçando-a, iniciando uma recuperação em total descontração, com o cotovelo alto, e a mão perto do corpo, para voltar a entrar na água, plana e com os dedos fechados, ainda que sem produzir excessiva força, dado que descontração é a palavra chave nesta fase da braçada. Esta recuperação, porém, tão pouco está isenta de variações, dado que aqueles nadadores não têm muita flexibilidade na articulação do ombro e podem fazer com o braço mais esticado, sem elevar tanto o cotovelo.

A inspiração efetua-se em cada braçada (cada dois movimentos de braços) sempre pelo mesmo lado, sendo bucal a inspiração; nasal e bucal, ou só bucal, a espiração. O ritmo de movimentos tem que ser rápido, de maneira que não haja nenhum tempo morto (é, neste ponto, a adoção do princípio da “rotating action”, a caraterística que o japonês Hironoshin Furuhashi tinha demonstrado em 1948).

Outra das caraterísticas do crol australiano é a de adaptar o movimento de pernas ao dos braços, e isto servia tanto para um nadador como John Henricks, que tinha um péssimo batido de pernas, como para outros que, como Dawn Fraser ou Lorraine Crapp, tinham uma batida muito eficaz.

Um nadador como Murray Rose, por exemplo, usava um 2-tempos para nadar os 1.500m.; um 4-tempos quando nadava os 400 ou 800m., e, finalmente, um 5-tempos irregular quando o fazia em distâncias mais curtas, 100 ou 200m. John Devitt, medalha de prata dos 100m. crol nos Jogos de Melbourne-1956, e campeão olímpico da mesma prova nos de Roma-1960, nadava praticamente sem ajuda das pernas, nem sequer nos 50m., em razão da sua pouco menos que nula flexibilidade dos tornozelos. O movimento de pernas chega a ser totalmente nulo, como no caso dos dois fundistas norte-americanos George Breen e Alan Somers (discípulos de Jim “Doc” Counsilman, um dos poucos treinadores USA contrário aos postulados de Bob Kiphuth, e defensor dos princípios do crol australiano) nos quais podia-se observar um cruzamento das pernas no sentido horizontal, com o qual compensava-se o balanço das ancas, que, a causa da pouca flexibilidade dos ombros, proporcionava um recobro dos braços muito baixo.

Da revolução australiana de 1956 construíram-se os alicerces da natação moderna, na que tudo está permitido sempre que seja para benefício do nadador. A partir dos JO de 1956, e cada vez com mais força, impõe-se uma grande variedade de estilos, cada uma das quais está ao serviço dum determinado tipo de nadador, com umas qualidades perfeitamente definidas, e diferentes das dos outros nadadores. Assim, vamos ver três exemplos: na década dos 65-75, uma magnífica geração de fundistas australianos põem de moda o 2-tempos para as provas de fundo. Forbes Carlile, ao qual pertencem um certo número destes fundistas, chega inclusive a manifestar que esta modalidade é a única com a qual podem-se conseguir êxitos, não só nas provas de fundo, como também nas de velocidade (em 1968, o australiano Mike Wenden consegue o título olímpico dos 100m. crol com um batido irregular de duplo cruzamento horizontal, muito parecido a um 4-tempos).

Em Montreal-1976, o norte-americano Bruce Furniss ganha o título olímpico dos 200m. crol, demonstrando uma modalidade do 6-tempos no qual faz um exagerado balanço dos ombros (que chega até colocar o seu eixo em sentido totalmente vertical) que permite (segundo a própria autocrítica do nadador): 1o.) uma braçada muito mais funda, e uma melhor “toma” da água com a mão; 2o.) permite uma braçada muito mais longa, tanto para diante como para trás; 3o.) favorece a recuperação dos braços, sobretudo nos nadadores com pouca flexibilidade de ombros, a causa da mencionada verticalidade do eixo dos ombros, e, 4o.) reduz a resistência do corpo dentro da água. Evidentemente, esta modalidade afasta-se do crol australiano pelo que diz respeito à braçada “em boomerang”, braçada que não é possível com um balanço de ombros tão pronunciado.

Pouco depois, 1980, o soviético Vladimir Salnikov ganha o título olímpico dos 1.500m. crol, baixando por vez primeira dos quinze minutos, empregando um clássico 6-tempos). Oito anos depois da sua vitória em Moscovo, o mesmo Salnikov, de maneira surpreendente, reedita sua vitória nos Jogos de Seul. A diferença entre o clássico 6-tempos empregado em Moscovo, e o batido irregular que emprega em Seul, é clara; trata-se do estilo posto ao serviço do nadador, não do nadador ao serviço do estilo.

Até aqui a história, mais ou menos bem contada do estilo crol, o estilo que tem feito possível que hoje em dia se nadem os 100m. em 44″, e os 1.500m. em 14,10” (em piscina curta), uns tempos que, nos inícios do século XX, foi chamado de louco quem se houver atrevesse a praticar.

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Viver Santarém primeiro no Campeonato Inter Regional de Clubes

Chlorus - Ter, 26/02/2019 - 11:46

O Viver Santarém foi o vencedor absoluto do Campeonato Inter Regional de Clubes da Associação de Natação do Alentejo, Santarém e Interior Centro, realizado no último sábado em Sines.

A equipa de Santarém somou 454 pontos, à frente do Clube de Natação de Torres Novas com 450 e do Litoral Alentejano com 427.

Já nas contas entre associações, Santarém levou a melhor ao contabilizar 1022 pontos, seguida do Interior Centro com 972 e do Alentejo com 918.

Participaram 194 atletas (97 masculinos e 97 femininos) em representação de 21 clubes.

Resultados

Créditos da foto: CNG – Clube de Natação da Guarda Facebook

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Leila Marques será chefe de missão nos Jogos Paralímpicos de Tóquio-2020

Chlorus - Ter, 26/02/2019 - 11:20

A ex-nadadora Leila Marques vai ser a chefe da missão portuguesa aos Jogos Paralímpicos Tóquio2020, anunciou no sábado o Comité Paralímpico de Portugal.

Leila Marques, que se despediu da competição em Pequim2008, foi presidente da Federação Portuguesa de Desporto para Pessoas com Deficiência (FPDD), entre 2009 e 2012.

O nome da médica foi anunciado durante a reunião anual do Projeto Paralímpico, que decorreu na Escola Superior de Desporto de Rio Maior.

Leila Marques, que será a primeira mulher a chefiar a missão portuguesa nuns Jogos Paralímpicos, sucede a Rui Oliveira, que liderou a comitiva lusa noRio2016, competição na qual Portugal se apresentou com 37 atletas e conquistou quatro medalhas (duas no atletismo e duas no boccia).

Créditos da foto: Comité Paralímpico de Portugal

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Sporting vence Torneio Regional de Clubes

Chlorus - Ter, 26/02/2019 - 10:59

O Sporting venceu o Torneio Regional de Clubes da Associação de Natação de Lisboa, destinado à categoria de infantis, que se realizou no último fim de semana em Loures.

A equipa leonina somou 256 pontos, à frente do Benfica com 241 e da Gesloures com 229.

Tomás Duro (Colégio Monte Maior) e Diogo Dias (Despertarecorde) com 455 pontos nos 100 livres (58,41 e 58,42, respetivamente), e Francisca Ferreira (Sport Algés e Dafundo) com 514 pontos nos 100 livres (1.03,54) foram os nadadores com melhores performances.

Participaram 180 atletas (91 masculinos e 89 femininos) em representação de 20 clubes.

Resultados

Créditos da foto: AHBEstoris Facebook

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Huelva recebe IV Travesía Aguas de Palos

Chlorus - Seg, 25/02/2019 - 21:20

A cidade de Huelva, Espanha, vai receber a IV Travesía Aguas de Palos, no 10 de março de 2019, em Mazagón Puerto (Huelva).

A prova vai ter as distâncias de 1.500 e 3.000m, e está aberta a todos os nadadores a partir dos 8 anos. O uso do fato neopreno é obrigatório.

O prazo para as inscrições é no próximo dia 3 de março, e a prova está limitada a 200 inscrições

Regulamento e Inscrições

Créditos da imagem: Organização da IV Travesía Aguas de Palos

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Gabriel Lopes entrevistado do podcast Hora H2O

Chlorus - Seg, 25/02/2019 - 15:13

O nadador Gabriel Lopes, nadador do Louzan Natação e recordista nacional de costas, é o mais recente entrevistado do podcast Hora H2O da natação portuguesa, da responsabilidade de Alexandre Agostinho, ex-nadador e atual presidente da Associação de Natação do Algarve.

Neste episódio fala-se sobre a transição de júnior para sénior, treinar em altitude, ranking das provas de natação mais difíceis e muitos outros assuntos interessantes.

Clique aqui para ouvir o que disse Gabriel Lopes.

O podcast Hora H2O tem o apoio do Chlorus.

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Categorias: Natação Nacional

Congresso da APTN: Juan Moreno apresenta “Como atingir a competência aquática”

Chlorus - Seg, 25/02/2019 - 13:33

Juan Antonio Moreno Murcia vai apresentar o tema “Como atingir a competência aquática” durante o 42.º congresso técnico-científico – XV Congresso Ibérico que se vai realizar no Portimão Arena entre 26 e 28 de abril.

A preleção do espanhol está agendada para dia 27 de abril, pelas 16h00, no auditório 1.

“A educação aquática não pode ser convertida, unicamente, num repertório de soluções, pois muitos problemas apenas foram considerados em contexto académico. Portanto, a busca pela competição aquática requer um compromisso por parte dos educadores que inclua uma inovação educacional em que o papel do professor seja assumido como um arquiteto de contextos aquáticos significativos e facilitador da aprendizagem. O objetivo deste artigo concentrar-se-á em mostrar um caminho para a aquisição de competência aquática apoiada por evidências”, lê-se na sinopse sobre o tema.

Professor de Educação Física e Desporto no Centro de Investigação do Deporto na Universidade Miguel Hernández, de Elche (Alicante, Espanha), Juan Murcia é presidente da Associação Ibero-Americana de Educação Aquática, Especial e Hidroterapia (AIDEA) e Editor da Revista de Investigação em Atividades Aquáticas.

As inscrições para o congresso já estão abertas e o programa (em atualização) disponível.

A APTN, em paralelo com o congresso, vai disponibilizar um programa cultural e social para acompanhantes dos congressistas, como passeios de barco, sunset party e visitas ao Museu de Portimão. Clique aqui para ver o programa cultural e social.

Todos os interessados poderão apresentar uma comunicação oral no congresso. A proposta de comunicação deverá ser submetida em formato de resumo para o endereço de correio eletrónico aptn.formacao@gmail.com até à data limite de 29 de março. Clique aqui para ver o regulamento específico.

O Chlorus, jornal online de Natação, é parceiro Media do evento pelo terceiro ano consecutivo.

Todas as informações estão disponíveis no Chlorus onde serão lançados os vários temas que estarão em discussão.

A formação é creditada pelo IPDJ.

Portimão foi designada Cidade Europeia do Desporto em 2019.

 

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Município de Albufeira candidato à organização do Mundial de 2022

Chlorus - Seg, 25/02/2019 - 12:54

O município de Albufeira é candidato à organização do Campeonato do Mundo de natação adaptada de síndrome de down de 2022. O anúncio foi feito na última sexta-feira pelo presidente José Carlos Rolo durante a Gala do Desporto que se realizou Pavilhão Desportivo de Albufeira.

Durante a cerimónia, em que foram distinguidos cerca de 300 atletas em 25 modalidades distintas, o autarca revelou ainda a candidatura à organização do Mundial de cross para 2021.

Créditos da foto: albufeira.pt

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Tamila Holub vence na última braçada e dá título à Carolina do Norte

Chlorus - Seg, 25/02/2019 - 10:59

Tamila Holub foi determinante este sábado para a conquista do título universitário do Estado da Carolina do Norte na Conferência Este Atlântico, campeonatos que se realizaram em Greensboro, ao vencer, de forma extraordinária, a prova de 1650 jardas.

No último percurso, a nadadora do Sporting de Braga conseguiu fazer uma épica recuperação e ganhar na última braçada.

Veja o vídeo:

https://chlorus.pt/wp-content/uploads/2019/02/10000000_2125842504150992_4534710707034996427_n.mp4

Créditos da foto: Tamila Holub Facebook

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União Coimbra vence Nacional Longa Distância

Chlorus - Dom, 24/02/2019 - 18:12

A equipa do União de Coimbra venceu o Campeonato Nacional de Longa Distância, com 26 pontos, seguido por Fundação Beatriz Santos, Sporting e CN Rio Maior, todos com 21 pontos.

Participaram neste campeonato, um total de 49 nadadores, de 22 clubes.

Resultados

Créditos da imagem: FPN

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Analgarve homenagea seleção regional Taça Vale do Tejo

Chlorus - Dom, 24/02/2019 - 16:39

A Associação de Natação do Algarve, homenageou os nadadores presentes na última Taça Vale do Tejo, durante a realização do Torneio de Fevereiro, que se realizou este fim de semana, nas piscinas municipais de Olhão.

No decurso do torneio, a nadadora Laura Estevens (CN Olhão) bateu o recorde regional JUV B, dos 100m bruços, com o tempo de 1:15,57. O anterior recorde pertencia à nadadora, Sara Guerreiro (FC Ferreiras), com o tempo de 1:15,68 e datava de 10/05/2014.

As melhores performances do torneio, foram para a Carolina Lopes (Natação Faro), com 618 pontos, obtidos na prova dos 100m costas, e com o tempo de 1:04,58. Em masculinos, a melhor performance foi para o João Santos (Natação Olhão), com 680 pontos, obtidos na prova dos 200m livres, com o tempo de 1:52,96.

Resultados

Créditos da imagem: Portugal A Nadar/Analgarve

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Diogo Cardoso vence 5.000m no Nacional Longa Distância

Chlorus - Dom, 24/02/2019 - 13:50

O escalão AA18/19, foi dominado pelo nadador, Diogo Cardoso (Colégio Monte Maior), com o tempo de 56:01,13 seguido por Diogo Nunes (Porto), com 57:14,39 e em terceiro lugar, o nadador do CN Rio Maior, Gonçalo Bárbara, com o tempo de 58:49,96.

Resultados

Créditos da imagem: FPN

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